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Hoje em dia há a necessidade de a escola estar em perfeita sintonia com a família. A escola é uma instituição que complementa a família e juntas tornam-se lugares agradáveis para a convivência de nossos filhos e alunos. A escola não deveria viver sem a família e nem a família deveria viver sem a escola. Uma depende da outra na tentativa de alcançar o maior objetivo, qual seja, o melhor futuro para o filho e educando e, automaticamente, para toda a sociedade.


Um ponto que faz a maior diferença nos resultados da educação nas escolas é a proximidade dos pais no esforço diário dos professores. Infelizmente, são poucas as escolas que podem se orgulhar de ter uma aproximação maior com os pais, ou de realizarem algumas ações neste sentido. Entretanto, estas ações concretas, visando atrair os pais para a escola, podem ser uma ótima saída para formar melhor os alunos dentro dos padrões de estudos esperados e no sentido da cidadania.


Atualmente, os pais devem estar cada vez mais atentos aos filhos, ao que eles falam, o que eles fazem, as suas atitudes e comportamentos. E, apesar de ser difícil, a escola também precisa estar atenta. Eles se comunicam conosco de várias formas: através de sua ausência, de sua rebeldia, seu afastamento, recolhimento, choro, silêncio. Outras vezes, grito, zanga por pouca coisa, fugas, notas baixas na escola, mudanças na maneira de se vestir, nos gestos e atitudes. Os pais devem perceber os filhos. Muitas vezes, através do comportamento, estão querendo dizer alguma coisa aos pais. E estes, na correria do dia-a-dia, nem prestam atenção àqueles pequenos detalhes.


Por vezes, os jovens estão tentando pedir ajuda e, mesmo achando que o filho ultimamente está “meio estranho”, muitos pais consideram isso como normal, “coisa de adolescente”, vai passar, é só uma fase. Há que se observar estes sinais. Podem dizer muito de problemas que precisam ser solucionados, como inadequação, dificuldades nas disciplinas, com os colegas, com os professores, e outras causas.

Aí entra a parceria família/escola. Uma conversa franca dos professores com os pais, em reuniões simples, organizadas, onde é permitido aos pais falarem e opinarem sobre todos os assuntos, será de grande valia na tentativa de entender melhor os filhos/alunos. A construção desta parceria deveria partir dos professores, visando, com a proximidade dos pais na escola, que a família esteja cada vez mais preparada para ajudar seus filhos. Muitas famílias sentem-se impotentes ao receberem, em suas mãos os problemas de seus filhos que lhe são passados pelos professores, não estão prontas para isso.

É necessária uma conscientização muito grande para que todos se sintam envolvidos neste processo de constantemente educar os filhos. É a sociedade inteira a responsável pela educação destes jovens, desta nova geração.



As crianças e jovens precisam sentir que pertencem a uma família. Sabe-se que a família é a base para qualquer ser, não se refere aqui somente família de sangue, mas também famílias construídas através de laços de afeto. Família, no sentido mais amplo, é um conjunto de pessoas que se unem pelo desejo de estarem juntas, de construírem algo e de se complementarem. É através dessas relações que as pessoas podem se tornar mais humanas, aprendendo a viver o jogo da afetividade de modo mais adequado.

Percebe-se que muito tem sido transferido da família para a escola, funções que eram das famílias: educação sexual, definição política, formação religiosa, entre outros. Com isso a escola vai abandonando seu foco, e a família perde a função. Além disso, a escola não deve ser só um lugar de aprendizagem, mas também um campo de ação no qual haverá continuidade da vida afetiva. A escola que funciona como quintal da casa poderá desempenhar o papel de parceira na formação de um indivíduo inteiro e sadio. É na escola que deve se conscientizar a respeito dos problemas do planeta: destruição do meio ambiente, desvalorização de grupos menos favorecidos economicamente, etc.

Na escola deve-se falar sobre amizade, sobre a importância do grupo social, sobre questões afetivas e respeito ao próximo.

Reforço aqui a necessidade de se estudar a relação família/escola, onde o educador se esmera em considerar o educando, não perdendo de vista a globalidade da pessoa, percebendo que, o jovem, quando ingressa no sistema escolar, não deixa de ser filho, irmão, amigo, etc.
A necessidade de se construir uma relação entre escola e família, deve ser para planejar, estabelecer compromissos e acordos mínimos para que o educando/filho tenha uma educação com qualidade tanto em casa quanto na escola.

fonte: http://www.artigonal.com/
Autora: SONIA DAS GRAÇAS OLIVEIRA SILVA


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Indiferença.........






Quando saías esta manhã de tua casa levando pela mão o teu filhinho, fiquei admirando os seus sapatos novos, o seu lindo capote de lã, a sua pasta de couro cheia de livros e a farta merenda que ele levava para o colégio.



Tu me olhaste com desprezo e seguraste o braço do teu filho, com receio que ele me tocasse.



Pensaste, por acaso, no meu infortúnio, no meu abandono, nos meus pés descalços e na minha roupa toda rasgada?



Será que eu poderia contagiar teu filho?



É claro que te esqueceste imediatamente do incidente; subiste no teu automóvel e te perdeste no tráfego louco da cidade, como se perdem sempre todos os meus sonhos.



Ali, só e abandonado dei asas à minha imaginação e fiquei pensando: que diferença existe entre mim e aquele garoto?



Temos mais ou menos a mesma idade, nascemos na mesma pátria; enquanto ele joga futebol com bolas coloridas, eu chuto pedras; ele dorme agasalhado em sua cama macia, e eu me deito no chão sobre jornais velhos; ele tem comida gostosa e variada, e eu tenho que catar algo nas latas de lixo; ele vai ao colégio para aprender a ler e escrever, enquanto eu vivo na rua aprendendo a roubar e a me defender.



São essas, por acaso, as nossas diferenças?



Será que a culpa é minha?



Será que sou culpado de ter nascido, sorrir sem saber quem é meu pai e tendo por mãe uma mulher sofrida e ignorante? Não fui eu que decidi não ir à escola e também não é minha culpa não ter casa para morar e nem comida para me alimentar.



Alguém resolveu assim e eu nem sei quem foi!



Não posso culpar ninguém porque a minha ignorância nem isso permite.



Não posso sair desta situação sozinho, porque sou incapaz de fazê-lo sem uma generosa ajuda.



Então, como nada é feito, cada vez se acentua mais a diferença entre mim e o menino que levavas pela mão.



No futuro ele será como tu.



Um homem de bem e de conceito respeitado pela sociedade.



E eu? Serei um reles vagabundo que se torna ladrão e caminha em direção ao cárcere.



E até possível que, dentro de alguns anos, o menino e eu voltemos a nos encontrar.



Ele como Juiz de Direito, e eu como réu delinqüente, ele para purificar a sociedade de tipos como eu, e eu para cumprir o meu desgraçado destino; ele para julgar os meus atos, e eu para padecê-los.



Como posso ser condenado ao cárcere, quando jamais tive uma escola para freqüentar?



E quando fiz as coisas à minha maneira chega o peso da lei e a força da justiça para me aniquilar?



Será que tudo isso é justo?



Amigo, não peço a tua mão pois ela é do teu filho; nem a roupa, nem a cama, nem o livro e nem a comida que só a ele pertencem.



Somente te peço que quando me encontrares na rua, sujo, esfarrapado e abandonado, grave a minha imagem em tua mente e, se sobrar um minuto na tua atribulada Vida diária, meditas amigo..., meditas... como podes me salvar?



