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Sua presença é um presente para o mundo.


Você é única e só há uma igual a você.


Sua vida pode ser o que você quer que ela seja.


Viva os dias, apenas um de cada vez.


Conte suas bênçãos, não os seus problemas.




Você os superará, venha o que vier.


Dentro de você há muitas respostas.


Compreenda, tenha coragem, seja forte.


Não coloque limites em si mesmo.




Muitos sonhos estão esperando para serem realizados.


As decisões são muito importantes para serem deixadas ao acaso.


Alcance o seu máximo, seu melhor, seu prêmio.


Não leve as coisas tão a serio.


Viva um dia de serenidade e não de arrependimento.


Lembre-se que um pouco de amor dura muito.


Dura sempre!


Lembre-se que a amizade é um investimento sábio.




Os tesouros da vida são as pessoas.


Perceba que nunca é tarde demais.


Faça a coisa simples, de uma forma simples.


Tenha saúde.


Viva melhor.




Faça como os passarinhos.


Comece o dia cantando.


A música é o alimento para o espírito.


Cante qualquer coisa, cante desafinado, mas cante!


Cantar dilata os pulmões e abre a alma para tudo de bom que a vida tem por oferecer.


Se insistir em não cantar, ao menos ouça muita música e deixe-se absorver por ela.




Ria da vida. Ria dos problemas.


Ria de você mesmo.Ria das coisas boas que lhe acontecem.


Ria das besteiras que fez.


Ria abertamente para que todos possam se contagiar com a sua alegria.








Não se deixe abater pelos problemas.


Se você se convencer de que está bem,vai acabar acreditando e se sentindo bem.


O bom humor, assim como o mau humor, é contagiante.


Qual deles você escolhe?




Leia coisas positivas.


Leia bons livros, poesias,pois a poesia é a arte de aceitar a alma.


Pratique algum esporte.


O peso da cabeça é muito grande e tem que ser contrabalançado com alguma coisa.


Você certamente vai se sentir bem disposta,mais animada e mais jovem.




Encare suas obrigações com satisfação.


É maravilhoso quando se gosta do que faz.


Ponha amor em tudo o que estiver ao seu alcance.


Quando for fazer alguma coisa, mergulhe de cabeça.


Não viva emoções mornas, próprias de pessoas mornas.


Não deixe as oportunidades que a vida oferece.


Elas não voltam.


Nenhuma barreira é intransponível se você estiver disposto a lutar.




Não deixe que os problemas acumulem. Resolva-os logo! Fale.


Converse. Escute. Brigue.




O que mata é o silêncio e o rancor.


Exteriorize tudo, deixe que as pessoas saibam que você as


estima,


as ama, precisa delas, principalmente em família.


Amar não é vergonha.





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Diz uma lenda que o dia em que o bom Deus criou as mães, um mensageiro se acercou Dele e Lhe perguntou o porquê de tanto zelo com aquela criação.


Em quê, afinal de contas, ela era tão especial?


O bondoso e paciente Pai de todos nós lhe explicou que aquela mulher teria o papel de mãe, pelo que merecia especial cuidado.


Ela deveria ter um beijo que tivesse o dom de curar qualquer coisa, desde leves machucados até namoro terminado.


Deveria ser dotada de mãos hábeis e ligeiras que agissem depressa preparando o lanche do filho, enquanto mexesse nas panelas para que o almoço não queimasse.


Que tivesse noções básicas de enfermagem e fosse catedrática em medicina da alma. Que aplicasse curativos nos ferimentos do corpo e colocasse bálsamo nas chagas da alma ferida e magoada.


Mãos que soubessem acarinhar, mas que fossem firmes para transmitir segurança ao filho de passos vacilantes. Mãos que soubessem transformar um pedaço de tecido, quase insignificante, numa roupa especial para a festinha da escola.


Por ser mãe deveria ser dotada de muitos pares de olhos. Um par para ver através de portas fechadas, para aqueles momentos em que se perguntasse o que é que as crianças estão tramando no quarto fechado.


Outro par para ver o que não deveria, mas precisa saber e, naturalmente, olhos normais para fitar com doçura uma criança em apuros e lhe dizer: Eu te compreendo. Não tenhas medo. Eu te amo, mesmo sem dizer nenhuma palavra.


O modelo de mãe deveria ser dotado ainda da capacidade de convencer uma criança de nove anos a tomar banho, uma de cinco a escovar os dentes e dormir, quando está na hora.


Um modelo delicado, com certeza, mas resistente, capaz de resistir ao vendaval da adversidade e proteger os filhos.


De superar a própria enfermidade em benefício dos seus amados e de alimentar uma família com o pão do amor.


Uma mulher com capacidade de pensar e fazer acordos com as mais diversas faixas de idade.


Uma mulher com capacidade de derramar lágrimas de saudade e de dor mas, ainda assim, insistir para que o filho parta em busca do que lhe constitua a felicidade ou signifique seu progresso maior.


