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Existe um assunto que tem mexido comigo demais, esta semana o STJ liberou o aborto nos casos de Anencefalia, estupro e risco de vida da gestante.
Pois bem, vou utilizar este espaço para expressar a MINHA opinião sobre um dos casos:


ANENCEFALIA 


A anencefalia é uma malformação rara do tubo neural, caracterizada pela ausência parcial do encéfalo e da calota craniana, proveniente de defeito de fechamento do tubo neural nas primeiras semanas da formação embrionária.
Ao contrário do que o termo possa sugerir, a anencefalia não caracteriza casos de ausência total do encéfalo, mas situações em que se observam graus variados de danos encefálicos. A dificuldade de uma definição exata do termo "baseia-se sobre o fato de que a anencefalia não é uma má-formação do tipo 'tudo ou nada', ou seja, não está ausente ou presente, mas trata-se de uma má-formação que passa, sem solução de continuidade, de quadros menos graves a quadros de indubitável anencefalia. 
Uma classificação rigorosa é, portanto 
quase
 que impossível"

DEFINIÇÃO ENCONTRADA NO SITE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Anencefalia

Então.......
Como podemos condenar a morte um ser que não pode se defender???????
A criança ainda nem nasceu e já a estão condenando, por que ela foge aos padrões de NORMALIDADE estabelecidos pelos homens.


Este vídeo acima mostra o amor de uma mãe por seu bebê especial, me emocionei muito com este vídeo, observem o sorriso deste bebê........
Ele é um anjinho de Deus, por mais curta que tenha sido sua vida tenho certeza que sua mãe não se arrepende nem por um momento de ter estado cm ele.
Quem somos nós meros mortais para julgar quem pode ou não nascer!
Como podemos saber o q a vida nos reserva, existem coisas que temos que passar, não adianta.
Dai as pessoas dizem:
Vc ñ passou por isso, não sabe como é!
Sim realmente não passo ou passei por isto, mas também sou mãe tenho 3 filhas, inclusive a minha menina do meio que hoje tem 5 anos, já nos deu diversos sustos.




Durante a gravidez eu tinha crises de dores terríveis, ao ponto de ir diariamente ao hospital tomar buscopan na veia, até que os médicos me internaram no alto risco, as dores não passavam e eles não descobriam o que eu tinha, então cogitaram a hipótese de me abrir pois supunham que talvez fosse pedra na vesícula, mas isto poderia trazer riscos a minha filha e tal.....resumindo me mandei embora cm dor e tdo.
Sofri mas sofri consciente de que estava zelando por minha filha, foi minha opção ninguém pode decidir por mim o que é prioridade em minha vida!
Então com 38 semanas de gestação retornei ao mesmo hospital para dar a luz minha filha Nicole.
Ela nasceu aparentemente saudável, com 49,5 cm e 3,450kg bem gorduchinha e lindaa!!!!!!!!!
Até que na hora da visita da pediatra ao nosso quarto ela começou a achar um monte de coisa na minha filhinha, como ela nasceu gordinha tinha que controlar a glicose para ñ baixar demais, ao nascer ela tirou a clavícula do lugar teve q imobilizar, estava um pouco amarela teve que fazer o exame para ver se estava com icterícia (amarelão) e o pior de tudo, a moleira dela era mto pequena e poderia estar fechada, o que poderia impedir o desenvolvimento do cérebro dela e tal.
Tudo isso eu ouvi sozinha com minha filhinha nos braços no quarto do hospital!
Vocês não tem noção do que senti........a maioria das coisas eram simples mas a moleira foi preocupante!
Então começamos a controlar a glicose, ela foi imobilizada devido a fratura na clavícula e realizou o exame de sangue para a suposta icterícia, a pediatra solicitou com urgência uma ecografia transfontanelar.
  • O que é uma Ecografia Transfontanelar?
A Ecografia Transfontanelar ou Ecografia Cerebral é um exame que desempenha um papel importante no diagnóstico e na caracterização de lesões cerebrais do recém-nascido (p. ex. hemorragia, dilatação ventricular, leucomalácia, malformações, entre outras) e na previsão de alterações do desenvolvimento neurológico a longo prazo, associadas a essas lesões.
Pela sua inocuidade e facilidade de execução e pela possibilidade de realização de exames seriados para avaliar a evolução das lesões cerebrais, a Ecografia Transfontanelar é considerada um método de eleição na avaliação do recém-nascido de risco, sendo mesmo, na maioria dos casos, o único método necessário.

A noite após o banho da Nicole me chamaram para dizer que o exame de sangue dela estava alterado e ela teria que ir para a Unidade Neonatal ficar na fototerapia (banho de luz).
Não sei explicar direito o que senti, a descrição mais parecida é a de que perdi o chão....Levaram minha filhinha após me explicarem que o exame estava mto alterado e tal que era mto importante ela ficar na incubadora tomando banho de luz e tdo mais.
Não preciso dizer q a noite foi terrível, eu não conseguia parar no quarto ia na NEO a cada meia hora e as enfermeiras me xingavam dizendo para mim ir descansar.....aff quem consegue descansar com seu bebê longe!

Ganhei um dia a mais no hospital para ficar cm ela e chegou a hora de ir embora, sair da maternidade de mãos vazias foi horrível!

Quando a Nicole tinha 5 dias finalmente conseguimos fazer a ECO aonde foi diagnosticado que apesar de bem pequena a moleira dela estava aberta, o que a principio descartava a necessidade da cirurgia. 

Quando há problemas

Um bebê que nasce com a fontanela fechada, tem o cérebro comprimido pela caixa craniana, problema conhecido como cranioestenose. Esse fechamento precoce pode causar-lhe deformidades na cabeça e até graves lesões neurológicas, devido ao encarceramento do cérebro. A doença é congênita. Adquirida ainda na fase embrionária, suas prováveis causas são hereditárias, intra-uterinas ou infecciosas, como a sífilis. Mais comum nos meninos (três para cada menina), deve ser tratada antes do 8º mês, mas é importante que o diagnóstico seja firmado até o 2º, para permitir um acompanhamento neurológico mais aprofundado. Isso pode acontecer por meio de cirurgia, na qual são criados espaços ou suturas no crânio, geralmente com resultados satisfatórios.