Sem indiferença, com certeza, poderemos fazer alguma coisa!!!

Escrito pelo conceituado pediatra Dr. Sears, que é também pai de 8 filhos








"No topo da minha lista de conselhos inúteis, está um que todos os pais praticamente ouvem, é deixar o bebê chorar para dormir.

Para ver como esse conselho é ignorante, vamos analizar cada palavra nessa relação mamãe-bebê"

"Se pelo menos o meu bebê pudesse falar em vez de chorar eu saberia o que ele quer" diz Janet, mãe de um bebê exigente e choroso. "Seu bebê pode falar", nós dizemos. "A chave para entender é aprender a ouvir. Quando você aprende a lingüagem especial do choro do seu bebê, você será capaz de responder sensivelmente. Aqui algumas dicas que ajudarão a descobrir o que o seu bebê está tentando dizer com o choro.

O choro não é apenas um som, é um sinal, projetado para a sobrevivência do bebê e desenvolvimento dos pais. Não responder ao choro faz com que ambos, bebê e pais, percam. Vejam porque.

Nos primeiros meses de vida, bebês não conseguem verbalizar suas necessidades. Para preencher essa lacuna até que o bebê possa falar sua lingua, bebês têm uma linguagem única chamada "choro". Bebês sentem uma necessidade, como fome ou necessidade de ser confortado quando angustiado, e essa necessidade desencadeia um som que chamamos choro. O bebê não pensa na sua cabecinha:

"São 3 da manhã, e eu acho que vou acordar mamãe para um leitinho". não! Esse raciocínio defeituoso está pondo uma interpretação de adulto na cabeça de um bebezinho. Além disso, bebês não têm a capacidade mental de entender porque os pais responderiam ao seu choro às 3 da tarde mas não às 3 da manhã. O choro do recém-nascido está dizendo: Eu preciso de algo, alguma coisa não está certa aqui. Por favor me ajude a consertar.

" Um dos conselhos mais ouvidos, e um dos piores, é "deixe seu bebê chorar sozinho"!.

Para ver como é inútil e até perigoso esse conselho, vamos analizar cada palavra na relação mamãe-bebê.

"Deixe seu bebê". - Alguém que não tem conexão biológica com seu bebê, não o conhece nem investe nada nele, e nem está lá às 3 da manhã quando o bebê chora, tem a coragem de te aconselhar como responder (ou não) ao choro do seu bebê.

O choro tem um propósito maravilhoso. Considere o que aconteceria se o bebê não chorasse.

Ele está com fome mas não acorda ("Ele dorme a noite toda, vangloriam-se pais de um bebê treinado a dormir com o método do choro). Ele está com dor, mas não comunica a ninguém.

Essa falta de comunicação é conhecida no fim como "falência para prosperar" "Prosperar" significa não somente ganhar peso, mas crescer ao máximo potencial emocionalmente, fisicamente e intelectualmente.

"Chorar" - não é somente para o bebê que o choro tem um propósito maravilhoso; é também muito útil para os pais, especialmente para mãe. Quando uma mãe ouve seu bebê chorar, o fluxo de sangue aumenta em direção aos seios, acompanhado de uma compulsão biológica imensa de pegar o bebê e amamentá-lo. (amamentar no sentido de confortar, não somente de alimentar). Como um bônus biológico, os hormônios maternais liberados quando o bebê é amamentado relaxam a mãe, então ela fica menos tensa e mais cuidadosa em resposta às necessiaddes do bebê.

Essas mudanças biológicas - parte do propósito da comunicação mãe-bebê - explicam porque é fácil para alguém de fora aconselhar a deixar seu bebê chorando, mas é muito difícil para você fazer isso.

O conselho é contra-produtivo e não é biologicamente correto.



"Chorar" - Considere o que exatamente é isso.

"Deixar chorar" é um hábito adequado?

Provavelmente não, porque para os bebês chorar não é um ato de diversão. E, ao contrário do pensamento popular;

Chorar não é "bom para os pulmões do bebê".

Essa crença não é fisiologicamente correta. O choro é uma necessidade emocional e física. Algo não está certo e o único jeito do bebê nos falar é pelo choro, nos pedindo para "consertar".

Nos primeiros meses, considere os choros do bebê com um sinal de alguma necessidade - comunicação, e não manipulação. Dica aos pais:

Bebês choram para comunicar - não para manipular.

"Sozinho" - O que isso significa de verdade?

O que acontece para o bebê, para os pais e para a relação entre eles quando um bebê é deixado chorando sozinho?

Uma vez que o choro é a linguagem do bebê, uma ferramenta de comunicação, o bebê tem duas escollhas se ninguém o escutar. Ele pode chorar mais e mais alto, mais forte, e produzir sons bem perturbadores, ou ele pode se calar e se tornar um "bom bebê " (significando "quieto").

Se ninguém escutar, ele vai se tornar um bebê muito desencorajado. Ele vai aprender uma coisa que você não quer que ele faça:

Vai aprender que ele não pode se comunicar. O bebê perde a confiança no valor do seu sinal do choro - e talvez também perca confiança na correspondência das pessoas que tomam conta dele.

Não somente o sinal vital do bebê se "perdeu", mas um ingrediente importantíssimo na relação pais-filhos se perde também - a sensibilidade!

Quando você responde intuitivamente às necessidades do seu bebê, quando você trata o choro como uma "pista":- bebê chora, você responde, e faz isso centenas de vezes nos primeiros meses, o bebê aprende a dar a "pista" melhor (o choro se torna menos e menos ruidoso e adquire uma qualidade comunicativa como se o bebê aprendesse a "falar melhor").

Do outro lado da moeda da comunicação mãe-bebê, você aprende a "ler" o choro do seu bebê e a responder apropriadamente (sabendo quando dizer "sim" e quando dizer "não" e o quanto você precisa ser rápida). Com o tempo você aprende a razão fundamental da sensibilidade ao choro: ler a linguagem corporal do bebê e responder aos seus sinais ANTES do choro, de maneira que o bebê nem sempre terá que chorar para comunicar uma necessidade.

Agora vamos analisar o que acontece quando você "endurece seu coração" e vê o choro do bebê como controle e não como uma ferramenta de comunicação, e ignora o choro do bebê.

Quando você vai contra seus instintos biológicos, você se desensibiliza a si mesma em relação aos sinais do bebê e suas respostas instintivas. Eventualmente, o choro passa a te perturbar. você perde a confiança nos sinais do bebê, e perde a confiança na sua própria habilidade de entender a linguagem primitiva do bebê. Uma distância cada vez maior ocorre entre você e o bebê, e você corre o risco de se tornar o que os pediatras chamam de: doutor-me-diga-o-que-fazer.

Você lê um livro em vez de ler o seu bebê.

Então, não ouvir e responder com sensibilidade ao choro do bebê é uma situação em que todos perdem. O bebê perde a confiança nas pessoas que tomam conta dele, e quem toma conta dele perde a confiança na sua própria sensibilidade.

A mãe perdeu a confiança nela mesma. Para ilustrar como uma mãe pode enfraquecer o dom natural da sensibilidade ao bebê quando ela se deixa levar por conselhos errados, uma mãe veterana recentemente nos contou essa história.