Uma mulher com lágrimas especiais para os dias da alegria e os da tristeza, para as horas de desapontamento e de solidão.


Uma mulher de lábios ternos, que soubesse cantar canções de ninar para os bebês e tivesse sempre as palavras certas para o filho arrependido pelas tolices feitas.


Lábios que soubessem falar de Deus, do Universo e do amor. Que cantassem poemas de exaltação à beleza da paisagem e aos encantos da vida.


Uma mulher...

Uma mãe...



******************************//*************************************


Ser mãe é missão de graves responsabilidades e de subida honra. É gozar do privilégio de receber nos braços Espíritos do Senhor e conduzi-los ao bem.



Enquanto haja mães na Terra, Deus estará abençoando o homem com a oportunidade de alcançar a meta da perfeição que lhe cabe, porque a mãe é a mão que conduz, o anjo que vela, a mulher que ora, na esperança de que os seus filhos alcancem felicidade e paz.



Autor: Redação do Momento Espírita. Disponível no CD Momento Espírita, v. 5, ed. Fep. Em 09.03.2009.


OBS: Este texto foi colocado no forum e-family pela amiga Selmy, achei ele tão parecido com minha realidade que resolvi postar aqui no meu cantinho...




O lado nada Glamour da Gestação......


Pode ser que alguém se identifique com o que acontece nesse nosso corpinnho que não nos pertence... nesta fase sublime e angelical, não fosse isso tudo !

Escrevi isso porque uma amiga me disse que os homens talvez sintam inveja da gente.

Eu disse : se algum deles te disser que tem inveja da gravidez, conte isso e observe a reação.

Se ele ainda tiver inveja, conte como rola um parto (qualquer um).

Duvido que ele sinta inveja depois !


Lado NADA GLAMOUR da gestação, fisicamente falando :


* vc tem um sono incontrolável, como se estivesse chapada


* vc fica com a xexeca engordecida - sim, porque até a bendita engorda ! Fica parecendo as bochechas do Fofão !


* vc sente dores por tudo - costas, pés, pernas, enfim... lá também, na 'perse' pois eles pesam bem no ossinho, no períneo, são espaçosos...


* vc não enxerga mais a 'perse' depois de um certo tempo, vc sabe que ela não saiu de lá pois continua fazendo xixi e sente que ela tá lá, mas não a vê, e agora no final, mal consegue posicionar o espelho prá reconhecer a bicha


* vc adquire um figurino xuper xéxy - meias de compressão, cintas, sutiãs de sustentação, suporte pançal... a tiazinha que se cuide !


* vc se torna a pessoa mais gasosa do universo, daria prá encher um balão inteiro e sobrevoar o Château de Chambord - o bb comprime todinho seu sistema digestivo, vc fica com azia, dor de estômago, refluxo e muuuitos gases, o médico te dá remédios que funcionam como uma espécie de rotorooter, ou seja, à noite, quando vc se vira, os gases sobem ou descem tooodos (e não são mais nem discretos nem inodoros !!!)


* além desses gases serem um estraga-prazeres das horas H, tem também aquela coisa do maridão chegar por trás todo quentinho, vc se virar prá ele e dizer : ai, amor, aproveita que vc tá aí e me faz uma massaginha na lombar ??? (variantes : nos pés, nas pernas, onde doer !)


* vc vaza líquido pela xexeca o tempo todo, a ponto de achar que mijou nas calçolas - mas não mijou não !!!! E tem mais, vc vaza ainda mais depois do oitavo mês, uma coisa linda de viver, como diria a Hebe !


* vc não sai da privada, faz xixi a toda hora - e quando pensa que acabou, sai mais. E quando volta a dormir no meio da madrugada, senta na beira da cama e sente que mais um pingo desceu (no dia seguinte ou na mijada seguinte, vc vê se foi de xixi ou de umidade da 'perse' mesmo)


* por conta desse xixi todo, se seu marido passa com o carro numa rua esburacada, há perigo de vazamento ! * vc tem que abrir bem as pernas prá se limpar - e tem vezes que os lábios grudam e o xixi vai na dobra da perna (que delícia...)


* vc sente falta de ar como se tivesse corrido a marathona, enquanto que só colocou as meias de compressão (lembrando : xuper xéxy !)


* vc tem dificuldades em se depilar sozinha - lembrando que se torna extremamente perigoso tentar depilar a 'perse' e a virilha a certa altura do championnat ! Aliás, vc tem que confiar cegamente numa depiladora, afinal, vc não enxerga nada do que ela tá fazendo !


* vc não deita mais na cama, você rola - vc se torna um tatu-bola gigante e obeso que precisa rolar porque não tem mais leveza alguma prá sobreelevar esse corpinho que já foi de violão algum dia e agora tá mais prá bumbo. Detalhe : teu marido fica com medo de ser massacrado numa dessas roladas, caso seu sistema de freio (travesseiro) não funcione !