Então após 8 dias na NEO a Nicole finalmente foi para casa, achamos que os sustos haviam passado e começamos a nossa vidinha tranquila, claro que ela teve um acompanhamento rigoroso relacionado ao desenvolvimento de seu cérebro e tal, mas estava tudo bem.....
Até que um dia  quando a Nicole já estava com uns 8 meses observamos que ela tremia muito enquanto dormia, muito mesmo e ate gemia.
Uma conhecida me indicou uma nova pediatra e lá fomos nós....
A pediatra solicitou um eletroencefalograma realizado enquanto ela dormia, levamos o resultado para a Drª e ela disse que a Nicole PODERIA estar tendo convulsões enquanto dormia, que teríamos que tratar com medicamentos fortíssimos controlados e tudo, disse q iria acompanhar o caso dela pois talvez  tivesse CHANCES de ser epilepsia.

Bom meu esposo e eu fomos para casa com a recita do medicamento e nos sentindo mto mal sabe.
Poxa nossa filhinha parecia tão bem e derrepente este diagnóstico. Resolvemos pesquisar sobre o assunto e descobrimos que os bebês tem pequenas convulsões durante o sono devido o rápido desenvolvimento do cérebro e tal...resumindo ignoramos o diagnóstiico da Drª  que disse q nossa filhinha poderia não ter um desenvolvimento normal e optamos por não fazer uso dos medicamentos receitados.
Nunca mais voltamos ao consultório da tal pediatra, jogamos os exames fora e decidimos viver o momento, entregamos nas mãos de Deus.

Após tdos os sustos e diagnósticos hoje a Nicole tem 5 anos e meio, esta na pré escola, super bem desenvolvida e nunca teve nenhum ataque epilético.



Dai vc me pergunta o que tem haver o caso da Nicole com os diagnósticos de anencefalia?

É simples ambos diagnósticos nos são dados pelos homens, baseados em exames e supostas teorias, mas no fundo no fundo somente Deus sabe o que esta reservado para cada um.
Somente ELE tem o poder de dar a vida, somente ele sabe quem merece nascer!
E se Deus decidiu quem somos nós para dizer ao contrário, é de um ser que estamos falando, não de um objeto que compramos q quando vem com defeito voltamos a loja para trocar!

Sou completamente CONTRA o aborto de anencéfalos.
Visitem este blog e conheça a história desta menina cujo nome é VITÓRIA DE CRISTO!



Somente após conhecer a história da Vitória e de outras crianças que são citadas no Blog decida se vc é a favor ou contra o aborto de bebês diagnosticados com anencefalia durante a gestação. 





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O Bebê


A partir de 37 semanas o bebe estará pronto para nascer. Ele pesa cerca de 3 quilos e mede em torno de 47 cm agora. O corpo está mais arredondado e rechonchudo devido a novos depósitos de gordura, mantendo a temperatura cerca de 1ºC acima da temperatura materna. Os intestinos acumulam uma considerável quantidade de mecônio que é usualmente eliminado logo após o parto. Se o nascimento é prolongado, esse material fecal aparecerá no líquido amniótico. Ele já pratica os movimentos respiratórios e está se preparando para a vida fora do útero. Ele já é capaz de agarrar forte e se virar em direção à luz. A limitação de espaço continua a restringir a movimentação fetal. Os membros estão dobrados e acolados ao corpo fetal. Os ossos são flexíveis e a ossificação e endurecimento progridem. Ao nascimento, a tíbia (um osso longo da perna) está, em geral, completamente ossificada.


Múltiplos:


Os gêmeos são considerados "a termo" com 37 semanas, e o lanugo começa a desaparecer. De acordo com algumas estatísticas, 82% dos gêmeos pesam menos do que 3000 gramas ao nascer.


A futura Mamãe...


O corrimento vaginal pode estar mais forte agora e parece mais mucoso enquanto o bebê se prepara para nascer. Em que posição ele se encontra? Seja qual for a posição é assim que ele deve permanecer até o final da gravidez. Se seu bebê estiver de bumbum, você poderá necessitar uma cesariana ou seu médico poderá recomendar uma "versão externa", na qual o abdome é manipulado de tal forma a colocar o bebê de cabeça para baixo. Nessa fase o bebê pode vir a qualquer momento. Sua mala da maternidade está pronta?


Múltiplos:


Você está de "termo", ou seja chegou ao final da gestação, se estiver esperando gêmeos!



O futuro Papai...


Esteja preparado. Coisas inesperadas podem acontecer durante o parto; assim tente planejar o máximo possível os eventos de nascimento e seja flexível se algo não acontecer como planejou. Tente ter todos os pequenos detalhes à mão: registro no hospital; rota a seguir e alternativas no caso de congestionamentos; conheça as entradas e estacionamentos do hospital; listas e telefones de quem será avisado; leve uma bateria extra para seu celular; a mala da mamãe e a sua para as necessidades no hospital; assento para crianças dentro do carro; máquina fotográfica; videocâmera, etc.


Daisypath Anniversary tickers

Lilypie Kids Birthday tickers

Lilypie Fourth Birthday tickers

Lilypie Pregnancy tickers

Período pré-parto


Quando a gravidez está prestes a chegar ao fim, o corpo da futura mãe passa por algumas alterações que evidenciam o aproximar do parto. O feto, que se encontra a flutuar no líquido amniótico, vai-se aproximando da via de saída para o exterior, a parte inferior do útero, e costuma rodar no interior da cavidade uterina, de modo a que a sua cabeça fique a apontar para o colo do útero e o seu corpo desça até colocar a cabeça no meio dos ossos da pélvis materna. A mãe costuma detectar este processo, denominado "encaixe", pois nota que a parte mais alta do seu abdómen desce, o que lhe permite respirar melhor, embora costume ter, como contrapartida, uma mais frequente necessidade de urinar devido à compressão da bexiga. A diminuição dos movimentos do feto, após o encaixe, costuma proporcionar o aparecimento de contracções uterinas frequentes, mesmo que ainda não correspondam às do parto, pois são irregulares, a sua intensidade não vai aumentando e desaparecem ao fim de um certo período de tempo ou com o repouso. As verdadeiras contracções do parto apenas se manifestam ao fim de várias horas ou até alguns dias. Para além disso, a vagina costuma, ao longo deste período, expulsar uma espécie de "rolhão mucoso" que ocupou, durante a gravidez, o canal que sulca o colo do útero, de modo a isolar o feto e a protegê-lo de contaminações externas. O desprendimento deste rolhão mucoso costuma manifestar-se pela saída de uma massa gelatinosa de cor escura através da vagina, sendo popularmente designado como "sinal", porque anuncia o parto. Todavia, deve-se referir que nem todas as mulheres se apercebem da expulsão do rolhão mucoso e, para além disso, mesmo que seja detectada pela mulher grávida, não indica claramente o começo imediato do parto, pois podem faltar várias horas ou dias.