"Eu fui visitar minha amiga que teve bebê. Enquanto estávamos falando, sua bebê de 3 semanas de vida começou a chorar em outra sala. O bebê continou chorando, mais forte e mais alto. Eu estava quase me levantando e indo eu mesma confortar o bebê.

O choro do bebê não a incomodou, mas incomodava a mim. Meus seios quase começaram a jorrar leite! Ainda assim minha amiga parecia não ouvir os sinais do bebê. Finalmente, eu não consegui aguentar mais e disse:

"Tudo bem, vá lá atender seu bebê, nós podemos conversar mais tarde"

Ela respondeu,

"não, ainda não é hora de mamar".

Sem acreditar, eu perguntei:

"Mary, onde foi que te deram esse conselho tão prejudicial?"

"Numa aula de treinamento de bebês na igreja," ela insistiu orgulhosa. "Eu quero que meu bebê aprenda que EU estou no controle, e não ele."

Essa mãe de primeira viagem, querendo fazer o melhor para o seu bebê e acreditando que estava sendo uma boa mãe, permitiu-se sucumbir aos profetas dos conselhos ruins, e estava perdendo toda a sua sensibilidade natural em relação ao seu bebê. Ela está começando sua carreira em maternidade com uma distância cada vez maior entre ela e seu bebê.

"O par mãe-filho estava se "desconectando".






Este artigo, original em inglês, pode ser lido em: http://www.askdrsears.com/html/5/t051200.asp#t051205

Obs: Li este texto no forum do e-family ele foi postado pela amiga Leh achei bem interessante e resolvi colocar aqui no blog.


Daisypath Anniversary tickers

Lilypie Kids Birthday tickers

Lilypie Fourth Birthday tickers

Lilypie Pregnancy tickers





A ingratidão dos filhos e os laços de família....




A ingratidão é um dos frutos mais diretos do egoísmo.Revolta sempre os corações honestos. Mas, a dos filhos para com os pais apresenta caráter ainda mais odioso. É, em particular, desse ponto de vista que a vamos considerar, para lhe analisar as causas e os efeitos. Também nesse caso, como em todos os outros, o Espiritismo projeta luzsobre um dos grandes problemas do coração humano.Quando deixa a Terra, o Espírito leva consigo as paixões ou as virtudes inerentes à sua natureza e se aperfeiçoa no espaço, ou permanece estacionário, até que deseje receber a luz. Muitos, portanto, se vão cheios de ódios violentos e de insaciados desejos de vingança; a alguns dentreeles, porém, mais adiantados do que os outros, é dado entrevejam uma partícula da verdade; apreciam então as funestas conseqüências de suas paixões e são induzidos a tomar resoluções boas. Compreendem que, para chegarem a Deus, uma só é a senha: caridade. Ora, não há caridade sem esquecimento dos ultrajes e das injúrias; não há caridade sem perdão, nem com o coração tomado de ódio.Então, mediante inaudito esforço, conseguem tais Espíritos observar os a quem eles odiaram na Terra. Ao vê-los, porém, a animosidade se lhes desperta no íntimo; revoltam-se à idéia de perdoar, e, ainda mais, à de abdicarem de si mesmos, sobretudo à de amarem os que lhes destruíram, quiçá, os haveres, a honra, a família. Entretanto, abalado fica o coração desses infelizes. Eles hesitam, vacilam, agitados por sentimentos contrários. Se predomina a boa resolução, oram a Deus, imploram aos bons Espíritos que lhes dêem forças, no momento mais decisivo da prova......


Continua:
http://conscienciaevida.blogspot.com/2009/09/amigos-com-relacao-selos-recebidos.html




OBS: Esta postagem é original do blog de uma amiga muito querida a Jeanne, achei estas palavras tão importantes e confortadores que resolvi colocar um trecho em meu blog, espero que você tenha ido ao blog dela para ler a postagem na íntegra, pois vale á pena.









" Um pequeno gesto pode mudar seu dia...




Ou ao menos mudar o dia de alguém "!



Um dia, quando eu era calouro na escola, vi um garoto de minha sala caminhando para casa depois da aula.



Seu nome era Kyle.
Parecia que ele estava carregando todos os seus livros.

Eu pensei:
'Por que alguém iria levar para casa todos os seus livros numaSexta-Feira?Ele deve ser mesmo um C.D.F'!

O meu final de semana estava planejado (festas e um jogo de futebol com meus amigos Sábado à tarde), então dei de ombros e segui o meu caminho...

Conforme ia caminhando, vi um grupo de garotos correndo em direção a Kyle.Eles o atropelaram, arrancando todos os livros de seus braços,empurrando-o de forma que ele caiu no chão.

Seus óculos voaram e eu os vi aterrissarem na grama há alguns metros de onde ele estava. Kyle ergueu o rosto e eu vi uma terrível tristeza em seus olhos.Meu coração penalizou-se!

Corri até o colega, enquanto ele engatinhava procurando por seus óculos.Pude ver uma lágrima em seus olhos.

Enquanto eu lhe entregava os óculos,disse: 'Aqueles caras são uns idiotas! Eles realmente deviam arrumar uma vida própria'.


Kyle olhou-me nos olhos e disse: 'Hei, obrigado'!Havia um grande sorriso em sua face. Era um daqueles sorrisos que realmente mostram gratidão. Eu o ajudei a apanhar seus livros e perguntei onde ele morava. Por coincidência ele morava perto da minha casa, mas não havíamos nos visto antes, porque ele freqüentava uma escola particular.

Conversamos por todo o caminho de volta para casa e eu carreguei seus livros. Ele se revelou um garoto bem legal.Perguntei se ele queria jogar futebol no Sábado comigo e meus amigos.

Ele disse que sim. Ficamos juntos por todo o final de semana e quanto mais eu conhecia Kyle, mais gostava dele.Meus amigos pensavam da mesma forma.Chegou a Segunda-Feira e lá estava o Kyle com aquela quantidade imensa de livros outra vez!


Eu o parei e disse:'Diabos, rapaz, você vai ficar realmente musculoso carregando essa pilha de livros assim todos os dias!'.

Ele simplesmente riu e me entregou metade dos livros. Nos quatro anos seguintes, Kyle e eu nos tornamos mais amigos, mais unidos. Quando estávamos nos formando começamos a pensar em Faculdade.

Kyle decidiu ir para Georgetown e eu para a Duke. Eu sabia que seríamos sempre amigos, que a distância nunca seria problema.

Ele seria médico e eu ia tentar uma bolsa escolar no time de futebol. Kyle era o orador oficial de nossa turma.

Eu o provocava o tempo todo sobre ele ser um C..D.F.Ele teve que preparar um discurso de formatura e eu estava super contente por não ser eu quem deveria subir no palanque e discursar.


No dia da Formatura Kyle estava ótimo.Era um daqueles caras que realmente se encontram durante a escola.Estava mais encorpado e realmente tinha uma boa aparência, mesmo usando óculos.

Ele saía com mais garotas do que eu e todas as meninas o adoravam!

Às vezes eu até ficava com inveja. Hoje era um daqueles dias. Eu podia ver o quanto ele estava nervoso sobre o discurso.

