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          Prevenção de Problemas do Sono do Bebê 

Os pais desejam que suas crianças vão para cama sem resistência e durmam durante toda a noite e também desejam ansiosamente dormir 7 ou 8 horas ininterruptas de sono. Recém-nascidos, entretanto têm um limite algumas horas que toleram sem se alimentar, usualmente são 4 ou 5. Perto de 2 meses de idade, cerca de 50% dos bebês que tomam mamadeira dormem durante toda noite. Por volta dos 4 meses, a maioria destas crianças adquiriram esta capacidade. A maioria dos bebês que mamam no peito podem dormir a noite toda perto dos 5 meses de idade.

Considere as seguintes pautas se quiser ensinar ao seu bebê que a noite de sono é uma hora especial para dormir, que o berço é onde deve ficar e que pode voltar a dormir sozinho. É muito mais fácil prevenir os problemas do sono antes dos 6 meses de idade que tratá-los posteriormente.


Recém-nascidos1. Coloque o bebê no berço enquanto estiver sonolento, mas acordado.

Este passo é muito importante. Sem isto, as outras medidas de prevenção falharão. A última lembrança do despertar do bebê deve ser do berço, não sua ou de ser alimentado. Ele deve aprender a dormir sozinho. Não espere que ele durma tão logo você o deite. Com freqüência leva 20 minutos até que adormeça. Se ele estiver chorando, balance-o e acaricie-o, mas quando acalmar-se, tente colocá-lo no berço antes que ele adormeça. Assim a criança aprenderá a dormir sozinha após um despertar normal. Não ajude sua criança quando não precisar. (Nota: A posição de dormir recomendada pela American Academy of Pediatrics para bebês saudáveis é de costas ou lado.)

2. Segure o bebê quando estiver chorando muito os primeiros 3 meses.

Todos os bebês pequenos choram bastante durante o dia e noite. Se o bebê chorar excessivamente, a causa provavelmente é cólica. Sempre atenda um bebê chorando. Suaves movimentos e carícias parecem ajudar. Bebês não devem ser mimados durante os primeiros 3 ou 4 meses de vida. Porém, bebês com cólicas precisam ser acariciados uns poucos momentos de cada dia enquanto estão sonolentos e não chorando. Nestas ocasiões, coloque a criança no berço e deixe-a aprender a adaptar-se e dormir sozinha.

3. Carregue o bebê por pelo menos 3 horas por dia enquanto não estiver chorando.

Está prática reduzirá o choro exagerado.

4. Não deixe o bebê dormir por mais de três horas consecutivas durante o dia.

Tente acordá-lo gentilmente e o distraia. Deste modo, o tempo que estará dormindo durante a noite será maior. (Nota: Muitos recém-nascidos conseguem dormir cinco horas consecutivas e você pode ensiná-los a destinar este período maior de sono à noite).

5. Reserve nos intervalos de alimentação durante o dia pelo menos 2 horas para recém-nascidos.

Uma maior freqüência de alimentações (como de hora em hora) leva ao bebê despertar mais vezes durante à noite para pequenas alimentações.

Chorar é a única forma de comunicação que os recém-nascidos têm. Chorar não significa sempre que seu bebê está faminto. Ele pode estar cansado, entediado, sozinho ou com muito calor. Segure o bebê nestes momentos ou ponha-o na cama. Não deixe a amamentação tornar-se uma chupeta para o bebê. Para cada vez que você amamenta seu bebê, aconchegue-o 4 ou 5 vezes sem amamentá-lo. Não deixe estabelecer o mau hábito de alimentar toda vez que o segura.

6. Faça alimentações no meio da noite breves e tediosas.

Deve passar ao bebê a idéia de que a noite é especial para dormir. Quando ele acordar à noite para se alimentar, não ligue as luzes, fale com ele, ou balance-o. Alimente-o rapidamente e silenciosamente. Proporcione momentos para brincar e ninar o bebê durante o dia. Isto permite que obtenha longos períodos de sono à noite.

7. Não acorde o bebê para trocar fraldas durante a noite.

As exceções para esta regra são as fraldas sujas com evacuações ou quando estiver tratando uma alergia à frauda. Se tiver que trocar o bebê, use o mínimo de luz possível (por exemplo, uma lanterna), faça isso silenciosamente e destraia-o.

8. Não deixe o bebê dormir na sua cama.

Uma vez que seu bebê esteja acostumado a dormir com você, uma mudança para sua própria cama seria extremamente difícil. Enquanto não é prejudicial para seu bebê dormir com você, você provavelmente não terá uma noite tranqüila. Então porque não ensinar ao bebê a preferir sua própria cama? Aos 2 ou 3 meses, você pode mantê-lo no berço ou em um box perto de sua cama.