Contracções uterinas


Na evolução do parto, o feto deve abandonar o útero e percorrer cerca de 10 a 12 cm até alcançar a vulva materna, atravessando o denominado "canal de parto", para finalmente sair para o exterior. Esta situação é proporcionada pelo desencadeamento de fortes contracções da musculatura uterina, que provocam a dilatação do orifício do útero e a posterior expulsão do feto para o exterior por um estreito canal que deve ser ampliado ao longo da sua passagem.


Origem das contracções.

Embora os mecanismos envolvidos no desencadeamento deste processo não sejam conhecidos com precisão, pensa-se que podem ser influenciados por vários factores. Por um lado, o crescimento do feto provoca um evidente aumento do tamanho do útero, o que consequentemente origina a distensão das suas fibras musculares, que ficam mais excitáveis e reagem perante estímulos com contracções cada vez mais potentes. Por outro lado, as alterações hormonais produzidas no organismo materno, ao longo da última parte da gravidez, e a produção de determinadas hormonas por parte das glândulas supra-renais do próprio feto, quando este já se encontra suficientemente amadurecido, aumentam a excitabilidade das fibras musculares uterinas, que chegado a um certo ponto começam a contrair-se com uma maior intensidade. Estas primeiras contracções são detectadas pelos receptores nervosos do útero, que geram, por sua vez, estímulos que chegam até ao cérebro, onde são registados pelo hipotálamo. Como resposta, o hipotálamo produz oxitocina, uma hormona libertada no lobo posterior da hipófise, que chega ao útero através do sangue, provocando as contracções que propiciam o parto.


Ruptura da bolsa de águas

A ruptura da bolsa de águas, ou seja, do saco que alberga o líquido no qual o feto se encontra submergido, é o evento que costuma anteceder o início do parto, mesmo que apenas se evidencie, por vezes, quando a mãe já se encontra na maternidade. A ruptura da bolsa das águas provoca a saída, através da vagina, do líquido amniótico que banha o feto, por vezes em grande quantidade, mas noutras em pequenas perdas que podem ser confundidas com uma incontinência urinária. Este processo é designado "romper das águas", um acontecimento que obriga a grávida a dirigir-se à maternidade mesmo que as contracções ainda não se tenham evidenciado, já que implica uma comunicação directa com o exterior, sendo necessário tomar precauções para evitar infecções, por vezes provocando o parto.


Alterações uterinas.


Embora, de início, as contracções uterinas sejam breves e irregulares, vão progressivamente se prolongando por mais tempo e evidenciando-se com maior regularidade, cada vez com maior frequência. A mulher detecta cada contracção como uma pressão dolorosa na parte inferior do abdómen do corpo do útero que se irradia à púbis e às costas, intensificando-se durante alguns segundos para, após alcançar um pico máximo, diminuir até desaparecer. Estas contracções provocam uma progressiva alteração do colo do útero: em condições normais, é muito diferente do corpo do útero, pois é bastante duro e forma uma proeminência no fundo da vagina; ao longo do período que antecede o início do parto, torna-se cada vez mais mole e plano, acabando por provocar o desaparecimento do canal interno e a dilatação do orifício central. Este processo, conhecido como "amadurecimento e desaparecimento", origina a redução do colo do útero até que este se una homogeneamente ao corpo do útero e, em seguida, começa a dilatar-se, um requisito básico para a saída do feto. Todavia, este processo é relativamente longo, pois dura no mínimo algumas horas, já que desde o início das contracções regulares até à verdadeira fase de dilatação do parto passam, em média, cerca de 6 a 12 h nas mulheres primíparas e entre 4 a 6 h nas mulheres multíparas. Apenas se pode considerar que a mulher grávida já se encontra em trabalho de parto após o fim do dito processo, altura em que o orifício do útero alcançou uma dilatação de 3 cm e as contracções uterinas se sucedem de cinco em cinco minutos, durando cada uma delas entre 30 a 40 segundos, o que dá tempo suficiente para a grávida se dirigir tranquilamente para a maternidade.




















Bem hoje estou completando 36 semanas de gestação...e sinceramente não aguento mais.........

Terça- feira passada realizei o que acredito ter cido minha última ecografia e me apavorei...a Mélanie esta com 50 cm e 3,070 kg...já pensou o que vai ser de mim se ela esperar até as 40 semanas???????


Estou muito ansiosa e cansada, posso até não estar trabalhando fora, mas como tenho duas crianças em casa uma de 5 anos e outra de 3 anos, a situação tá difícil, fora que ainda tenho que cumprir com meus deveres de esposa dando ao menos atenção para o meu marido, que coitado tem que ter uma paciência de Jó para me aturar nos ultimos tempos...

Mas graças a Deus não posso reclamar ele até que é bem compreensivo comigo.

Tenho muita sorte de ter minha mãe do meu lado neste momento ( isso que já tivemos muitos problemas mas hoje graças Deus ambas mudamos e amadurecemos aprendendo a respeitar nossas diferenças ), pois é ela quem esta me ajudando tanto com a casa quanto com as meninas.

Até agora engordei 21 kg na gravidez o que é um número exorbitante para uma pessoa que além de tudo estava muito acima do peso.

Agora neste exato momento estou tendo diversas contrações de treinamento como chamam os médicos, sinceramente cada vez que tenho uma rezo para que elas apertem e venham outras....e outras....e outras e ela chegue logo!

Sei que quem lê este meu relato até se assusta mas é que realmente estou exausta, minha altura uterina esta enorme com 37 cm o que significa que ela esta praticamente sem espaço.


Desculpem o desepero mas é que realmente esta difícil....

É só um momento daqui a pouco passa....

Tenho diversas crises durante o dia...bem coisa de grávida.

Quando eu estiver mais calma escrevo de novo...












O que é oligoidrâmnio?


Essa palavra complicada significa que você está com menos líquido amniótico que o ideal dentro do útero. Quando acontece o contrário, o excesso de líquido amniótico é chamado de hidrâmnios ou polidrâmnio. A redução no líquido amniótico não é tão rara: cerca de 8 por cento das grávidas têm oligoidrâmnio em algum ponto da gestação, normalmente no terceiro trimestre.