Então, dei-lhe um tapinha nas costas e disse:

'Ei, garotão, você vai se sair bem!'Ele olhou para mim com aquele olhar de gratidão, sorriu e disse:


"Valeu"!
Quando ele subiu no oratório, limpou a garganta e começou odiscurso:

'A Formatura é uma época para agradecermos àqueles que nos ajudaram durante estes anos duros. Seus pais, professores, irmãos, talvez até um treinador, mas principalmente aos seus amigos. Eu estou aqui para lhes dizer que ser um amigo para alguém, é o melhor presente que você pode lhes dar.Vou contar-lhes uma história:


'Eu olhei para o meu amigo sem conseguir acreditar enquanto ele contava a história sobre o primeiro dia em que nos conhecemos. Ele havia planejado se matar naquele final de semana! Contou a todos como havia esvaziado seu armário na escola, para que sua Mãe não tivesse que fazer isso depois que ele morresse e estava levando todas as suas coisas para casa.

Ele olhou diretamente nos meus olhos e deu um pequeno sorriso.

'Felizmente, meu amigo me salvou de fazer algo inominável!' Eu observava o nó na garganta de todos na platéia enquanto aquele rapaz popular e bonito contava a todos sobre aquele seu momento de fraqueza.Vi sua mãe e seu pai olhando para mim e sorrindo com a mesma gratidão.

Até aquele momento eu jamais havia me dado conta da profundidade do sorriso que ele me deu naquele dia.



Nunca subestime o poder de suas ações.

Com um pequeno gesto você pode mudar a vida de uma pessoa.
Para melhor ou para pior.

Deus nos coloca na vida dos outros para que tenhamos um impacto, uns sobre os outros de alguma forma.

PROCURE SEMPRE O BEM NOS OUTROS!
Obs:
Recebi esta história através de um e-mail da minha amiga virtual Ligia e resolvi postar aqui no blog, espero que você também tenha gostado, pois é uma mensagem muito bonita e nos faz refletir muito em como somos importantes uns para com os outros.


Sabemos que um sorriso pode mudar o dia de alguém e afinal de contas não nos custa nada sorrir...

Ás vezes nem percebemos o bem que fazemos em dedicar alguns segundo e dar uma palavra amiga, um estímulo para alguém, devemos sim nos importar com o bem estar de todos a nossa volta e acima de tudo valorizarmos a Vida.


Crianças Birrentas


Choram, fazem birras, mordem, dão pontapés. As expressões de agressividade nos mais novos assumem várias formas e surpreendem os pais, muitas vezes impotentes para lidar com o problema. Será que os castigos são a melhor forma de resolver o assunto?




Um menino de quatro anos, aborrecido porque a sua festa de aniversário estava a chegar ao fim, entrou pela sala depois do último convidado ter saído e, com toda a força, derrubou duas pesadas cadeiras ao chão. Os pais ficaram atônitos, mas a criança não conseguia aceitar o fato de que aquele dia tão especial tinha de terminar. O relato está incluído no livro Compreender a Agressividade na Criança, de T. Berry Brazelton e Joshua D. Sparrow, escrito com o objetivo de ajudar os pais a compreender e a lidar com os comportamentos agressivos nos mais novos.





Segundo os autores, a maioria dos adultos considera a agressividade uma emoção de carga negativa e algo que deve ser escondido. «Os pais ficam horrorizados com os sinais de hostilidade e perda de controlo dos filhos». No entanto, para Brazelton e Sparrow, esta irritação não é apenas inevitável como necessária. As causas para as crises das crianças são várias e as fúrias tornam-se menos preocupantes caso os pais as consigam antecipar e compreender, de forma a ajudar os filhos a contorná-las. «Em algumas fases do desenvolvimento, a agressividade é até uma forma de a criança estabelecer a sua independência. Os pais têm de compreender este objetivo e tê-lo em consideração, estabelecendo, ao mesmo tempo, limites firmes para que a criança cresça forte e independente, mas também segura».




Fernando Santos, responsável pela área de pedopsiquiatria da Unidade de Neurodesenvolvimento e Comportamento da Criança e do Adolescente no Hospital da Luz, partilha o mesmo ponto de vista. «A agressividade está presente em todos os seres humanos e vai evoluir, principalmente de acordo com a relação que mantivermos com o mundo à nossa volta. Nas crianças mais pequenas, a agressividade aparece de forma natural, para obterem o que precisam. É portanto, um instinto próprio a todo o ser humano».




Ao contrário do que se possa pensar, a adolescência não é a fase em que as crianças são mais agressivas. Segundo um estudo canadiano, realizado por Richard Tremblay, é entre o primeiro e o quarto ano de vida que se verifica o maior índice de agressividade. O investigador procurou desvendar se a violência é ou não uma característica intrínseca do ser humano e incidiu a pesquisa na forma como a interacção da genética com os factores ambientais contribuem para desencadear comportamentos agressivos ou anti-sociais. Entre as conclusões, Tremblay descobriu que, aos 17 meses, metade das variações nas respostas agressivas estavam relacionadas com factores genéticos e que a violência diminui à medida que a criança cresce e aprende a controlar o seu comportamento. «Os nossos estudos demonstram que é essencial que se ensine às crianças, durante os primeiros anos de vida, a controlar os comportamentos violentos», defende o investigador, que realça a idade pré-escolar como a etapa chave para entender o aparecimento e posterior desenvolvimento de comportamentos violentos no ser humano.



Na opinião de Fernando Santos, as crianças têm manifestações de agressividade desde muito cedo. «Os bebés pequenos não são capazes de comportamentos agressivos, como bater ou dar um soco, mas têm recurso ao choro e gritos – por vezes com grande persistência – e expressões faciais para exprimir o seu descontentamento ou frustração. Podemos considerar as manifestações vocais e faciais de zanga como os primeiros sinais de agressividade nos bebés», diz o pedopsiquiatra. «Antes do primeiro ano são capazes de morder, beliscar, dar pontapés ou bater, tendo coordenação motora suficiente para isso. Por volta dos três anos são já capazes de desenvolver um comportamento agressivo mais elaborado, tendo em conta o desenvolvimento motor e a consolidação da marcha. Esta situação vai diminuindo progressivamente, à medida que a criança aprende a gerir as emoções, utilizando a linguagem para comunicar e exprimir as suas frustrações de forma mais positiva», acrescenta.



Já a psicóloga clínica Cristina Camões chama a atenção para um pormenor importante no estudo canadiano. «A pesquisa alerta para algo muito importante: as crianças devem ser educadas e ensinadas desde os primeiros anos a reprimir e controlar os impulsos agressivos. A agressividade vai diminuindo de intensidade à medida que o cérebro da criança vai amadurecendo, levando esta a conseguir controlar os impulsos agressivos e a lidar com a frustração».






Olhem para mim, estou aqui







A situação tende a fugir ao controlo dos pais quando a agressividade começa a ser uma constante. Filomena Lopes, educadora de infância há 26 anos, já lidou com vários casos, mas, ainda assim, não acredita que se possa falar de crianças agressivas. «Trata-se da expressão de emoções não organizadas, não acolhidas e que, de algum modo, encontram como veículo uma atitude mais impulsiva, um comportamento menos correcto. Manifestações que frequentemente por não terem quem possa ‘ver’ ou acolher – no sentido de compreender – se repetem até que alguém perceba que aquela criança está a solicitar que olhem para ela, que a ajudem a crescer bem», diz.






