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E depois de tanto tempo, estamos de volta!
Tantas coisas aconteceram de lá pra cá, as superpoderosas cresceram, estão umas moças.

Natalie 15 anos


Nicole 12 anos


                                                 Melanie  9 anos e sua gatinha Banguela


 Em 18 de abril de 2019 a Naty completou 15 anos!!!!
 Passou tão rápido....
 Ainda ontem ela era um bebezinho. 
                                                                    Naty 1 aninho!!!

                                           Agora está uma adolescente Lindaaaaaaa!!!!


Minha eterna princesinha, meu eterno primeiro amor!!!!

                                         E foi uma festa lindaaaaaaa e com muitas emoções!!!

 Não tinha como eu publicar algo sem falar dos 15 anos da Naty, esta data tão especial e tão marcante em nossas vidas.

Tivemos diversas mudanças em nossas vidas nestes últimos anos, mas nossa família continua unida e ainda mais forte!!!
MINHA FAMÍLIA SEMPRE SERÁ MEU MUNDO!



E que venham mais novidades e novas publicações!!!






Hoje em dia há a necessidade de a escola estar em perfeita sintonia com a família. A escola é uma instituição que complementa a família e juntas tornam-se lugares agradáveis para a convivência de nossos filhos e alunos. A escola não deveria viver sem a família e nem a família deveria viver sem a escola. Uma depende da outra na tentativa de alcançar o maior objetivo, qual seja, o melhor futuro para o filho e educando e, automaticamente, para toda a sociedade.


Um ponto que faz a maior diferença nos resultados da educação nas escolas é a proximidade dos pais no esforço diário dos professores. Infelizmente, são poucas as escolas que podem se orgulhar de ter uma aproximação maior com os pais, ou de realizarem algumas ações neste sentido. Entretanto, estas ações concretas, visando atrair os pais para a escola, podem ser uma ótima saída para formar melhor os alunos dentro dos padrões de estudos esperados e no sentido da cidadania.


Atualmente, os pais devem estar cada vez mais atentos aos filhos, ao que eles falam, o que eles fazem, as suas atitudes e comportamentos. E, apesar de ser difícil, a escola também precisa estar atenta. Eles se comunicam conosco de várias formas: através de sua ausência, de sua rebeldia, seu afastamento, recolhimento, choro, silêncio. Outras vezes, grito, zanga por pouca coisa, fugas, notas baixas na escola, mudanças na maneira de se vestir, nos gestos e atitudes. Os pais devem perceber os filhos. Muitas vezes, através do comportamento, estão querendo dizer alguma coisa aos pais. E estes, na correria do dia-a-dia, nem prestam atenção àqueles pequenos detalhes.


Por vezes, os jovens estão tentando pedir ajuda e, mesmo achando que o filho ultimamente está “meio estranho”, muitos pais consideram isso como normal, “coisa de adolescente”, vai passar, é só uma fase. Há que se observar estes sinais. Podem dizer muito de problemas que precisam ser solucionados, como inadequação, dificuldades nas disciplinas, com os colegas, com os professores, e outras causas.

Aí entra a parceria família/escola. Uma conversa franca dos professores com os pais, em reuniões simples, organizadas, onde é permitido aos pais falarem e opinarem sobre todos os assuntos, será de grande valia na tentativa de entender melhor os filhos/alunos. A construção desta parceria deveria partir dos professores, visando, com a proximidade dos pais na escola, que a família esteja cada vez mais preparada para ajudar seus filhos. Muitas famílias sentem-se impotentes ao receberem, em suas mãos os problemas de seus filhos que lhe são passados pelos professores, não estão prontas para isso.

É necessária uma conscientização muito grande para que todos se sintam envolvidos neste processo de constantemente educar os filhos. É a sociedade inteira a responsável pela educação destes jovens, desta nova geração.



As crianças e jovens precisam sentir que pertencem a uma família. Sabe-se que a família é a base para qualquer ser, não se refere aqui somente família de sangue, mas também famílias construídas através de laços de afeto. Família, no sentido mais amplo, é um conjunto de pessoas que se unem pelo desejo de estarem juntas, de construírem algo e de se complementarem. É através dessas relações que as pessoas podem se tornar mais humanas, aprendendo a viver o jogo da afetividade de modo mais adequado.