Por que o líquido amniótico é importante?




O líquido amniótico envolve o bebê durante todo o seu desenvolvimento, dentro do saco amniótico, também conhecido como bolsa das águas. Ele serve para:


• Amortecer choques e movimentos bruscos.

• Impedir que o cordão umbilical seja comprimido, o que prejudicaria o fornecimento de oxigênio para o bebê.

• Manter uma temperatura constante dentro do útero.

• Proteger o bebê contra infecções

. • Permitir que o bebê se movimente, desenvolvendo os músculos e os ossos.

• Ajudar na formação do sistema digestivo e respiratório, já que o bebê "inspira" e "expira" o líquido, e o engole, eliminando-o na forma de urina.



Qual é a quantidade ideal de líquido?



O volume de líquido amniótico vai aumentando com o decorrer da gravidez, e costuma chegar à sua quantidade máxima por volta de 34 a 36 semanas de gravidez. Nessa altura, você tem entre 800 ml e 1 litro de líquido dentro do útero. Depois disso, o volume vai diminuindo aos poucos, até o bebê nascer.



Como dá para saber quanto líquido tem dentro da barriga?



Para medir a quantidade de líquido, é preciso fazer um ultra-som. Seu médico vai solicitar um se desconfiar de que a quantidade de líquido está abaixo da ideal. Veja alguns sinais de que isso pode estar ocorrendo:


• quando a mulher está perdendo líquido amniótico pela vagina

• quando o bebê está menor que o normal para a idade gestacional

• quando o médico consegue apalpar fácil o bebê pelo lado de fora da barriga

• quando a mulher não está sentindo o bebê mexer com frequência

• quando a mulher já teve outro filho que nasceu pequeno para a idade gestacional

• quando a mulher tem pressão alta

• quando a mulher está com diabete

• quando a mulher sofre de lúpus


Com a ultra-sonografia, dá para medir os bolsões de líquido em vários pontos do útero (o espaço entre o bebê e a parede uterina), e o especialista faz um cálculo que resulta no índice de líquido amniótico (ILA).

No terceiro trimestre, o ILA deve estar entre 5 cm e 25 cm. Um índice abaixo de 7 cm é considerado sinal de alerta, e com menos de 5 cm pode fazer com que os médicos prefiram adiantar o parto.



O bebê corre riscos por eu estar com pouco líquido?



As consequências para o bebê dependem da causa da redução no líquido, e se a quantidade está mesmo muito pequena. Na maioria dos casos, o oligoidrâmnio é diagnosticado no terceiro trimestre e não exige nenhuma providência, só um acompanhamento um pouco mais atento da gravidez. A maior preocupação quando há redução no volume de líquido antes do terceiro trimestre é que o crescimento dos pulmões do bebê seja prejudicado. Por isso, é provável que você seja submetida a ultra-sonografias com mais frequência para acompanhar o desenvolvimento do seu filho. A possibilidade de parto prematuro é outra preocupação. Pode ser, porém, que os médicos decidam que o bebê vai se desenvolver melhor fora do útero do que dentro, e resolvam antecipar o parto. É comum que, em casos de falta de líquido amniótico, o bebê esteja sentado, pois o líquido é que facilitaria a movimentação dentro do útero e o posicionamento de cabeça para baixo.



Por que o líquido diminui?



Nem sempre a causa do oligoidrâmnio é conhecida. A diminuição do volume das águas é mais observada nos meses de clima quente, por isso os especialistas acreditam que ela tenha relação com a desidratação materna. Dessa maneira, seu médico vai recomendar que você tome muito líquido. Repouso e banhos de imersão também costumam ser recomendados pelos obstetras. Existem outras causas específicas para a redução no líquido, e cada uma tem seu próprio tratamento. Conheça as causas mais comuns:


Ruptura parcial da bolsa


Quando há uma pequena abertura na bolsa, o líquido pode escapar. Pode acontecer em qualquer ponto da gravidez, mas é muito mais frequente perto do final da gestação. Às vezes a abertura se fecha sozinha e o líquido pára de vazar (por exemplo, quando a perda de líquido acontece depois de uma amniocentese. O maior perigo dessa ruptura parcial da bolsa, além do oligoidrâmnio, é a entrada de bactérias, que podem provocar uma infecção. Assim, seu médico estará mais atento para qualquer sinal de infecção.


Problemas na placenta


Pode ser que a placenta não esteja produzindo sangue e nutrientes em quantidade adequada para o desenvolvimento do bebê. Quando os bebês são pequenos, produzem menor quantidade de urina, por isso os níveis de líquido amniótico ficam baixos.


Anomalias no bebê


Quando o líquido fica abaixo do normal ainda no primeiro ou no segundo trimestre, pode ser que haja alguma malformação interferindo na produção de urina pelo bebê. O médico deve pedir um ultra-som detalhado para verificar o desenvolvimento dos rins do bebê e do trato urinário, além do coração.


Síndrome da transfusão feto-fetal


Quando a mulher está grávida de gêmeos idênticos e cada um tem sua própria bolsa, há entre 10 e 15 por cento de possibilidade de eles terem a síndrome da transfusão feto-fetal -- um bebê recebe mais sangue e nutrientes da placenta que o outro. Nesses casos, o gêmeo "doador" acaba ficando com menos líquido amniótico, enquanto o "receptor" fica com líquido em excesso. Se você estiver grávida de gêmeos, terá que fazer ultra-sonografias com frequência para acompanhar os níveis de líquido amniótico e o desenvolvimento de cada bebê.


Medicamentos


Determinados remédios podem causar oligoidrâmnio. A medicação contra hipertensão à base de inibidores da enzima conversora da angiotensina (inibidores da ACE), por exemplo, afeta o funcionamento dos rins do bebê e deve ser evitada. Alguns remédios usados para combater a ameaça de parto prematuro também podem afetar os rins do bebê, assim como o ibuprofeno. Nunca use nenhum remédio na gravidez sem falar com o médico.










Na gravidez, duas situações envolvendo o diabetes podem acontecer: a mulher que já tinha diabetes e engravida e o diabetes gestacional. O diabetes gestacional é a alteração das taxas de açúcar no sangue que aparece ou é detectada pela primeira vez na gravidez. Pode persistir ou desaparecer depois do parto.