* vc adquire quatro outros amantes além do marido : quatro travesseiros, dois na cabeça, um no meio das pernas, um embaixo da barriga. Mas nem que vc quisesse, conseguiria se esfregar nesse travesseiro no meio das pernas, como tua cachorrinha : ou vc tá cansada demais prá isso, ou vc não consegue erguer as pernas uma vez bem apoiadinhas !


* vc de repente pode sentir o maior calorão em pleno inverno e isso não quer dizer que a gestação venha acompanhada de menopausa ! Um médico me deu uma explicação altamente dispensável : é que sua ADIPOSIDADE está consideravelmente aumentada... (tá, alguém perguntou ???)


* vc se torna a prima do Garfield ao caminhar e, como ele, diz : puxa vida, não vejo mais meus pés ! * por conta disso, vc não alcança mais seus pés, sequer prá cortar as unhas !


* vc adquire um andar gracioso de pata, e fica pensando 'puxa vida, será que um dia vou conseguir fechar as pernas novamente ? '


* tua cachorra volta te procurar na escada porque acha que vc não subiu, quando - de fato - vc sobe dois degraus e descansa três (ela deve te achar uma lesa)


* vc bebe água como uma refugiada do Saara e sente fome como se tivesse chegado da Etiópia, principalmente daquilo que é proibido comer


* vc pode inchar, como se tivesse botado o dedo naqueles enchedores de bexiga, ainda que nem coma tanto sal assim - e nisso, vc deixar de usar aliança, alguns sapatos, etc.


* sua pele e seus cabelos podem melhorar enormemente, assim como podem ficar detonados como uma recém-chegada da guerra (e dificilmente tem coisa que dê jeito)


* vc fica com medo de pintar a juba e ela vai ficando descolorida e sem graça, ou vc passa um treco que nunca passou, só de medo de prejudicar a gestação, e fica um droga !


* apesar de todos os cuidados de hidratação, vc se enche de estrias como se fosse uma pista de cross * vc pode ficar com manchas no rosto e com a incerteza de que as danadas realmente sumam com o fim da gestação


* vc fica com mais medo ainda de cárie nos dentes e com duas vezes mais chance de tê-las


* vc é chamada de cão farejador toda vez que sentir um odor desagradável a 5 km de distância, quando antes, sua rinite te impedia


* ao contrário, vc nunca teve nada ou tinha e piorou : suas vias respiratórias vivem entupidas e vc respira mal, a boca seca, vc toma água de madrugada, isso significa mais xixi... ou às vezes, vc passa a roncar nos ouvidos do amado ! Tudo bem que prá algumas isso possa soar como uma doce vingança, mas nem sempre...


* vc olha pro seu guarda-roupas com ar desolado e se pergunta se algum dia vai voltar a usar calças que não sejam de palhaço ou do Papai Noel ... ... ...


Eu poderia continuar, mas isso é apenas prá te dar um avant-goût da coisa.


Tem o lado nada glamour do parto, dos comentários imbecis dos outros também, mas eu deixo prá outro dia prá não tirar tua coragem !



OBS: Claro que uma gravidez não é feita apenas de momentos ruins, existem muitas coisas boas na gravidez, mas é que realmente a amiga se puxou e duvido que as futuras mamães não se identifiquem com este texto....pois esta é a nossa mais dura realidade no final da gestação, ainda bem que depois de tudo isto vem a nossa recompensa...





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Lilypie Kids Birthday tickers

Lilypie Fourth Birthday tickers

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Indiferença.........






Quando saías esta manhã de tua casa levando pela mão o teu filhinho, fiquei admirando os seus sapatos novos, o seu lindo capote de lã, a sua pasta de couro cheia de livros e a farta merenda que ele levava para o colégio.



Tu me olhaste com desprezo e seguraste o braço do teu filho, com receio que ele me tocasse.



Pensaste, por acaso, no meu infortúnio, no meu abandono, nos meus pés descalços e na minha roupa toda rasgada?



Será que eu poderia contagiar teu filho?



É claro que te esqueceste imediatamente do incidente; subiste no teu automóvel e te perdeste no tráfego louco da cidade, como se perdem sempre todos os meus sonhos.



Ali, só e abandonado dei asas à minha imaginação e fiquei pensando: que diferença existe entre mim e aquele garoto?



Temos mais ou menos a mesma idade, nascemos na mesma pátria; enquanto ele joga futebol com bolas coloridas, eu chuto pedras; ele dorme agasalhado em sua cama macia, e eu me deito no chão sobre jornais velhos; ele tem comida gostosa e variada, e eu tenho que catar algo nas latas de lixo; ele vai ao colégio para aprender a ler e escrever, enquanto eu vivo na rua aprendendo a roubar e a me defender.



São essas, por acaso, as nossas diferenças?



Será que a culpa é minha?