Tal como no estudo de Richard Tremblay, também os casos de violência presenciados por Filomena Lopes ocorreram em crianças entre os quatro anos e meio e os cinco anos. «As causas são as mais diversas: desde falta de atenção parental ou excesso sem limites, separação dos pais, nascimento de um irmão, ambientes familiares disfuncionais, sonos perturbados, ritmos de vida desgastantes. É um vasto campo de possibilidades». Para a psicóloga Cristina Camões, quando a agressividade se manifesta de uma forma exagerada e persistente pode ser «um indicador que algo não está bem com a criança, poderá inclusive ser sinónimo da existência de problemas mais graves como violência intra-parental, negligência, falta de afecto, ausência de limites de educação parental e violência emocional». Tal como no estudo de Richard Tremblay, também os casos de violência presenciados por Filomena Lopes ocorreram em crianças entre os quatro anos e meio e os cinco anos. «As causas são as mais diversas: desde falta de atenção parental ou excesso sem limites, separação dos pais, nascimento de um irmão, ambientes familiares disfuncionais, sonos perturbados, ritmos de vida desgastantes. É um vasto campo de possibilidades». Para a psicóloga Cristina Camões, quando a agressividade se manifesta de uma forma exagerada e persistente pode ser «um indicador que algo não está bem com a criança, poderá inclusive ser sinónimo da existência de problemas mais graves como violência intra-parental, negligência, falta de afecto, ausência de limites de educação parental e violência emocional».



A origem com causas diversas é igualmente defendida por Fernando Santos. «Talvez a conclusão mais correcta seja que a agressividade é o resultado de factores genéticos em interacção com o meio, num contexto temporal específico», explica. «Quando as condutas agressivas persistem no tempo, isso está ligado às interacções familiares e ao ambiente social. Podemos falar de várias ‘condutas de risco’ da parte dos pais, que podem estimular o desenvolvimento de padrões comportamentais agressivos nos filhos, como a inconstância no estabelecimento de limites. Quando um comportamento é punido num determinado momento e ignorado no momento seguinte, é difícil para a criança distinguir o certo do errado». Segundo o pedopsiquiatra, é fundamental os pais «definirem claramente o que a criança pode ou não fazer e serem coerentes em termos das medidas educativas e comportamentais».



Castigar ou ignorar?





Rosa Gouveia, membro da secção de pediatria do desenvolvimento da Sociedade Portuguesa de Pediatria, reconhece que não é fácil lidar com a agressividade. «O comportamento agressivo é uma manifestação de perturbação de conduta e caracteriza-se por uma situação de conflito crónico com os pais, os professores e os pares, podendo resultar em danos físicos na própria criança ou nos outros. A agressividade na criança pode gerar agressividade no adulto, tanto verbal como com recurso a castigos físicos, o que leva a um círculo vicioso difícil de quebrar». Para a pediatra, sempre que a criança tenha um comportamento adequado, não agressivo, «deve ser recompensada e elogiada, de modo a melhorar a sua auto-estima. Também deve ser demonstrado que existem outras formas não agressivas de se relacionar com os outros e com o meio ambiente».




A ausência de regras e limites também é apontada por Cristina Camões como uma das causas da agressividade. «Quando os progenitores adoptam uma postura passiva na educação dos filhos, isto é, com ausência de regras e limites, resulta numa excessiva tolerância que em nada contribui para a estruturação da personalidade dos mais novos, que crescem com dificuldades em controlar os impulsos e de lidar com a frustração». De acordo com a sua experiência clínica, «este factor é o que mais se encontra nas crianças que são sinalizadas com comportamentos violentos. Os pais, quando sentem que já não conseguem controlar a situação, procuram ajuda de um especialista na área da psicologia ou pedopsiquiatria», revela Rosa Gouveia.



E os castigos, será que ajudam a controlar a agressividade ou apenas deitam mais lenha para a fogueira? Fernando Santos defende-os, caso aplicados de forma adequada, ou seja, «se forem coerentes, perto da acção que os motivou e de curta duração. Podem contribuir para que a criança perceba a dimensão negativa do comportamento». No entanto, o pedopsiquiatra sublinha a necessidade de perceber que disciplinar não se limita às punições e castigos. «Devem igualmente ser ensinadas formas de resistir ao impulso, de aprender a esperar e estratégias alternativas para a resolução dos problemas. A relação de confiança entre a criança e o adulto deve ser também estimulada».




Filomena Lopes sempre tentou perceber o que se estava a passar com a criança para justificar comportamentos agressivos. «As estratégias dependiam muito do contexto, ou seja, se as agressões ocorriam em grandes ou pequenos grupos, já que existem variáveis a ter em conta como a gestão do poder, a auto-estima da criança e a resolução daquela emergência», adianta a educadora. A estratégia de «dar a volta» foi uma das experimentadas. «‘Queres ver, aqui há espaço, os amigos ajudam ou há outras peças, esta pode ser?’ Quando implicava magoar amigos, fazia uma pausa para conversar individualmente, perceber o que estava a acontecer e depois conversávamos em grupo. Se fosse preciso e se não existisse regra escrita, criava-se uma e era partilhada por todos». Em qualquer dos episódios, a educadora de infância falou com os pais das crianças em causa «uma vez que podem dar ou não pistas sobre o que está a acontecer. Por outro lado, também poderão ficar alerta sobre algumas manifestações que ainda não tinham tido disponibilidade para observar sobre outro ângulo», explica.



Agressividade vs violência




Fernando Santos recorda que a agressividade ocasional não é por si só um comportamento desadequado e não deve ser motivo de preocupação. «Pode reflectir alguma alteração específica». No entanto é necessário procurar ajuda «quando a criança recorre sistematicamente a este comportamento, não consegue controlar o impulso agressivo, não cede às medidas aplicadas para o modificar nem é capaz de estabelecer uma relação positiva com os adultos do seu meio ambiente», aconselha o pedopsiquiatra. Da agressão à violência física pode ser um passo. «A violência, na verdade, é o péssimo emprego da nossa agressividade. É a total perda do controle que precisamos ter sobre ela», diz. «As crianças que não adquirem capacidades relacionais correctas, numa fase precoce da vida, têm mais probabilidades de evoluir para alterações de comportamento, hábitos de consumo e conduta de risco». Agredir os pais pode ser o próximo passo, uma atitude que segundo o especialista deve ser imediatamente contrariada.






Entender os mecanismos que justificam o comportamento agressivo não é sinónimo de permitir que a criança agrida de forma repetida e sistemática, sem nenhuma intervenção. Da mesma forma que compreender que a criança está zangada como reacção à frustração é uma coisa, permitir que ela nos agrida ou agrida os outros é algo muito diferente», defende. «O deixar passar sem tomar nenhuma atitude reforça na criança a falsa sensação de que pode repetir esse comportamento sempre que quer obter alguma coisa ou simplesmente é contrariada. Esta atitude faz com que as crianças permaneçam imaturas, impulsivas e com passagem frequente ao acto como estratégia para a resolução dos conflitos. Podem ter as emoções ainda não totalmente controladas, mas são muito capazes de entender os limite que lhes são colocados», adverte.




E o que podem fazer os pais para contrariar este comportamento? «A acção segura e firme, porém carinhosa, dos pais ajuda a criança a estruturar o seu comportamento de forma mais rápida», diz Fernando Santos. Já Rosa Gouveia defende que pode ser necessário aos pais recorrerem a apoio psicológico «de modo a desenvolver estratégias, geralmente baseadas no reforço positivo, para lidar com a criança no dia-a-dia». O pedopsiquiatra prefere centrar a atenção nas causas do problema. «Muitas crianças que são agressivas ou têm comportamentos de oposição constante, podem utilizar este meio para mascarar outros sentimentos e emoções tais como tristeza ou incapacidade em lidar com dificuldades a nível do ambiente familiar.