Causas



Como nos outros tipos, a causa exata do diabetes gestacional é desconhecida. Contudo, os especialistas acham que o diabetes gestacional pode ser uma etapa do diabetes tipo 2, pelas semelhanças clínicas existentes entre ambos.


Os Fatores de Risco são Parecidos com Aqueles do Diabetes Tipo 2 e Incluem :


Idade acima de 25 anos;
Obesidade ou ganho excessivo de peso na gravidez atual;
Deposição central excessiva de gordura corporal (gordura em excesso no tronco);
História familiar de diabetes em parentes de 1o grau;
Baixa altura (1,50cm);
Crescimento fetal excessivo, hipertensão ou pré-eclâmpsia na gravidez atual;
Antecedentes obstétricos de morte fetal ou neonatal, de macrossomia (peso excessivo do bebê) ou de diabetes gestacional.


Hormônios


No período da gravidez, a placenta (órgão responsável pela nutrição do feto) produz algumas substâncias (hormônios) em grande quantidade. Embora imprescindíveis para o desenvolvimento do bebê, os hormônios criam resistência (dificuldade) à ação da insulina no organismo materno. Todas as mulheres grávidas têm algum grau de resistência Insulínica, mas as mulheres com diabetes gestacional apresentam uma resistência mais exagerada.O diabetes gestacional costuma aparecer por volta da vigésima quarta semana de gravidez, exatamente quando a placenta começa a produzir grandes quantidades de hormônios. Por isso o rastreamento para o diabetes gestacional ocorre nesse período.


Genética


Acredita-se que os genes do diabetes gestacional e do diabetes tipo 2 são semelhantes. Em ambos, o que ocorre não é a deficiência acentuada na produção da insulina, mas uma resistência à ação dessa substância. Além disso, o diabetes gestacional aumenta as chances de a mulher desenvolver o diabetes tipo 2 no futuro.Os médicos acreditam que algumas mulheres com níveis glicêmicos mais elevados no início da gravidez (primeiro trimestre) provavelmente já estavam com diabetes antes do início da gravidez. Por esse motivo, e pela semelhança que o diabetes gestacional apresenta com o diabetes tipo 2, todas as mulheres que tiveram diabetes são orientadas a fazer a reavaliação das taxas de glicose após o parto.


Tratamento


Existem vários critérios para se fazer o diagnóstico do diabetes gestacional. De uma maneira geral, a indicação do tratamento inclui desde elevações mais leves das taxas de glicose até o diabetes franco, como diagnosticado fora da gravidez.O tratamento do diabetes gestacional tem por objetivo diminuir a taxa de macrossomia (peso elevado do bebê ao nascer), evitar a queda do açúcar ao nascer (hipoglicemia) do bebê e diminuir a taxa de cesareana.
No passado, esses bebês podiam apresentar outras complicações no nascimento, mas essas complicações estão menos freqüentes hoje em dia. Para o lado materno, além de aumento do risco de cesareana, o diabetes gestacional pode estar associado à toxemia, uma condição da gravidez que provoca pressão alta e geralmente tem como acompanhante a inchação de pernas e que pode causar um parto mais prematuro.
O diabetes gestacional, é inicialmente tratado com planejamento alimentar, que idealmente deve ser orientado por nutricionista. Os exercícios físicos podem fazer parte do tratamento e serão orientados por seu médico. De maneira geral, mulheres que já faziam atividade física podem continuar a fazê-la normalmente. . Caso essas medidas não surtam os efeitos esperados por seu médico, será indicado o tratamento com insulina. Isso ocorre porque os efeitos dos antidiabéticos orais não estão bem estabelecidos na gravidez, então eles não podem ser usados nesse momento.
Outra observação importante está relacionada aos objetivos glicêmicos. No diabetes gestacional está recomendado um controle mais estreito das taxas de glicose. Seu médico combinará com você quais são as metas de tratamento.




Terapia Nutricional


A terapia nutricional é um aliado importante. Para muitas mulheres é suficiente para manter a glicemia dentro dos valores recomendados pelo médico. Na gravidez, a mulher deve ganhar um mínimo de peso, em geral entre 10 e 12 quilos para mulheres que estão com o peso adequado. Suas escolhas alimentares devem ser saudáveis.
Elas terão um papel singular para o tratamento do diabetes gestacional. Provavelmente, será necessário relembrar os conhecimentos básicos de nutrição. Por isso, a procura por um nutricionista torna-se interessante.
A dieta pode ser acompanhada de exercícios leves. Mesmo pessoas com algumas carências especiais durante a gravidez podem nadar ou caminhar. Seu médico orientará sobre as contra-indicações à prática de atividade física.
Entre os objetivos da terapia nutricional pode constar, também, um limite para ganhar peso, recomendado às mulheres obesas. Isso é imprescindível, porque é mais freqüente que mulheres obesas desenvolvam diabetes durante a gestação. O ganho de peso mínimo recomendado para essa situação é de 6,8kg.




Terapia Insulínica



O médico poderá recorrer à terapia Insulínica caso haja dificuldade para atingir resultados satisfatórios somente com dieta. É comum que a resistência à insulina atinja o auge durante o terceiro trimestre.
O tratamento com insulina está, em geral, indicado quando as taxas de glicose em jejum fiquem acima de 105 mg/dl e as taxas de glicose medidas 2 horas após as refeições acima de 130 mg/dl. O momento de iniciar a insulina será orientado por seu médico, dependendo de cada situação.
O uso da insulina pode incluir uma mistura de insulinas de ação curta e intermediária. Em geral, está recomendado o uso fracionado das doses de insulina. Seu médico combinará com você o melhor esquema de tratamento para o seu caso.
É comum haver a necessidade de aumento das doses de insulina mais no final da gravidez (a partir do terceiro trimestre). Isso simplesmente significa que a sua resistência à insulina está aumentando.
No terceiro trimestre da gravidez, os níveis baixos de glicose que levariam à hipoglicemia chegam a ser raros. Contudo, mulheres que usam insulina estão em risco de apresentar hipoglicemia. Para prevení-la, siga seu planejamento alimentar com atenção aos horários e faça as adequações necessárias à prática de exercício em função das alimentações.