Será que sou culpado de ter nascido, sorrir sem saber quem é meu pai e tendo por mãe uma mulher sofrida e ignorante? Não fui eu que decidi não ir à escola e também não é minha culpa não ter casa para morar e nem comida para me alimentar.



Alguém resolveu assim e eu nem sei quem foi!



Não posso culpar ninguém porque a minha ignorância nem isso permite.



Não posso sair desta situação sozinho, porque sou incapaz de fazê-lo sem uma generosa ajuda.



Então, como nada é feito, cada vez se acentua mais a diferença entre mim e o menino que levavas pela mão.



No futuro ele será como tu.



Um homem de bem e de conceito respeitado pela sociedade.



E eu? Serei um reles vagabundo que se torna ladrão e caminha em direção ao cárcere.



E até possível que, dentro de alguns anos, o menino e eu voltemos a nos encontrar.



Ele como Juiz de Direito, e eu como réu delinqüente, ele para purificar a sociedade de tipos como eu, e eu para cumprir o meu desgraçado destino; ele para julgar os meus atos, e eu para padecê-los.



Como posso ser condenado ao cárcere, quando jamais tive uma escola para freqüentar?



E quando fiz as coisas à minha maneira chega o peso da lei e a força da justiça para me aniquilar?



Será que tudo isso é justo?



Amigo, não peço a tua mão pois ela é do teu filho; nem a roupa, nem a cama, nem o livro e nem a comida que só a ele pertencem.



Somente te peço que quando me encontrares na rua, sujo, esfarrapado e abandonado, grave a minha imagem em tua mente e, se sobrar um minuto na tua atribulada Vida diária, meditas amigo..., meditas... como podes me salvar?



Sem indiferença, com certeza, poderemos fazer alguma coisa!!!

Escrito pelo conceituado pediatra Dr. Sears, que é também pai de 8 filhos








"No topo da minha lista de conselhos inúteis, está um que todos os pais praticamente ouvem, é deixar o bebê chorar para dormir.

Para ver como esse conselho é ignorante, vamos analizar cada palavra nessa relação mamãe-bebê"

"Se pelo menos o meu bebê pudesse falar em vez de chorar eu saberia o que ele quer" diz Janet, mãe de um bebê exigente e choroso. "Seu bebê pode falar", nós dizemos. "A chave para entender é aprender a ouvir. Quando você aprende a lingüagem especial do choro do seu bebê, você será capaz de responder sensivelmente. Aqui algumas dicas que ajudarão a descobrir o que o seu bebê está tentando dizer com o choro.

O choro não é apenas um som, é um sinal, projetado para a sobrevivência do bebê e desenvolvimento dos pais. Não responder ao choro faz com que ambos, bebê e pais, percam. Vejam porque.

Nos primeiros meses de vida, bebês não conseguem verbalizar suas necessidades. Para preencher essa lacuna até que o bebê possa falar sua lingua, bebês têm uma linguagem única chamada "choro". Bebês sentem uma necessidade, como fome ou necessidade de ser confortado quando angustiado, e essa necessidade desencadeia um som que chamamos choro. O bebê não pensa na sua cabecinha:

"São 3 da manhã, e eu acho que vou acordar mamãe para um leitinho". não! Esse raciocínio defeituoso está pondo uma interpretação de adulto na cabeça de um bebezinho. Além disso, bebês não têm a capacidade mental de entender porque os pais responderiam ao seu choro às 3 da tarde mas não às 3 da manhã. O choro do recém-nascido está dizendo: Eu preciso de algo, alguma coisa não está certa aqui. Por favor me ajude a consertar.

" Um dos conselhos mais ouvidos, e um dos piores, é "deixe seu bebê chorar sozinho"!.

Para ver como é inútil e até perigoso esse conselho, vamos analizar cada palavra na relação mamãe-bebê.

"Deixe seu bebê". - Alguém que não tem conexão biológica com seu bebê, não o conhece nem investe nada nele, e nem está lá às 3 da manhã quando o bebê chora, tem a coragem de te aconselhar como responder (ou não) ao choro do seu bebê.

O choro tem um propósito maravilhoso. Considere o que aconteceria se o bebê não chorasse.

Ele está com fome mas não acorda ("Ele dorme a noite toda, vangloriam-se pais de um bebê treinado a dormir com o método do choro). Ele está com dor, mas não comunica a ninguém.

Essa falta de comunicação é conhecida no fim como "falência para prosperar" "Prosperar" significa não somente ganhar peso, mas crescer ao máximo potencial emocionalmente, fisicamente e intelectualmente.

"Chorar" - não é somente para o bebê que o choro tem um propósito maravilhoso; é também muito útil para os pais, especialmente para mãe. Quando uma mãe ouve seu bebê chorar, o fluxo de sangue aumenta em direção aos seios, acompanhado de uma compulsão biológica imensa de pegar o bebê e amamentá-lo. (amamentar no sentido de confortar, não somente de alimentar). Como um bônus biológico, os hormônios maternais liberados quando o bebê é amamentado relaxam a mãe, então ela fica menos tensa e mais cuidadosa em resposta às necessiaddes do bebê.