9. Dê a última alimentação na hora de você dormir (10 ou 11 da noite).

Tente manter o bebê acordado 2 horas antes da última alimentação. Indo para a cama na mesma hora toda noite ajuda o bebê a desenvolver bons hábitos de sono.




Bebês de dois meses de idade1. Mude o berço do seu bebê para um quarto separado.

Por volta dos três meses de idade, seu bebê pode estar dormindo em um quarto separado. Isto ajudará os pais que têm sono leve a dormirem melhor fazendo-o esquecer que os pais estão disponíveis se não puder vê-los quando acorda. Se ter quartos separados é impossível, pelo menos levante um pano ou cubra o berço cercando com um cobertor para que seu bebê não possa ver sua cama.

2. Tente atrasar as alimentações do meio da noite.

Por agora, o bebê poderia diminuir para uma alimentação durante a noite (duas para os que são amamentados no peito). Antes de preparar uma mamadeira, tente segurar o bebê brevemente para observar se isto irá satisfazê-lo. Se você tem que alimentá-lo, dê 1 ou 2 partes a menos do que daria durante o dia.

Se estiver alimentando no peito, alimente por menos tempo durante a noite. Se o bebê estiver perto dos 4 meses de idade, tente alimentá-lo uma única vez à noite.

Nunca acorde o bebê à noite para uma alimentação.



Bebês de quatro meses de idade1. Tente evitar a alimentação das duas da manhã antes que isto torne um hábito.

Perto dos 4 meses de idade, seu bebê (que toma mamadeira) não precisará ser alimentado mais que quatro vezes por dia. Bebês que mamam no peito não precisam de mais que cinco mamadas no dia. Se não eliminar a alimentação da noite nesta hora, ficará mais difícil parar assim que a criança crescer. Lembre-se de dar a última alimentação às 10 ou 11 da noite. Se o bebê chorar à noite, conforte-o com uma massagem nas costas e algumas palavras suaves em vez de alimentá-lo.

Note: Alguns bebês que mamam no peito continuarão precisando de uma alimentação durante à noite.

2. Não permita que o bebê segure a mamadeira ou leve a mamadeira com ele.

Bebês podem pensar que a mamadeira pertence aos pais. Uma mamadeira na cama leva a um choro no meio da noite porque seu bebê inevitavelmente irá alcançá-la e encontrá-la vazia ou no chão.

3. Faça com que qualquer contato no meio da noite seja breve e tedioso.

Toda criança tem quatro ou cinco despertares em cada noite. Elas precisam aprender como voltar a dormir sozinhas nestas horas.

Se o bebê chorar mais que alguns minutos, visite-o mas não acenda a luz, brinque com ele, ou leve-o para fora do berço. Conforte-o com algumas palavras suaves e fique com ele por menos de um minuto. Se o bebê estiver de pé no berço, não tente deitá-lo. Ele pode fazer isso sozinho. Se o choro continuar por mais de dez minutos, acalme-o e fique no quarto até ele adormecer. (Exceções: se sentir que o bebê está doente, faminto ou amedrontado.)

Criança de seis meses de idade1. Providencie um brinquedo atraente e macio para que sua criança segure no berço.

Na idade dos seis meses a criança começa a sentir a separação dos pais. Um animal de brinquedo, uma boneca ou um cobertor pode ser um objeto de segurança que pode oferecer conforto à criança quando ela acordar no meio da noite.

2. Deixe a porta aberta do quarto do bebê.

Crianças podem tornar-se assustadas quando estão em um espaço fechado e não estão certas que seus pais estão perto.

3. Durante o dia, responda aos medos da separação segurando e tranqüilizando seu bebê. Isto diminui o medo da noite e é especialmente importante para mães que trabalham fora de casa.

Para os temores no meio da noite, faça contatos rápidos e tranqüilizantes.

Cheque o bebê rapidamente e seja tranqüilizadora, porém mantenha a interação tão logo seja possível. Se o bebê for tomado de pânico quando sair ou estiver chorando e vomitando, fique no quarto até que se acalme ou adormeça. Não o tire do berço, mas providencie tudo que precise para reconfortá-lo, mantendo a luz desligada e não falando muito. No mais, sente perto do berço com sua mão encostada nele.