Percebe-se que muito tem sido transferido da família para a escola, funções que eram das famílias: educação sexual, definição política, formação religiosa, entre outros. Com isso a escola vai abandonando seu foco, e a família perde a função. Além disso, a escola não deve ser só um lugar de aprendizagem, mas também um campo de ação no qual haverá continuidade da vida afetiva. A escola que funciona como quintal da casa poderá desempenhar o papel de parceira na formação de um indivíduo inteiro e sadio. É na escola que deve se conscientizar a respeito dos problemas do planeta: destruição do meio ambiente, desvalorização de grupos menos favorecidos economicamente, etc.

Na escola deve-se falar sobre amizade, sobre a importância do grupo social, sobre questões afetivas e respeito ao próximo.

Reforço aqui a necessidade de se estudar a relação família/escola, onde o educador se esmera em considerar o educando, não perdendo de vista a globalidade da pessoa, percebendo que, o jovem, quando ingressa no sistema escolar, não deixa de ser filho, irmão, amigo, etc.
A necessidade de se construir uma relação entre escola e família, deve ser para planejar, estabelecer compromissos e acordos mínimos para que o educando/filho tenha uma educação com qualidade tanto em casa quanto na escola.

fonte: http://www.artigonal.com/
Autora: SONIA DAS GRAÇAS OLIVEIRA SILVA


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Indiferença.........






Quando saías esta manhã de tua casa levando pela mão o teu filhinho, fiquei admirando os seus sapatos novos, o seu lindo capote de lã, a sua pasta de couro cheia de livros e a farta merenda que ele levava para o colégio.



Tu me olhaste com desprezo e seguraste o braço do teu filho, com receio que ele me tocasse.



Pensaste, por acaso, no meu infortúnio, no meu abandono, nos meus pés descalços e na minha roupa toda rasgada?



Será que eu poderia contagiar teu filho?



É claro que te esqueceste imediatamente do incidente; subiste no teu automóvel e te perdeste no tráfego louco da cidade, como se perdem sempre todos os meus sonhos.



Ali, só e abandonado dei asas à minha imaginação e fiquei pensando: que diferença existe entre mim e aquele garoto?



Temos mais ou menos a mesma idade, nascemos na mesma pátria; enquanto ele joga futebol com bolas coloridas, eu chuto pedras; ele dorme agasalhado em sua cama macia, e eu me deito no chão sobre jornais velhos; ele tem comida gostosa e variada, e eu tenho que catar algo nas latas de lixo; ele vai ao colégio para aprender a ler e escrever, enquanto eu vivo na rua aprendendo a roubar e a me defender.



São essas, por acaso, as nossas diferenças?



Será que a culpa é minha?



Será que sou culpado de ter nascido, sorrir sem saber quem é meu pai e tendo por mãe uma mulher sofrida e ignorante? Não fui eu que decidi não ir à escola e também não é minha culpa não ter casa para morar e nem comida para me alimentar.



Alguém resolveu assim e eu nem sei quem foi!



Não posso culpar ninguém porque a minha ignorância nem isso permite.



Não posso sair desta situação sozinho, porque sou incapaz de fazê-lo sem uma generosa ajuda.



Então, como nada é feito, cada vez se acentua mais a diferença entre mim e o menino que levavas pela mão.



No futuro ele será como tu.



Um homem de bem e de conceito respeitado pela sociedade.



E eu? Serei um reles vagabundo que se torna ladrão e caminha em direção ao cárcere.



E até possível que, dentro de alguns anos, o menino e eu voltemos a nos encontrar.



Ele como Juiz de Direito, e eu como réu delinqüente, ele para purificar a sociedade de tipos como eu, e eu para cumprir o meu desgraçado destino; ele para julgar os meus atos, e eu para padecê-los.



Como posso ser condenado ao cárcere, quando jamais tive uma escola para freqüentar?



E quando fiz as coisas à minha maneira chega o peso da lei e a força da justiça para me aniquilar?



Será que tudo isso é justo?