Essas mudanças biológicas - parte do propósito da comunicação mãe-bebê - explicam porque é fácil para alguém de fora aconselhar a deixar seu bebê chorando, mas é muito difícil para você fazer isso.

O conselho é contra-produtivo e não é biologicamente correto.



"Chorar" - Considere o que exatamente é isso.

"Deixar chorar" é um hábito adequado?

Provavelmente não, porque para os bebês chorar não é um ato de diversão. E, ao contrário do pensamento popular;

Chorar não é "bom para os pulmões do bebê".

Essa crença não é fisiologicamente correta. O choro é uma necessidade emocional e física. Algo não está certo e o único jeito do bebê nos falar é pelo choro, nos pedindo para "consertar".

Nos primeiros meses, considere os choros do bebê com um sinal de alguma necessidade - comunicação, e não manipulação. Dica aos pais:

Bebês choram para comunicar - não para manipular.

"Sozinho" - O que isso significa de verdade?

O que acontece para o bebê, para os pais e para a relação entre eles quando um bebê é deixado chorando sozinho?

Uma vez que o choro é a linguagem do bebê, uma ferramenta de comunicação, o bebê tem duas escollhas se ninguém o escutar. Ele pode chorar mais e mais alto, mais forte, e produzir sons bem perturbadores, ou ele pode se calar e se tornar um "bom bebê " (significando "quieto").

Se ninguém escutar, ele vai se tornar um bebê muito desencorajado. Ele vai aprender uma coisa que você não quer que ele faça:

Vai aprender que ele não pode se comunicar. O bebê perde a confiança no valor do seu sinal do choro - e talvez também perca confiança na correspondência das pessoas que tomam conta dele.

Não somente o sinal vital do bebê se "perdeu", mas um ingrediente importantíssimo na relação pais-filhos se perde também - a sensibilidade!

Quando você responde intuitivamente às necessidades do seu bebê, quando você trata o choro como uma "pista":- bebê chora, você responde, e faz isso centenas de vezes nos primeiros meses, o bebê aprende a dar a "pista" melhor (o choro se torna menos e menos ruidoso e adquire uma qualidade comunicativa como se o bebê aprendesse a "falar melhor").

Do outro lado da moeda da comunicação mãe-bebê, você aprende a "ler" o choro do seu bebê e a responder apropriadamente (sabendo quando dizer "sim" e quando dizer "não" e o quanto você precisa ser rápida). Com o tempo você aprende a razão fundamental da sensibilidade ao choro: ler a linguagem corporal do bebê e responder aos seus sinais ANTES do choro, de maneira que o bebê nem sempre terá que chorar para comunicar uma necessidade.

Agora vamos analisar o que acontece quando você "endurece seu coração" e vê o choro do bebê como controle e não como uma ferramenta de comunicação, e ignora o choro do bebê.

Quando você vai contra seus instintos biológicos, você se desensibiliza a si mesma em relação aos sinais do bebê e suas respostas instintivas. Eventualmente, o choro passa a te perturbar. você perde a confiança nos sinais do bebê, e perde a confiança na sua própria habilidade de entender a linguagem primitiva do bebê. Uma distância cada vez maior ocorre entre você e o bebê, e você corre o risco de se tornar o que os pediatras chamam de: doutor-me-diga-o-que-fazer.

Você lê um livro em vez de ler o seu bebê.

Então, não ouvir e responder com sensibilidade ao choro do bebê é uma situação em que todos perdem. O bebê perde a confiança nas pessoas que tomam conta dele, e quem toma conta dele perde a confiança na sua própria sensibilidade.

A mãe perdeu a confiança nela mesma. Para ilustrar como uma mãe pode enfraquecer o dom natural da sensibilidade ao bebê quando ela se deixa levar por conselhos errados, uma mãe veterana recentemente nos contou essa história.

"Eu fui visitar minha amiga que teve bebê. Enquanto estávamos falando, sua bebê de 3 semanas de vida começou a chorar em outra sala. O bebê continou chorando, mais forte e mais alto. Eu estava quase me levantando e indo eu mesma confortar o bebê.

O choro do bebê não a incomodou, mas incomodava a mim. Meus seios quase começaram a jorrar leite! Ainda assim minha amiga parecia não ouvir os sinais do bebê. Finalmente, eu não consegui aguentar mais e disse:

"Tudo bem, vá lá atender seu bebê, nós podemos conversar mais tarde"

Ela respondeu,

"não, ainda não é hora de mamar".

Sem acreditar, eu perguntei:

"Mary, onde foi que te deram esse conselho tão prejudicial?"

"Numa aula de treinamento de bebês na igreja," ela insistiu orgulhosa. "Eu quero que meu bebê aprenda que EU estou no controle, e não ele."