Exames


O controle do tratamento do diabetes gestacional é feito com a monitorização da glicose. Isso pode ser feito em laboratório com a retirada de sangue ou em casa, com as tiras reagentes e glicosímetro. Recomenda-se que as mulheres em uso de insulina façam o controle das taxas de glicose com maior freqüência, para ajuste do tratamento. Seu médico indicará a melhor maneira de monitorizar as taxas de glicose.
Nas mulheres que usam insulina, pode ser necessário examinar o sangue com freqüência, talvez quatro ou mais vezes por dia. As medidas integradas de glicose (a mais importante é a taxa da glico-hemoglobina) em geral são de pouca utilidade no diabetes gestacional, pois elas estão, na grande parte das vezes, normais. Lembre que o diabetes gestacional é de duração curta, então isso faz com que a glico-hemoglobina não se modifique nesse período curto.
No final da gravidez você será orientada a fazer exames que avaliam o bem estar do bebê com mais freqüência. Seu médico conversará com você a respeito de quando iniciar essa avaliação. Ela depende do tipo de tratamento que você faz.
Lembre, por fim, que a mulher que apresenta diabetes gestacional precisa ser reavaliada após 2 meses do parto com um exame das taxas de glicose. Apesar de o diabetes gestacional ser considerado uma situação de gravidez de alto risco, os cuidados médicos freqüentes e os cuidados tomados pela pessoa que o apresenta possibilitam que a gestação corra tranqüila e que os bebês nasçam no momento adequado e em boas condições de saúde.




O que ocorre com o bebê?



O bebê utiliza açúcar da mãe para obter energia e cresce até nascer. Quando o açúcar da mãe está elevado, assim será o de seu bebê e então o bebê produz insulina para diminuir a quantidade de açúcar em seu sangue. O bebê pode utilizar o açúcar da mãe, mas não pode utilizar sua insulina, pois a insulina não pode atravessar a placenta.O açúcar que bebê não utiliza é armazenado por ele em forma de gordura. E é por isso que o bebê engorda e fica muito grande. Isso é conhecido como macrossomia. Se o bebê é muito grande, a mãe pode ser lastimada ou o bebê durante o parto pode ser lastimado ou necessitar de uma cesárea.Se o açúcar da mãe estiver elevado no momento do parto, seu bebê produzirá uma grande quantidade de insulina e uma vez que nasça não utilizará mais açúcar da mãe. Do mesmo modo terá excesso de insulina em sua corrente sanguínea. Por essa razão, algumas vezes, os bebês podem ter o nível de açúcar muito baixo, conhecido como hipoglicemia. Depois do parto, o bebê deverá ser observado cuidadosamente para detectar um possível baixo nível de açúcar no sangue.Além disso, o bebê pode nascer com a cor da pele amarelada (icterícia). Isso dura pouco tempo e requererá o uso de lâmpada infravermelha para fazer a pele do bebê voltar a normalidade. Apenas em casos muito raros, pode ocorrer morte prematura. Para prevenir a morte prematura é importante que a mulher grávida evite fumar, ingerir bebidas alcoólicas ou usar drogas para garantir a saúde do bebê.


Amamentação


Não haverá transmissão de diabetes ao bebê através do leite materno. A mãe deve manter uma boa saúde e comer as mesmas comidas que estão no programa de comidas da gravidez.Logo que terminar de amamentar, a mãe deve fazer o necessário para perder todo o peso extra. E perder peso pouco a pouco da seguinte maneira:
1. Realizar exercícios físicos.2. Evitar os açúcares simples e comidas ricas em gordura.3. Observar com cuidado a quantidade de comida ingerida.4. Comer três vezes ao dia.5. Tomar bastante água.


Conclusão


São poucas as mulheres que seguem tendo com Diabetes depois do parto. Aproximadamente 2% das mulheres com Diabetes Gestacional continuarão tendo Diabetes depois do parto.Após o nascimento do bebê, a mãe necessitará de outra análise de seu sangue para assegurar que sua Diabetes desapareceu. Essa análise deve ser realizada entre a segunda e sexta semana do nascimento do bebê.E o mais importante, se a paciente já foi acometida de Diabetes Gestacional, ela pode ter outra vez em sua próxima gravidez. E se voltar a ficar grávida, a paciente precisará informar ao médico que já fora acometida de Diabetes Gestacional. O médico novamente irá analisá-la para saber se há Diabetes Gestacional e deverá seguir as mesmas orientações e cuidados que teve anteriormente.



OBS: Para minha amiga virtual Rita do forum do site Baby Center, espero que você consiga esclarecer suas dúvidas Rita, que Deus lhe ilumine, fica tranquila que vai dar tudo certo.

Bjos: Vê Máscolo









fontes: http://www.diabetes.org.br/diabetes/gestacional/
http://www.coladaweb.com/doencas/diabetes-gestacional
























Ontem á noite como ainda estava me sentindo mal fui ao hospital Santa casa de Misericórdia aqui de Porto Alegre, consultei pelo SUS e completamente ao contrário do que havia acontecido no dia anterior em outro hospital público, fui muito bem atendida.

Assim como no outro hospital fui atendida primeiramente por uma residente a qual foi muito atenciosa e compreensiva comigo, ela me explicou exatamente o que esta acontecendo, dizendo que como o ILa ( líquido aminiótico ) estava em 80mm temos que monitorar de perto a perda de líquido, pois com o tempo de gestação que estou o liquido deveria estar em + ou - 130mm, 140mm .

Ela juntamente com mais 2 médicas contratadas do hospital me explicaram que elas trabalham com números exatos, se o ILa estivesse em 50mm eu teria que ficar em observação no hospital e se chegar a 30mm teremos que retirar a minha bebezinha antes do tempo.

Estou satisfeita com o atendimento que recebi lá, eles monitoraram minha bebê através do map, e graças a Deus o coraçãozinho dela esta bem, eles fizeram praticamente a mesma coisa que o outro hospital a diferença é que elas estavam calmas e seguras do que estavam fazendo, transmitindo para mim tranquilidade, afinal de contas é difícil você confiar a sua segurança e a do seu bebê a pessoas que demonstram não saber o que fazem.

Agora terei que me hidratar muito e fazer bastante repouso, tentando manter minha Melzinha o máximo de tempo aqui dentro segura e amadurecendo o pulmãozinho dela para que ela possa vir para casa junto comigo.

Na próxima quarta feira dia 09/09/09 tenho mais uma consulta de pré-natal, aonde minha obstetra decidirá o que faremos daqui para frente com mais precisão.