Tal como em outras situações, o importante é agir o mais cedo possível para contrariar atitudes agressivas desajustadas, prevenindo a consolidação de problemas de comportamento e permitindo à criança um desenvolvimento harmonioso. Ajudá-la a utilizar palavras para exprimir as dificuldades e ensiná-la a falar do que a preocupa é um início para a resolução da situação», explica. «É igualmente importante estar disponível e atento de forma a poder ter uma supervisão e intervenção eficazes, não nos esquecendo que temos de lidar com um mau comportamento e não com uma criança má», conclui Fernando Santos.





As idades da fúria


Até 1 ano
Como se manifesta a agressividade
Através do choro, birras, mordeduras ou pontapés




Como agir com a criança
Dizendo ‘não’ aos comportamentos errados, reforçar pequenas recompensas (beijos e carinhos) quando tem comportamentos correctos. Apesar das crises de choro poderem acontecer todas as noites entre as 3 e as 12 semanas, ao fim de 4 meses desaparecem (se não deve falar com o pediatra)


Até aos 4 anos
Como se manifesta a agressividade

Através do choro, birras, destruir brinquedos ou empurrar e tirar objectos das mãos das outras crianças




Como agir com a criança
Dizendo ‘não’ aos comportamentos errados, reforçar pequenas recompensas (beijos e carinhos) quando tem comportamentos correctos, estabelecer limites e seleccionar programas de televisão



Até aos 6 anos
Como se manifesta a agressividade
Através do choro, birras, socos, pontapés, destruir brinquedos e outros objectos



Como agir com a criança
Dizendo ‘não’ aos comportamentos errados, reforçar pequenas recompensas (beijos e carinhos) quando tem comportamentos correctos. Usar os castigos, em caso necessário e como último recurso.










OBS:


Como mãe de duas meninas, preocupo-me muito com a agressividade infantil, sei que muitas vezes elas querem apenas chamar a atenção, mas sei que tenho que devo manter o controle da situação, pois como estou grávida de uma terceira menina a situação tende a piorar.





Claro que nós pais somos falhos, muitas das vezes pois, preferimos ceder a ter que ouvir um verdadeiro espetáculo de choro, acredito que seja exatamente neste momento que pecamos mais seguido, devemos sim dizer NÃO ao nos depararmos a um ataque de pura manha e verdadeira birra.





Assim que li esta reportagem no site da pais e filhos, achei importante publicá-la no meu blog, pois apesar de termos consciência do que é certo e do que é errado, muitas das vezes por puro comodismo agimos de forma relapsa na educação de nossos filhos.





Espero sinceramente que meus amigos blogueiros comentem a respeito deste assunto para assim podermos trocar experiência e conhecimento nada mais nada menos do que de PAIS para PAIS.










ATT: Verônica Máscolo


















As crianças precisam de limites.


Como educar com disciplina nossos filhos.?



Uma disciplina eficaz na hora de aplicar limites aos nossos filhos é o mais importante. Se apresentamos uma boa regra, nosso filho estará disposto a cumpri-la porque o que eles querem é nos agradar.


Não estamos preparados para estabelecer limites. alta-nos habilidade para fazê-lo.
F alamos demais, exageramos na emoção, e em muitos casos, equivocamo-nos na nossa forma de expressar com clareza e demasiada autoridade. Quando necessitamos dizer aos nossos filhos que devem fazer algo e “agora” (recolher os brinquedos, ir para a cama, etc.), devemos ter em conta alguns conselhos básicos:


Devemos ter objetividade
É frequente ouvir de nós mesmos e de outros pais, expressões como “comporte-se bem”, “seja bom”, ou “não faça isso”. As expressões significam diferentes coisas para diferentes pessoas. Nossos filhos nos entenderão melhor se dermos nossas ordens de uma forma mais concreta. Um limite bem específico diz a uma criança exatamente o que deve ser feito. “Fale baixinho na biblioteca”; “Dê de comer ao cachorro agora”; “Segure na minha mão para atravessar a rua”. Esta é uma forma que pode aumentar substancialmente a relação de cumplicidade com seu filho.


Ofereça opções
Em muitos casos podemos dar aos nossos filhos uma oportunidade limitada de dizer como cumprir suas ordens. A liberdade de oportunidade faz com que uma criança sinta uma sensação de poder e controle, reduzindo as resistências. Por exemplo: “É hora do banho. Você quer tomar banho quente ou frio?”; “Está na hora de se vestir. Você escolhe sua roupa ou quer que eu escolha?”. Esta é uma forma mais fácil e rápida de dizer a uma criança exatamente o que fazer.



Sejam firmes
Em questões realmente importantes, quando existe uma resistência à obediência, necessitamos aplicar a disciplina com firmeza. Uma disciplina firme diz a uma criança que ela deve parar com tal comportamento e obedecer suas ordens imediatamente. Por exemplo: “Vá para o seu quarto agora”, ou “Pare! Os brinquedos não são para atirar”. Os limites firmes são melhor aplicados com uma voz segura, sem gritos, e um sério olhar no rosto. Os limites mais suaves supõem que a criança tem opção de obedecer ou não. Exemplos de limites leves: “Por que não leva seus brinquedos para fora daqui?”; “Você deve fazer as tarefas da escola agora”; " Venha pra casa agora, está bem?” e “Eu realmente gostaria que se limpasse”. Esses limites são apropriados para momentos quando se deseja que a criança aja num certo caminho. De qualquer modo, para essas poucas obrigações, “deve estar feito”, você será melhor cúmplice do seu filho se lhe aplica uma ordem firme. A firmeza está entre o suave e o autoritário.



Acentue o positivo
As meninas são mais receptivas em fazer o que lhes ordenam. Ordens como “não”, ou “pare” dizem a uma criança o que é inaceitável, mas não explica que comportamento realmente gostaria. Em geral, é melhor dizer a uma criança o que deve fazer (“Fale baixo”) antes do que não deve fazer (“Não grite”). Pais autoritários dão mais ordens “não”, enquanto os demais estão propensos a dar a ordem de “fazer”.


Mantenham-se à margem
Quando dizemos “quero que vá pra cama agora mesmo”, estamos criando uma luta de poder pessoal com nossos filhos. Uma boa estratégia é fazer constar a regra de uma forma impessoal. Por exemplo: “São 8 horas, hora de se deitar” e lhes ensine as horas. Neste caso, alguns conflitos e sentimentos estarão entre a criança e o relógio.


Explique o porquê
Quando uma pessoa entende o motivo de uma regra, como uma forma de prevenir situações perigosas para si mesmas e para outros, se sentirá mais animada a obedecê-la. Deste modo, quando se aplica um limite, deve-se explicar à criança o porque tem que obedecer. Entendendo a razão para a ordem, ajuda as crianças a desenvolverem valores internos de conduta ou comportamento – uma consciência.
Antes de dar uma longa explicação que pode distrair as crianças, manifeste a razão em poucas palavras. Por exemplo: “Não morda as pessoas. Isso vai machucá-las”; “Se você joga fora os brinquedos das outras crianças, elas se sentirão tristes porque elas ainda vão querer brincar com eles”.