Essa mãe de primeira viagem, querendo fazer o melhor para o seu bebê e acreditando que estava sendo uma boa mãe, permitiu-se sucumbir aos profetas dos conselhos ruins, e estava perdendo toda a sua sensibilidade natural em relação ao seu bebê. Ela está começando sua carreira em maternidade com uma distância cada vez maior entre ela e seu bebê.

"O par mãe-filho estava se "desconectando".






Este artigo, original em inglês, pode ser lido em: http://www.askdrsears.com/html/5/t051200.asp#t051205

Obs: Li este texto no forum do e-family ele foi postado pela amiga Leh achei bem interessante e resolvi colocar aqui no blog.


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Antes de ser mãe...


Eu fazia e comia os alimentos ainda quentes.



Eu não tinha roupas manchadas.



Eu tinha calmas conversas ao telefone.



Antes de ser mãe...



Eu dormia o quanto eu queria e nunca me preocupava com a hora de ir para a cama.



Eu não me esquecia de escovar os cabelos e os dentes.



Antes de ser mãe...



Eu limpava minha casa todo dia.



Eu não tropeçava em brinquedos nem pensava em canções de ninar.



Antes de ser mãe...



Eu não me preocupava se minhas plantas eram venenosas ou não.



Imunizações e vacinas eram coisas em que eu não pensava.



Antes de ser mãe...



Ninguém vomitou nem fez xixi em mim,



nem me beliscou sem nenhum cuidado, com dedinhos de unhas finas.



Antes de ser mãe...



Eu tinha controle sobre a minha mente,



meus pensamentos, meu corpo e meus sentimentos...



Eu dormia a noite toda ...



Antes de ser mãe...



Eu nunca tive que segurar uma criança chorando para que médicos pudessem fazer testes ou aplicar injeções.



Eu nunca chorei olhando pequeninos olhos que choravam.



Eu nunca fiquei gloriosamente feliz com uma simples risadinha.



Eu nunca fiquei sentada horas e horas olhando um bebê dormindo.



Antes de ser mãe...



Eu nunca segurei uma criança só por não querer afastar meu corpo do dela.



Eu nunca senti meu coração se despedaçar quando não pude estancar uma dor.



Eu nunca imaginei que uma coisinha tão pequenina pudesse mudar tanto a minha vida.



Eu nunca imaginei que pudesse amar alguém tanto assim.



Eu não sabia que eu adoraria ser mãe.



Antes de ser mãe...



Eu não conhecia a sensação de ter meu coração fora do meu próprio corpo.



Eu não conhecia a felicidade de alimentar um bebê faminto.



Eu não conhecia esse laço que existe entre a Mãe e a sua criança.



Eu não imaginava que algo tão pequenino pudesse fazer-me sentir tão importante.



Antes de ser mãe...



Eu nunca me levantei à noite a cada 10 minutos para me certificar de que tudo estava bem.



Nunca pude imaginar o calor, a alegria, o amor,



a dor e a satisfação de ser uma mãe.



Eu não sabia que era capaz de ter sentimentos tão fortes.




Por tudo e, apesar de tudo, obrigada, Deus , por eu ser agora um alguém tão frágil e tão forte ao mesmo tempo.



Obrigada Deus por permitir-me ser Mãe!








OBS: Recebi mensagem através de um e-mail enviado por minha irmã Elis, ela assim como eu esta grávida, como estamos neste momento tão sublime e a mei a mensagem resolvi portá-la aqui no blog, obrigada Elis pela linda mensagem e espero que todos gostem...



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Quando um bebê decide vir ao mundo, nasce com ele uma Mãe...


Uma mãe é mãe desde o primeiro instante. Mesmo quando a vida ainda é um minúsculo ser implantado no ventre, a gente já é mãe do coração. Todo nosso pensamento, todo nosso cuidado se volta para esse serzinho que, tão minúsculo, já provoca emoções tão grandes.


A simples descoberta já nos traz um turbilhão de emoções inexplicáveis. A vida nunca mais vai ser a mesma. E nos perguntamos: "será que vou ser uma boa mãe?" "Será que vou saber cuidar do meu bebê?"


Mas uma mãe não nasce mãe e não aprende a ser em escolas. Uma mãe é e isso basta. Mãe sente, mãe adivinha, mãe aprende sofrendo, mãe sofre aprendendo.


Benditas são as mulheres! Se elas suportam uma das maiores dores, sentem sem dúvida a maior das felicidades. Uma mulher grávida é sempre algo sublime, ela tem algo de anjo e santo, uma aura invisível que reflete e ilumina seu rosto. Ela carrega nela a vida, um pedacinho dela mesma que vai um dia ter vida própria e isso é maravilhoso e assustador ao mesmo tempo.


Deve ser por isso que nos tornamos tão emotivas e choramos tão facilmente. Deve ser essa a razão de querermos estar satisfeitas em todos os nossos desejos.