Amigo, não peço a tua mão pois ela é do teu filho; nem a roupa, nem a cama, nem o livro e nem a comida que só a ele pertencem.



Somente te peço que quando me encontrares na rua, sujo, esfarrapado e abandonado, grave a minha imagem em tua mente e, se sobrar um minuto na tua atribulada Vida diária, meditas amigo..., meditas... como podes me salvar?



Sem indiferença, com certeza, poderemos fazer alguma coisa!!!




40 mil Madeleines


O caso do desaparecimento de Madeleine McCann mobilizou o mundo. Celebridades do futebol, da literatura e até o Papa se envolveram na busca da garota de quatro anos que sumiu do quarto de um resort português no dia 3 de maio de 2007.
O caso Madeleine mobilizou, mais do que tudo, a imprensa. O caso virou novela nos jornais – não só nos diários britânicos, mas em todo canto do planeta. Mas nenhuma linha foi dita, por exemplo, sobre a adolescente angolana desaparecida no norte de Londres.
Também passam desapercebidos pela imprensa e pelo Papa – embora ocorram com uma freqüência assustadoramente maior – os casos de desaparecimentos de crianças no Brasil. Cerca de 40 mil ao ano somem sem deixar qualquer pista, segundo o governo brasileiro. Seja por desestruturação familiar, rapto, seqüestro, maus tratos, crianças e adolescentes brasileiros ou fogem ou são levados de suas casas sem que a mídia denuncie ou sem que suas famílias recebam apoio popular.
Em um país com mais de 180 milhões de habitantes, encontrar uma criança, que muitas vezes não sabe o nome ou telefone dos pais, é uma tarefa quase impossível. Para tentar contonar a situação, a Secretaria Especial de Direitos Humanos do governo criou a Rede Nacional de Identificação e Localização de Crianças Desaparecidas (Redesap). No site,as famílias podem incluir fotos e dados de menores desaparecidos.
Algumas vezes, os pais deixam de dar baixa nas delegacias quando as crianças são encontradas, por isso é difícil alcançar um número exato de quantas são as crianças e os adolescentes desaparecidos no Brasil. As estimativas variam de acordo com a fonte. Só a Associação Brasileira de Busca e Defesa a Crianças Desaparecidas, mais conhecida como Mães da Sé, tem um cadastro de 5 mil crianças que estão longe de suas famílias.
A Associação existe desde 1996. Foi criada por iniciativa de duas mães, Ivanise Esperidião da Silva e Vera Lúcia Gonçalves, que se conheceram quando estavam em um grupo de mães de crianças desaparecidas convidado a participar da gravação da novela Explode Coração, da TV Globo.
Na época, a novela mostrava a história de uma personagem cujo filho havia sumido. Decidida a encontrá-lo, ela resolve se juntar ao movimento Mães da Cinelândia, um grupo de mães que se reunia no bairro da Cinelândia, Rio de Janeiro, com fotos e cartazes de crianças desaparecidas, na esperança de que alguém que as visse pudesse dar alguma pista do paradeiro de seus filhos. Ao final da novela, 113 pessoas haviam sido encontradas, entre crianças, jovens e adultos.
Ivanise e Vera decidiram, então, criar em São Paulo um movimento semelhante, dando origem às Mães da Sé. Sempre aos segundos domingos de cada mês, elas se juntam na Praça da Sé (bem no centro da cidade) para repetir o gesto e a esperança das Mães da Cinelândia.