Sugira uma alternativa
Sempre que aplicar um limite ao comportamento de uma criança, tente indicar uma alternativa aceitável. Por fazê-lo, soará menos negativo e seu filho se sentirá menos em desvantagem. Deste modo, empenhe-se em dizer: “Não sei se você gostaria do meu batom, mas isso é para os lábios e não para brincar. Aqui você tem um lápis e um papel em troca”. Outro exemplo seria dizer: “Não posso te dar um caramelo antes da janta, mas posso te dar um sorvete de chocolate depois”. Oferecendo-lhe alternativas, a estará ensinando que seus sentimentos e desejos são aceitáveis. Este é um caminho de expressão mais correto.


Seja seriamente consistente
Uma regra concreta de limite é evitar uma ordem repetitiva. Uma rotina flexível (dormir às 8 da noite, às 8 e meia na próxima, e às 9 na outra noite) é um convite à resistência e se torna impossível se cumprir. Rotinas e regras importantes na família deveriam ser efetivas dia após dia, ainda que esteja cansado ou indisposto. Se você dá ao seu filho a oportunidade de contornar as suas regras, eles seguramente tentarão resistir.


Desaprove a conduta, não a criança
É necessário que deixemos claro para nossos filhos que nossa desaprovação está relacionada ao seu comportamento e não diretamente a eles. Não os estamos rejeitando. Longe de dizer “Criança má” (desaprovação da criança). Deveríamos dizer: “Não morda” (desaprovação da conduta). Em lugar de dizer “realmente não posso te controlar quando você age dessa maneira”, deveríamos dizer: “Essas latas não são para jogar fora. Devem permanecer na prateleira do armário”.


Controle as emoções
Os especialistas dizem que quando os pais estão muito irritados, castigam mais severamente e são mais propensos a ser verbalmente e/ou físicamente abusivos com seus filhos. Existem fases que necessitamos agir com mais calma e contar até dez antes de agir. A disciplina é basicamente ensinar a criança como deve se comportar. Não se pode ensinar com eficiência se você é extremamente emocional. Diante de um mal comportamento, o melhor é respirar por um minuto e depois perguntar com calma: “o que aconteceu aqui?”. Todas as crianças necessitam que seus pais estabeleçam regras de conduta para o comportamento aceitável. Quanto mais mestres em aplicarmos os limites, maior será a cooperação que receberemos dos nossos filhos e menor será a necessidade de aplicar as disciplinas desagradáveis para que se cumpram. O resultado é uma atmosfera caseira mais agradável para os pais e filhos.




(Autor: Charles E. Schaefer, Ph.D., é um professor de psicologia e diretor do Centro de Servicios Psicológicos na Universidad de Fairleigh Dickinson. É autor de mais de 40 livros, incluindo "Teach your child to behave disciplining with love from 2 to 8 years". – “Ensine sua criança a se comportar, disciplinando-a com amor dos 2 aos 8 anos”)




Fonte: http://br.guiainfantil.com/






Tiveram um filho. O pai estava orgulhoso e trabalhava muito. Não podia perder tempo, porque era necessário sustentar a família. Era preciso ganhar dinheiro, e essa era a sua principal missão. Não tinha a menor dúvida disso. Se ele a conseguisse cumprir, tudo correria bem e a família seria feliz.
E o pequeno foi crescendo. "Pai, algum dia quero ser como tu. Podes ajudar-me nos trabalhos de casa?". "Gostaria muito, meu filho, mas hoje não é possível. Tenho muito que trabalhar. Quando tiveres a minha idade já verás. A vida não é nada fácil. Mas não te preocupes, porque daqui a algum tempo teremos um pouco mais de dinheiro, e eu um pouco mais de tempo. Agora pede à tua mãe. Ela tem mais jeito do que eu para essas coisas".
No dia em que o rapaz fez treze anos agradeceu ao pai: "Obrigado pela bola de futebol. Podemos jogar os dois?". "Infelizmente, hoje não pode ser. Tenho muito que trabalhar. Mas o que não vão faltar são oportunidades". "Que pena, pai. Mas não importa. Um dia quero ser como tu. Quero aprender a trabalhar muito".

Anos mais tarde, o filho regressou da universidade. Já era um homem responsável. "Filho, estou orgulhoso de ti. Vamos dar um passeio e falar com calma". "Hoje não posso, pai. Tenho compromissos inadiáveis". "Não importa. Ocasiões não nos vão faltar. Daqui a pouco entro na reforma e vai-nos sobrar tempo para conversarmos com serenidade".
Um tempo depois, o pai reformou-se e o filho, já casado, vivia numa casa das redondezas. Resolveu telefonar-lhe: "Filho, gostaria imenso de estar contigo". "Seria óptimo, pai, mas neste momento estou com a corda no pescoço. Tenho trabalho até à ponta dos cabelos que, por sinal, já estão a ficar brancos. Quando isto passar, tenho a certeza de que não nos vão faltar oportunidades para pormos a conversa em dia". Ao desligar o aparelho, o pai deu-se conta de que o filho tinha cumprido o seu desejo. Era igual ao seu pai.
Nos dias de hoje, um dos maiores problemas na educação dos filhos é a ausência do pai. A educação, para ser equilibrada, necessita dos dois progenitores. A presença paterna na família é diferente e complementar à materna. A falta de um modelo na educação, masculino ou feminino, implica quase sempre um desequilíbrio naquele que é educado.
À juventude actual, parecem faltar valores que naturalmente compete ao pai transmitir. Como diz I. Iturbe, se a educação dos filhos fosse comparada a um filme, poderíamos dizer que o pai se converte no principal protagonista ao chegar o delicado momento da adolescência. Os filhos tendem a prestar-lhe mais atenção, especialmente se são rapazes. Sentem nesse momento uma certa confusão e desorientação. Necessitam de um apoio firme e seguro. É isso que procuram no seu pai: um modelo com o qual possam identificar-se. Se o pai está ausente, outros modelos virão ocupar esse vazio, com grande probabilidade de não serem modelos propriamente exemplares.



Autor:Rodrigo Lynce de Faria

Fonte: site Aldeia


Não temos tempo para os filhos.