Que a gravidez não é uma doença é verdade. Mas que não digam que é normal e que a pessoa pode viver normalmente, pois isso não é verdade. Todo o equilíbrio físico, psicológico e emocional fica balançado. Há ainda hoje civilizações onde as mulheres grávidas são tratadas como seres especiais e divinos.


Mãe que está descobrindo as alegrias da maternidade agora, deixa eu te dizer uma coisa: se você tem medo de não saber o suficiente para ensinar ao seu bebê os caminhos da vida, saiba que é com ele que você vai aprender a trilhar muitos desses caminhos. Viva a sua gravidez em todos os seus instantes e não se preocupe se está fazendo ou se fará as coisas certas ou erradas. Seu coração vai te ditar, confie nele! Aproveite ao máximo cada segundo, pois cada momento é único e esse privilégio não é dado a todos. Fale com seu bebê, faça carinho nele, sorria pra ele; viva o mais serenamente possível. Acredite: esses momentos são preciosos!...


E, sobretudo, você é uma pessoa agraciada! Deus os escolheu, para que fizessem parte um do outro. Ele saberá, certamente, conduzi-los nesse maravilhoso caminho.




Fonte:




Mulher,

Já vive bem lá no teu íntimo

a semente vital, fruto do amor

que em breve vai mamar em teu peito

e pedirá teu carinho na hora da dor.

Já mexe no teu âmago materno,

chutando-lhe o ventre com energia,

uma vida, um ser que já te conhece

e assim que nascer te trará alegria.


Mulher,

já sente energia, amor e carinho,

o broto gerado em tuas raízes

que ouvirá tuas canções de ninar,

tua maior esperança de dias felizes.

Já está chegando quem tanto desejas

para ser embalado com amor maternal;

E brinca, pula, corre, grita...

quem faz de tua barriga um quintal.


Mulher,

Prepara-te para o momento sublime!

Vive dentro de ti uma criança

que está ansiosa para nascer, viver...

e te chamar carinhosamente de mamãe...




( LUIZINHO BASTOS )










A ingratidão dos filhos e os laços de família....




A ingratidão é um dos frutos mais diretos do egoísmo.Revolta sempre os corações honestos. Mas, a dos filhos para com os pais apresenta caráter ainda mais odioso. É, em particular, desse ponto de vista que a vamos considerar, para lhe analisar as causas e os efeitos. Também nesse caso, como em todos os outros, o Espiritismo projeta luzsobre um dos grandes problemas do coração humano.Quando deixa a Terra, o Espírito leva consigo as paixões ou as virtudes inerentes à sua natureza e se aperfeiçoa no espaço, ou permanece estacionário, até que deseje receber a luz. Muitos, portanto, se vão cheios de ódios violentos e de insaciados desejos de vingança; a alguns dentreeles, porém, mais adiantados do que os outros, é dado entrevejam uma partícula da verdade; apreciam então as funestas conseqüências de suas paixões e são induzidos a tomar resoluções boas. Compreendem que, para chegarem a Deus, uma só é a senha: caridade. Ora, não há caridade sem esquecimento dos ultrajes e das injúrias; não há caridade sem perdão, nem com o coração tomado de ódio.Então, mediante inaudito esforço, conseguem tais Espíritos observar os a quem eles odiaram na Terra. Ao vê-los, porém, a animosidade se lhes desperta no íntimo; revoltam-se à idéia de perdoar, e, ainda mais, à de abdicarem de si mesmos, sobretudo à de amarem os que lhes destruíram, quiçá, os haveres, a honra, a família. Entretanto, abalado fica o coração desses infelizes. Eles hesitam, vacilam, agitados por sentimentos contrários. Se predomina a boa resolução, oram a Deus, imploram aos bons Espíritos que lhes dêem forças, no momento mais decisivo da prova......


Continua:
http://conscienciaevida.blogspot.com/2009/09/amigos-com-relacao-selos-recebidos.html




OBS: Esta postagem é original do blog de uma amiga muito querida a Jeanne, achei estas palavras tão importantes e confortadores que resolvi colocar um trecho em meu blog, espero que você tenha ido ao blog dela para ler a postagem na íntegra, pois vale á pena.













Ganhei este selinho da amiga Jeanne do blog consciencia e vida gostaria de agradecer a Jeanne pelo presentinho e parabenizá-la pelo lindo trabalho que tem feito em seu blog, que com certeza esclarece muitas dúvidas de diversas pessoas.

Jeanne seu blog é realmente mágico!!!


Regras do selo:


1- Repassar para três blog que você adore:


2- Mostrar sua área de trabalho




Blogs que indico:


1- Elis do blog Ferramenta Pedagógica (http://ferramentapedagogica.blogspot.com/)

Um blog todo especial para as pessoas que amam crianças e principalmente a educação infantil, eu recomendo.


2- Andrea do blog Adotante (http://adotante.blogspot.com/)

Um blog muito interessante e que merece uma atenção especial.