No Paraná, desde 1995, existe o Sicride, Serviço de Investigações de Crianças Desaparecidas. O órgão é subordinado à Polícia Civil e tem como função centralizar o registro e a apuração dos casos de crianças desaparecidas no estado. Um dos trabalhos mais interessantes desenvolvido pelo Sicride é o envelhecimento digital – recurso por meio do qual tenta-se recriar em computador a imagem que a pessoa teria atualmente através de fotos da criança e de parentes próximos.
Guilherme Caramês Tiburtius foi uma das primeiras crianças a ter sua foto envelhecida digitalmente para facilitar sua busca. O menino desapareceu em 17 de junho de 1991, aos 8 anos, em Curitiba. A família espalhou fotos do garoto por todo o país e seu rosto é um dos mais conhecidos entre as crianças desaparecidas no Brasil. Entretanto, até hoje, Guilherme nunca foi encontrado.
Outro caso que ficou famoso no Brasil, tanto pelo desaparecimento quanto pelo reencontro da criança, foi o de Pedro Braule Pinto. Seqüestrado da maternidade em 1986, com apenas algumas horas de vida, o menino foi criado em Goiânia, a 200 km de Brasília onde moram seus pais biológicos.
Pedrinho, como ficou conhecido, foi levado pela ex-empresária Vilma Martins e criado como seu filho legítimo até que, em outubro de 2002, a neta do suposto pai de Pedrinho desconfiou, após ouvir algumas conversas de Vilma, de que o menino não seria filho natural da empresária.
Após uma busca no site Missing Kids, ela constatou a semelhança entre Pedrinho e Jayro Tapajós, pai verdadeiro do menino. Feita a denúncia ao SOS Criança de Brasília, a Polícia Federal passou a investigar o caso.
Em novembro do mesmo ano, Pedrinho fez o teste de DNA que confirmaria sua identidade e daria início ao processo de reintegração à sua família e ao inquérito policial contra Vilma Martins, por seqüestro e falso registro.
Com a investigação do caso, descobriu-se ainda que outra suposta filha de Vilma também seria uma criança seqüestrada em 1979. Registrada como Roberta Jamilly Martins Borges, a jovem Aparecida Fernanda Ribeiro da Silva também foi levada da maternidade por Vilma Martins, 48 horas após seu nascimento. Esse caso chamou bastante e atenção da imprensa, mas nenhuma criança desaparecida virou novela como o caso Madeleine. Aliás, pouco é divulgado na imprensa do Brasil sobre casos de desaparecimento. Madeleine talvez seja hoje a criança em maior evidência na mídia brasileira.
Sejam casos famosos ou anônimos, para as famílias que têm um filho desaparecido, a vida segue com um buraco em suas histórias, deixado pela falta de alguém que nunca se sabe se voltará ou não.
A maior esperança destas famílias é que alguém, em qualquer lugar, possa dar alguma pista sobre seus filhos. Existem diversos sites de divulgação de pessoas desaparecidas, com fotos, dados pessoais, descrição das roupas que usavam na última vez em que foram vistas e o nome de familiares que buscam por elas. O caso Madeleine McCann nada mais é do que uma gota no oceano que virou uma tempestade midiática.