Resumindo não sei por que existem médicos que demonstram realmente gostar da suas profissões, enquanto existem outros que fazem pouco caso dos pacientes, principalmente no SUS.

Acredito que as pessoas devem ter certeza do que realmente querem ser em suas vidas, ainda mais se tratando de profissionais da área da saúde, afinal de contas depositamos neles total confiança dos nossos bens mais preciosos, seja a nossa própria vida ou a vida de alguém a quem amamos muito.










Faz tempo que não publico nada sobre minha gestação, infelizmente venho publicar que estou tendo diversos probleminhas agora no finalzinho.

Sábado passado dia 29/08/2008 fiz o que deveria ter cido minha última ecografia, porém descobri que estou perdendo líquido aminiótico, o que não é um bom sinal, ontem á tarde tive uma consulta extra com minha obstetra, ela me encaminhou a um dos hospitais públicos aqui de Porto Alegre, no encaminhamento ela solicitou alguns exames, porém chegando no hospital no primeiro momento fui atendida por uma residente ( pois aqui nos nossos hospitais são poucos os médicos contratados a grande maioria é residentes ) a qual nem me examinou nem nada e ainda por cima não queria realizar nenhum dos exames solicitados por minha obstetra.

Eu como sou meia invocadinha ainda mais se tratando do bem estar de minhas filhas, perguntei se ela realmente tinha certeza de que não seria preciso realizar nenhum dos exames que minha médica pediu.

Ela que até então dizia que minha perda de líquido era normal resolveu pedir a opinião de um dos médicos plantonistas, o qual me encaminhou para fazer o map ( exame no qual acompanhamos os batimentos cardíacos e a movimentação do bebê ), fiquei mais de uma hora no exame, e graças a Deus os batimentos cardíacos de minha bebê estavam normais, porém minha médica havia solicitado uma ecografia de perfil a qual a residente do hospital não quis realizar.

O plantonista me liberou e recomendou muito repouso, disse que se eu não ganhasse minha bebê até dia 07/09/2009 na próxima segunda eu terei que fazer um acompanhamento no hospital e na clínica onde faço meu pré-natal para controlar a perda de líquido.

Porém lhes pergunto, como irão saber se estou perdendo mais liquido se nem realizaram a ecografia?

Eles disseram que não havia necessidade de outra ecografia devido a que eu realizei no dia 29/08/09 a qual já acusou uma diminuição no líquido, porém estou preocupada e se acaso eu continuar perdendo mais e mais liquido, sendo que não tenho como controlar pois, ele não esta escorrendo perna abaixo esta saindo aos poucos,.

Fiquei muito frustrada com o atendimento deste hospital, sendo que sempre fui bem atendida lá, inclusive ganhei minha filha mais nova lá, e agora isto.

Sei que posso estar preocupada a toa, porém a alguns meses atrás antes de eu perder meu emprego, eu tinha um convênio muito bom pela empresa, e tenho certeza de que se eu tivesse um bom convênio hoje, isto não estaria acontecendo, jamais iriam me liberar do hospital sem eu ter feito todos exames necessários.

Resumindo fiquei na dúvida do que fazer e agora como não tenho condições de pagar pelo exame vou esperar e qualquer alteração terei que procurar outro hospital, pois fiquei com medo de que algo dê errado.


Mas que ninguém merece o SUS ninguém merece....






Link da calculadora on line gratis do site Zazou moda gestante, no meu caso ela esta corretíssima...



http://www.zazou.com.br/home/default.asp?id=calculadoras&pg=gestacao





Introdução

A toxemia gravídica ou doença hipertensiva específica da gravidez compreende um conjunto de problemas que só acontece durante a gravidez, depois da 20ª semana. Ela engloba desde os casos leves de hipertensão arterial e o inchaço no início da gestação até os quadro de pré-eclampsia, eclampsia e síndrome HELLP.




A paciente que com pré-eclampsia desenvolve pressão alta e passa a eliminar proteína na urina. O inchaço pode iniciar nas pernas e chegar a atingir o corpo inteiro.

Na pré-eclampsia, os vasos sanguíneos da mãe se contraem (tornam-se estreitos), diminuindo o suprimento de sangue ao feto, à placenta, aos rins, ao fígado, aos olhos, ao cérebro e a outros órgãos da mulher.

A eclampsia é uma complicação da pré-eclampsia combinada a ataques epiléticos ou coma. O problema pode afetar tanto a mãe quanto o bebê.

A pré-eclampsia e a eclampsia são as principais causas de doença e morte para mães e recém-nascidos. A pré-eclampsia acontece em aproximadamente cinco a oito por cento das mulheres grávidas. A eclampsia acontece em uma a cada 200 mulheres com pré-eclampsia, e é freqüentemente fatal se não é tratada.

Os problemas que aumentam as chances de uma mulher desenvolver toxemia gravídica incluem:



Estar na primeira gravidez
Ser diabética com problemas vasculares
Ter obesidade
Ser portadora de hipertensão arterial crônica
Ter problemas renais
Estar abaixo dos 15 ou acima dos 35 anos de idade
Ter gestações múltiplas (gêmeos, trigêmeos ou mais)
Ser da raça negra
Ser portadora de Lúpus Eritematoso ou outra doença vascular do colágeno
Ter uma história familiar de toxemia gravídica (mãe, irmã, filha, avó, tia, etc)




Quadro Clínico

Pré-eclampsia leve — A mulher com pré-eclampsia leve pode não ter nenhum sintoma, ou pode ter só um leve inchaço das mãos ou dos pés. Entretanto, muitas mulheres grávidas têm algum grau de inchaço sem que isso indique pré-eclampsia.

Pré-eclampsia Grave — Os sintomas podem incluir:
Dor de cabeça,
Alterações Visuais,
Náuseas, vômitos e dor abdominal, normalmente acima do umbigo,
Falta de ar,
Dor pélvica,
Sangramento vaginal,
Hematúria (presença de sangue na urina).

Eclampsia
— A eclampsia causa ataques epiléticos que se caracterizam por perda de consciência (desmaios) com contrações sem controle dos braços e das pernas; com ou sem liberação de urina ou fezes.