3- Andreza Mello do blog Meus trabalhos Pedagógicos (meustrabalhospedagogicos.blogspot.com/)
Um blog especial cheio de atividades infantis vale a pena visitar




Meu Trabalho:


Bom hoje minha profissão é ser MÃE estou dedicando meu tempo exclusivamente a minha família e minhas filhas lindas ( Nátalie 5 e Nicole 3 ), estou na 30º semana de gestação de mais uma menina ( Mélanie ) a qual todos esperamos ansiosamente.

Quando tenho um tempinho ( o que acontece raramente por sinal ) gosto de me dedicar ao meu blog, ler um bom livro ou converasr com as velhas amigas no msn, amo meu trabalho do momento,passei de uma rotina conturbada de um escritório pela vida em família, que nem sempre é perfeita mas que hoje é meu mundo o qual amo acima de tudo.











Como proteger o seu bebê dos acidentes:


Bebês devem dormir em colchão firme de barriga para cima, cobertos até a altura do peito com lençol ou manta que estejam presos embaixo do colchão. O colchão deve estar bem preso ao berço (não mais que dois dedos de espaço entre o berço e o colchão) e sem qualquer embalagem plástica.



Seja especialmente cauteloso em relação aos berços usados. Procure berços certificados conforme as normas de segurança do Inmetro. Fique atento aos espaços das grades de proteção do berço, elas não devem ter mais que 6cm de distância entre elas.



Remova todos os brinquedos e travesseiros do berço quando seu bebê estiver dormindo, para reduzir o risco de asfixia.



Compre somente brinquedos apropriados para o seu bebê. Brinquedos pequenos e partes de brinquedos podem engasgar as crianças- verifique as indicações de idade do selo do Inmetro.


Tenha certeza de que o piso está livre de objetos pequenos como botões, colar de contas, bolas de gude, moedas, tachinhas. Tire esses e outros pequenos itens do alcance de seu bebê.



Tenha certeza de que materiais de limpeza, remédios e vitaminas estão trancados e longe do bebê. Tire plantas venenosas do alcance.



Considere a compra de cortinas ou persianas sem cordas para evitar que crianças menores corram o risco de estrangulamento.



Nunca deixe as crianças, sem vigilância, próximas a pias, vasos sanitários, banheiras, baldes e recipientes com água. Esvazie-os logo depois de usá-los. Guarde baldes e recipientes de cabeça para baixo.



A maioria das queimaduras com bebês, especialmente entre as idades de seis meses a dois anos, são causadas por comidas quentes e líquidos derramados na cozinha. A água quente da pia e da banheira é também responsável por muitas queimaduras em crianças; essas tendem a ser mais graves e cobrem uma porção maior do corpo do que as ocasionadas por outros líquidos quentes
Sempre teste a temperatura da água do banho, usando o dorso da mão ou o cotovelo, movimentando a água de um lado para o outro.



Evite carregar comidas ou bebidas quentes próximas de seu bebê.



Não use toalha comprida na mesa. O bebê pode puxá-la e derrubar utensílios e líquidos quentes.



Não use andador com rodas, prefira o cercado (chiqueirinho).



Instale telas ou grades nas janelas e sacadas. Nunca coloque berços ou outros móveis próximos de uma janela.



Procure adquirir móveis com pontas arredondadas ou considere o uso de pontas de silicone (protetores de quinas) vendidas em lojas especializadas de bebê.



Evite móveis com vidro ou outro material que possa quebrar e cortar.



Mantenha uma mão em seu bebê enquanto você troca as fraldas. Não deixe seu bebê sozinho em mesas, camas ou outros móveis.



Em uma colisão, uma cadeirinha de segurança instalada e usada corretamente reduz em 71% o risco de um bebê morrer. Entretanto, é estimado que a maioria das crianças está sendo transportada no carro desprotegida ou de forma incorreta. Use a cadeirinha em todas as viagens, desde a saída da maternidade. Bebês devem viajar no bebê-conforto, instalado de costas para o movimento do veículo, até completarem um ano de idade e pesarem pelo menos 9 Kg. Nunca coloque a criança no banco da frente de um carro. Consulte o Guia da Cadeirinha.








No decorrer do mês de agosto estarei postando algumas dicas de prevenção de acidentes com crianças, para apoiar a iniciativa da ong Criança Segura, que estabeleceu o dia 30 de agosto como o dia de prevenção de acidentes com crianças.


att: Verônica Máscolo



Como hoje não estou muito inspirada em escrever, resolvi colocar estas mensagens para refletirmos, pois existem coisas na vida as quais não damos devido valor, ás vezes pensamos apenas no presente sem nos lembrarmos que temos um futuro longo pela frente seja aqui neste plano ou em um plano melhor.


Sei que nem todos compartilham deste pensamento, mas temos nosso livre arbítrio e não é devido a religião de um e outro ou como eu prefiro dizer filosofia de vida que deixaremos de sermos " amigos ".