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Há um exato momento na vida que todos nós pais paramos e em profunda reflexão chegamos à conclusão de que estamos nos sentindo órfãos. Percebemos que os filhos crescem de um momento para outro e muitas vezes não damos conta de como o tempo passa. Quando nasceram, tão pequenos e frágeis, os primeiros meses pareciam intermináveis nas noites em claro que passamos, revezando aos estímulos em uma ansiosa expectativa do melhor.


Então, um dia, de repente, se tornam adolescentes. Os passeios nos finais de semana e férias compartilhadas já são entre colegas. O menino com os primeiros fios de barba e a menina se transforma em mulher. É o momento dos vôos para além do habitat doméstico. Antes que eles cresçam, tudo o que os pais podem dizer a seus filhos não é ouvido pelo mundo, mas não tenha dúvidas que ecoará por toda a eternidade. É o momento em que todos que são pais se perguntam, onde estão aqueles bebês? Onde estão os brinquedos, as roupinhas, as historinhas do faz-de-conta, os heróis, nossos heróis invencíveis das batalhas imaginárias? E continuamos ainda a refletir que ontem eram crianças e hoje nos ensinam como melhor explorar os programas do computador e atalhos que ali se encontram à disposição. O tempo passou e nos cabem as recordações.



Surgem as viagens para a praia e as excursões que apagam a cantoria infantil e os eternos pedidos de sorvetes. Esta voz foi substituída pela conversa animada com os colegas com que compartilham suas alegrias. E novamente como uma emoção abstinente, em profunda reflexão do nosso eu interior é que nos sentimos órfãos de filhos. A impressão que passamos a ter é que realmente eles dormiram crianças e em nosso sono eles despertaram adolescentes, como num passe de mágica. É o momento da saudade dos dias que se foram, tão rápidos. Mas também é o momento em que nos sentimos fortalecidos pelo dever cumprido. Talvez um sentimento de que poderíamos ter deixado de lado alguns afazeres sempre contínuos e ter brincado mais com eles, compartilhado das tarefas escolares, ouvido mais, suas conquistas e aventuras, suas primeiras decepções ou seus medos, possa permanecer. São tempos que não retornam a não ser a oportunidade do resgate na figura dos netos que nos compete esperar. A vida é bela, nada se perde, tudo se transforma.



Queridos pais, a partir deste exato momento, estejamos mais com nossos filhos, com um sentimento de gratidão e harmonia, pois a existência é tão breve e as oportunidades tão preciosas que tudo o mais que tenhamos e que nos preencha o tempo não compensará as horas dedicadas para estarem conosco. Não economize abraços e atenção porque nosso comportamento determinará a felicidade do crescimento proveitoso dos dias úteis do futuro. A vida é um fluxo continuo de energia e vibração, pois a criança criada com carinho aprende a ser afetuosa. Toda mensagem de atenção ao próximo é um exemplo de solidariedade que é passada pelos pais aos filhos e por se dizer pela hereditariedade e pela espiritualidade. Já fomos crianças e sabemos que no dia-a-dia eles aprendem que o ser humano e seus sentimentos são mais importantes do que o simples sucesso profissional e quanto vale a vida por todas as experiências que virão na atual existência.



Deus te escolheu, você foi a escolha, alvo de sua missão e segue.na mesma proporção de que Deus, mais do que escrever certo por linhas tortas, transmite a cada um de nós a sua força criadora e transcendente, a mesma que dá suporte a todos os fenômenos que se manifestam no Universo e em nossa realidade, em essência, as crianças sempre aprendem e reproduzem o que vivem. Você nasceu para vencer. Bom dia e boas energias. Eu acredito em você.




( Gilberto Pompermayer )







Não me dêem tudo o que peço-lhes, às vezes só peço para ver o quanto consigo. Não gritem comigo, os respeito menos quando gritam comigo e me ensinam a gritar também, e eu não quero gritar.


Não me dêem sempre ordens, se às vezes me pedissem as coisas eu as faria mais rápido e com mais gosto. Cumpram suas promessas, boas ou más. Se me prometem um prêmio, quero recebê-lo e também se é um castigo.


Não me comparem com ninguém (especialmente com meu irmão) se me apresentam com melhor que os demais alguém vai sofrer e se pior, serei eu quem sofrerei.


Não mudem de opinião tão rápido sobre o que devo fazer, decidam-se e mantenham essa decisão. Deixem-me valer por mim mesmo. Se fazem tudo por mim nunca poderei aprender.Corrijam-me com ternura.


Não digam mentiras na minha frente, nem me peçam que as diga por vocês, mesmo que seja para tirá-los de um apuro. Isto é mau. Faz com que me sintam mal e perco a fé no que vocês dizem.


Quando faço alguma coisa errada não me exijam que lhes diga "por que o fiz" às vezes nem mesmo eu sei. Se alguma vez se equivocarem em algo, admita-o, assim se fortalece a opinião que tenho de vocês e me ensinarão a admitir meus próprios equívocos. Tratem-me com a mesmo amabilidade e cordialidade com que vejo que tratam a seus amigos, é que por ser família não significa que não possamos também ser amigos.


Não me peçam que faça uma coisa e que vocês não a fazem, eu aprenderei a fazer tudo o que vocês fazem embora não me digam mas dificilmente farei o que dizem e não fazem.


Quando eu lhes contar algum problema meu, embora lhes pareça muito pequeno, não me digam "não temos tempo agora para essas bobagens" tratem de me compreender, necessito que me ajudem, necessito de vocês.


Para mim é muito necessário que vocês me amem e o digam, o que eu mais gosto é escutá-los dizendo: "Te amamos" .


Abracem-se, preciso senti-los próximos de mim. Que vocês não se esqueçam que eu sou, nem mais nem menos que um filho.





(Por Marita Abraham)