Temos tempo para muitas coisas, mas não temos tempo para os filhos.
O tempo é um bem escasso, a vida está difícil, trabalhamos imenso e nem assim conseguimos tornar sossegada a hora de fazer contas aos dinheiros quando se aproxima o final do mês.
Gostamos muitíssimo dos nossos filhos, mas não temos tempo para os ver crescer, para os ajudar a crescer.
A vida é agitadíssima. É para dar aos filhos melhores condições que nos matamos a trabalhar. Assim poderemos dar-lhes mais coisas. É por isso que muitas vezes ficamos a trabalhar depois da hora.
O tempo não chega para tudo...
A verdade é que arranjamos desculpas como estas com enorme facilidade. Com elas conseguimos acalmar a nossa consciência e, até, convencermo-nos do nosso heróico papel, quase digno de um mártir desses que sofrem em silêncio durante uma vida inteira pelo bem da humanidade...
Entretanto - sejamos claros - vamos semeando pelo mundo crianças que cresceram sem pais: seres obrigados a entenderem o mundo - e a entenderem-se a si mesmos - na mais absoluta solidão.
Devíamos abrir os olhos para duas coisas:
Os filhos - enquanto não os tivermos estragado totalmente - estão-se nas tintas para todas aquelas coisas maravilhosas - e desnecessárias - que nós lhes possamos comprar com o dinheiro todo que conseguimos ganhar no tempo em que devíamos estar em casa. Mesmo que se trate dos brinquedos mais badalados lá na escola, com direito a anúncios na televisão e tudo. Mesmo que se trate da última moda de comodidades tecnológicas.
Preferem uma boa conversa com o pai, um passeio no sábado à tarde, um jogo em família ao serão.
Porque - enquanto não os tivermos corrompido com o nosso materialismo - eles sabem muito bem, embora possam não ser capazes de o explicar, que o importante é aquilo que uma pessoa é e não aquilo que uma pessoa tem. Sabem isso por instinto, do mesmo modo que nós já soubemos e depois esquecemos.
Em segundo lugar, devíamos entender que não temos o direito de viver à sombra da desculpa de não termos tempo.
Temos tempo.
O pai tem tempo para ver o futebol, o jornal ou o telejornal. E a mãe tem tempo para a novela. E ambos têm tempo para conviver com os amigos. E para muitas outras coisas.
Temos tempo para aquilo que nos agrada e não nos dá demasiado trabalho.
Os cafés estão cheios de pais que não têm tempo para estar com os filhos. E os cabeleireiros e lojas de comércio estão cheios de longas conversas, muitas vezes ociosas.
Acontece por vezes que um dos filhos quer contar em casa uma coisa que se passou na escola e o preocupa - ou deseja perguntar acerca de algo que ouviu, na televisão ou a um amigo, e não entende - mas a resposta que obtém é que "agora não", ou outra resposta mais amarga. Porque naquele momento há o jornal ou a televisão, ou qualquer outra coisa ...
Fica para depois. Para um depois que acaba por não acontecer nunca.
Portanto... não conhecemos os filhos. Ficamos aflitos - porque gostamos muito deles - quando, para nossa surpresa, atravessam a crise da adolescência, ou outra crise qualquer, talvez provocada por companhias menos recomendáveis. E quando então lhes pedimos que nos contem aquilo que os aflige, que desabafem connosco, verificamos... que não são capazes de o fazer.
E há então silêncios, dolorosos e profundos, que não deviam existir numa família.
Enquanto cresceram não se habituaram a contar aos pais - havia o jornal, a ausência ou a televisão pelo meio - todas as coisas que foram surgindo na sua vida solitária. E agora é demasiado tarde.

Devíamos abrir os olhos. A única razão para o nosso comportamento é a nossa cobardia e o nosso comodismo.
Existe porventura motivo para que seja a escola a dar "educação sexual" aos jovens, substituindo a família nessa tarefa que apenas a ela compete? Que género de pais somos nós?
Somos cobardes, é o que é.
E somos comodistas.
Criar um filho significa muito mais do que dar-lhe de comer e de vestir e levá-lo ao médico. Há todo um convívio - um viver com os filhos - que deve existir no dia a dia.
E, nesse viver constantemente lado a lado, a pessoa do pai verte-se na pessoa do filho, ensinando-o a olhar para o mundo, ajudando-o a construir a sua personalidade e a adquirir virtudes. Auxiliando-o a desenvolver as suas qualidades e a dar-se com as outras pessoas.
Ensinando-lhe o que são a vida, o sofrimento, o amor e a morte.


Todos os acontecimentos do dia a dia servem para essa finalidade. Os pais devem estar ao lado dos filhos nos problemas e nas dificuldades, que são sempre grandes e importantes.

Mesmo quando parecem não passar de "coisas de crianças".
Dar a vida a um novo ser é apenas um começo. É preciso depois edificá-lo.
E isso dá muito trabalho.
É talvez a tarefa mais difícil do mundo, mas também a mais bela.
Cabe-nos o dever - e a honra - de a realizar.

Autor:
Paulo Geraldo

Fonte: Site A Aldeia

Na educação de nossos filhosTodo exagero é negativo.
Responda-lhe, não o instrua.
Proteja-o, não o cubra.
Ajude-o, não o substitua.
Abrigue-o, não o esconda.
Ame-o, não o idolatre.
Acompanhe-o, não o leve.
Mostre-lhe o perigo, não o atemorize.
Inclua-o, não o isole.
Alimente suas esperanças, não as descarte.
Não exija que seja o melhor, peça-lhe para ser bom e dê exemplo.
Não o mime em demasia, rodeie-o de amor.
Não o mande estudar, prepare-lhe um clima de estudo.
Não fabrique um castelo para ele, vivam todos com naturalidade.
Não lhe ensine a ser, seja você como quer que ele seja.
Não lhe dedique a vida, vivam todos.
Lembre-se de que seu filho não o escuta, ele o olha.
E, finalmente, quando a gaiola do canário se quebrar, não compre outra...
Ensina-lhe a viver sem portas.


Autora:Eugênia Puebla
Fonte: pensador .info

Roberto, filho de um advogado famoso por seus livros na área de Direito, compareceu ao Tribunal, acusado de falsificação de cheques. O juiz, um velho amigo de seu pai, dirigiu-se a ele dizendo com rispidez: "Rapaz, você se lembra de seu pai? Você o tem desonrado."

"Lembro-me perfeitamente", respondeu o jovem, com bastante calma. E prosseguiu: "Quando eu o procurava para lhe pedir conselhos ou companhia, ele sempre respondia: ‘Vá embora, menino, eu estou ocupado’. Assim, meu pai terminou de escrever o livro e aqui estou eu".

A época em que a família mais influi na vida de um ser humano é a infância. Daí provêm todas as marcas que a pessoa carregará para a sua vida. Às vezes são cicatrizes desagradáveis. Além da influência, na idade infantil, a família continua exercendo uma importância muito grande na idade jovem.

Para o jovem, a família é um mundo significativo. A família é para o jovem o que o automóvel é para o homem. O homem não deixará de se locomover se não tiver um automóvel. Ele apenas se locomoverá com maior dificuldade. O jovem não deixará de viver se perder ou abandonar a sua família. No entanto, ele terá muitas dificuldades nas suas decisões e no seu dia-a-dia.

O tipo de comportamento do jovem será determinado pela realidade social que a família vive. Dificilmente uma pessoa desajustada no lar será bem ajustada no trabalho ou em outras áreas da vida. É na juventude que se escolhe a profissão, o cônjuge, a faculdade e a religião. Uma decisão errada pode comprometer uma vida. A família é essencial nesta hora.

A família não é a mais nem a menos importante influência na vida dos filhos: é a principal. Nada pode substituir a falta de uma família para os filhos. A família exerce um caráter formativo constante. Como se diz na linguagem popular, a família "está fazendo a cabeça dos filhos".

Apesar disto, geralmente os pais não ensinam tudo que devem aos seus filhos, mas cobram deles as atitudes mais corretas do mundo na hora em que eles erram. Há pais que jogam seus filhos em verdadeiras "covas de leões", e acham que eles devem sair de lá ilesos.

Indiscutivelmente, a família deixa na vida dos filhos marcas para toda uma vida. A família não está apenas educando um ser humano, mas moldando o estilo de várias gerações subseqüentes. A família precisa ter consciência de que os filhos não vão à escola ou à igreja para aprenderem como viver. Eles aprendem a viver em casa e vão para a vida reforçar os seus conhecimentos e mostrar o que aprenderam em casa. A firmeza dos filhos depende da família, na razão direta da dependência desta família de Deus.

Por: Pr. Josué Campanhã
Fonte:
http://www.clickfamilia.org.br/