Diagnóstico

O acompanhamento de toda a gravidez por um obstetra em consultas pré-natais é de suma importância, pois a toxemia gravídica tem seu início insidioso e na maior parte das vezes não tem sintomas no começo. O pré-natal é a melhor forma de ter a toxemia gravídica diagnosticada e tratada antes dela tornar-se grave. O obstetra, durante a consulta pré-natal, irá medir a pressão arterial e solicitará um exame de urina para ver se há perda de proteína porque os resultados alterados são os sinais mais precoces e comuns da toxemia gravídica.

Se a mulher têm antecedentes de pressão alta (hipertensão arterial) antes da gravidez o diagnóstico de toxemia pode ser mais difícil de se estabelecer. Uma a cada quatro mulheres com pressão alta desenvolve pré-eclampsia durante a gravidez.



Pré-eclampsia leve — É caracterizada pelo seguinte:



Pressão diastólica (menor valor) igual ou menor que 100 mmHg,




Elevação de 30 pontos no valor sistólico da pressão arterial (número superior) ou 15 pontos de elevação no diastólico (número inferior) em sua pressão sanguínea habitual, até mesmo se os valores não superarem 140 x 90 mmHg



Inchaço ou ganho de peso de mais que um quilo em uma semana ou um ganho de peso súbito. (Inchar na área de tornozelo é considerado normal durante gravidez)



Presença de proteína na urina, porém não superior a cinco gramas em 24 horas,



Exame de fundo de olho mostrando a retina borrada, além de evidência de arterioloespasmo.



Pré-eclampsia Grave — Inclui:

Pressão sanguínea diastólica superior a 110 mmHg,




Dor de cabeça ou distúrbios visuais associados à pressão alta,




Proteína na urina superior a cinco gramas por um período de 24 horas,




Baixo volume urinário (oligúria) - inferior a 600 ml em 24 horas,




Dor abdominal ou pélvica,




Inchaço nos pulmões,




Sangramento vaginal,




Sinais da Síndrome "HELLP" - A síndrome HELLP acontece em aproximadamente 10 por cento das pacientes com pré-eclampsia grave e caracteriza-se pelo mal funcionamento do sistema de coagulação do fígado e do sangue. HELLP significa: Hemolysis (hemólise – destruição das células vermelhas do sangue), enzimas do fígado elevadas (Elevated Liver enzymes), e Low Platelets (baixa quantidade de plaquetas - células que ajudam o sangue a se coagular).

Eclampsia — O aparecimento de ataques epiléticos ou coma numa mulher com pré-eclampsia grave define eclampsia. Porém, tais ataques epiléticos podem também acontecer na pré-eclampsia leve. Quase 50 por cento das pacientes com eclampsia têm também a síndrome HELLP. A eclampsia pode aparecer durante o período pós-parto imediato.


Prevenção

Não há nenhum modo de se prevenir a pré-eclampsia.

Se não existem métodos eficazes de prevenção, as complicações da pré-eclampsia e da eclampsia podem ser evitadas. Isto se dá quando se reconhece no pré-natal bem conduzido, as gestantes de risco (primeira gestação, hipertensas crônicas, pré-eclampsia ou eclampsia em outra gravidez, diabéticas com problemas vasculares ou gravidez múltipla). Acredita-se que mulheres que recebem tratamento pré-natal são sete vezes menos prováveis de morrer de com a doença que mulheres que não tomaram este cuidado durante a gravidez. O acompanhamento pré-natal é crucial na prevenção das complicações e mortes de mães e fetos.

Tratamento

O parto é a única forma de tratar a pré-eclampsia e a eclampsia de forma definitiva.



O ideal é que se retarde o parto até o feto estar suficientemente desenvolvido para nascer com segurança.

As medidas que envolvem o tratamento incluem:

Pré-Eclampsia Leve

Retardar o parto até que o bebê esteja maduro o bastante;
Repouso da mãe na cama com o corpo voltado para o lado esquerdo a maior parte do tempo;
Controle diário da pressão sanguínea, se possível mais de uma vez ao dia;
Controle do peso diariamente (valorizar o ganho de peso de 1 Kg por semana como piora);



Não fazer uso de diuréticos;
Não tomar remédios para a pressão a menos que a paciente tenha pressão arterial crônica ou que o repouso não diminua os níveis de pressão;
Dosagem das proteínas na urina a cada três dias;
Dosar as enzimas hepáticas e a coagulação do sangue pelo menos uma vez por semana;
Avaliar o crescimento ponderal e a vitalidade do feto semanalmente;
Hospitalização para tratamento adequado e monitoramento, quando necessário.

Pré-eclampsia Grave


Induzir o parto assim que for possível (a saúde e o bem-estar da mãe voltarão ao normal assim que o bebê nascer);
Medicamentos anti-hipertensivos de ação rápida como a Hidralazina (endovenosa) ou Nifedipina (sub-lingual);
Hospitalização de todas as pacientes com pré-eclampsia grave;
Uso de anticonvulsivante (Sulfato de magnésio) para diminuir o risco de ataques epiléticos (crises convulsivas);
Controle da pressão sanguínea com medicamentos até o parto.

Eclampsia


Controle dos ataques epiléticos com sulfato de magnésio intravenoso;
Anticonvulsivantes como os Benzodiazepínicos e a Fenil-hidantoína (Hidantal) também podem ser usados;
Medicamentos hipotensores como a hidralazina e a nifedipina poderão ser usados para corrigir a hipertensão arterial;
Indução do parto tão logo os ataques epiléticos forem controlados e a pressão sanguínea da mãe se estabilize;
Antibióticos podem ser recomendados pelo risco de infecção pulmonar e pela possibilidade da paciente ficar inconsciente e respirando por aparelho por longos períodos
.

Qual médico procurar?

A paciente deve procurar seu Ginecologista / Obstetra assim que souber que está grávida. Se a paciente desenvolve dor de cabeça grave, inchaço, alterações na visão, dor abdominal ou pélvica, ou outros sintomas de pré-eclampsia, deve-se procurar o pronto-socorro obstétrico imediatamente.

Prognóstico

A pré-eclampsia geralmente atinge o último trimestre de gravidez, mas pode iniciar a partir do 3° mês. Se a doença piora e ameaça a saúde da mãe o parto normalmente é induzido.

Os sintomas da pré-eclampsia regridem em geral de 1 a 2 dias após o parto e a pressão sanguínea volta aos valores normais após 1 a 3 meses. Se a eclampsia se desenvolve, o melhor tratamento para a mãe é a indução do parto.

O tratamento pré-natal pode reduzir drasticamente as complicações e mortes na pré-eclampsia e eclampsia.