Crianças de um ano de idade

1. Estabeleça uma agradável rotina para ir dormir.

Rotinas para dormir, que podem começar nos primeiros meses, tornam-se muito importantes para uma criança de 1 ano de idade. Crianças precisam de uma rotina familiar. Ambos os pais podem estar envolvidos na hora de dormir, como lendo ou inventando estórias, beijando e desejando à criança "boa noite". Esteja certo que os objetos de segurança da criança estejam por perto. Termine a rotina para dormir antes que a criança adormeça.

2. Uma vez colocada na cama sua criança deverá ficar lá.

Algumas crianças mais velhas têm acesso de raiva na hora de dormir. Elas podem protestar sobre a hora de dormir ou até recusarem-se a deitar. Estes protestos devem ser ignorados. Deve ignorar qualquer pergunta feita ou exigir que a criança durma e reafirmar a regra de que não pode deixar o quarto de dormir. Se a criança sair, volte-a rapidamente para o quarto e não permita qualquer conversa. Se responder aos seus protestos deste modo toda vez, aprenderá a não tentar prolongar a sua hora de dormir.

3. Se sua criança tiver pesadelos ou sentir medo na hora de dormir tranqüilize-a. Nunca ignore os medos da criança ou puna por ter medos. Todos têm quatro ou cinco sonhos por noite, alguns deles podem ser ruins. Se pesadelos tornam-se freqüentes, tente determinar o que os está causando.

4. Não se preocupe com a quantidade de sono que sua criança esta tendo.

Diferentes pessoas precisam de diferentes quantidades de sono em diferentes idades. A melhor maneira de saber que a criança está tendo um sono adequado é se não está cansada durante o dia.

Tirar sonecas são importantes para crianças mais novas, porém mantenha por menos de duas horas de duração. Crianças param de tirar sonecas pela manhã entre os 18 meses e 2 anos de idade e deixam de tirar sonecas a tarde entre os 3 e 6 anos de idade.

Escrito por B . D. Schimitt, M. D., autor de
"Your Child's Health" Bantam Books.
Copyright © 1999 Clinical Reference Systems








Existe um assunto que tem mexido comigo demais, esta semana o STJ liberou o aborto nos casos de Anencefalia, estupro e risco de vida da gestante.
Pois bem, vou utilizar este espaço para expressar a MINHA opinião sobre um dos casos:


ANENCEFALIA 


A anencefalia é uma malformação rara do tubo neural, caracterizada pela ausência parcial do encéfalo e da calota craniana, proveniente de defeito de fechamento do tubo neural nas primeiras semanas da formação embrionária.
Ao contrário do que o termo possa sugerir, a anencefalia não caracteriza casos de ausência total do encéfalo, mas situações em que se observam graus variados de danos encefálicos. A dificuldade de uma definição exata do termo "baseia-se sobre o fato de que a anencefalia não é uma má-formação do tipo 'tudo ou nada', ou seja, não está ausente ou presente, mas trata-se de uma má-formação que passa, sem solução de continuidade, de quadros menos graves a quadros de indubitável anencefalia. 
Uma classificação rigorosa é, portanto 
quase
 que impossível"

DEFINIÇÃO ENCONTRADA NO SITE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Anencefalia

Então.......
Como podemos condenar a morte um ser que não pode se defender???????
A criança ainda nem nasceu e já a estão condenando, por que ela foge aos padrões de NORMALIDADE estabelecidos pelos homens.


Este vídeo acima mostra o amor de uma mãe por seu bebê especial, me emocionei muito com este vídeo, observem o sorriso deste bebê........
Ele é um anjinho de Deus, por mais curta que tenha sido sua vida tenho certeza que sua mãe não se arrepende nem por um momento de ter estado cm ele.
Quem somos nós meros mortais para julgar quem pode ou não nascer!
Como podemos saber o q a vida nos reserva, existem coisas que temos que passar, não adianta.
Dai as pessoas dizem:
Vc ñ passou por isso, não sabe como é!
Sim realmente não passo ou passei por isto, mas também sou mãe tenho 3 filhas, inclusive a minha menina do meio que hoje tem 5 anos, já nos deu diversos sustos.




Durante a gravidez eu tinha crises de dores terríveis, ao ponto de ir diariamente ao hospital tomar buscopan na veia, até que os médicos me internaram no alto risco, as dores não passavam e eles não descobriam o que eu tinha, então cogitaram a hipótese de me abrir pois supunham que talvez fosse pedra na vesícula, mas isto poderia trazer riscos a minha filha e tal.....resumindo me mandei embora cm dor e tdo.
Sofri mas sofri consciente de que estava zelando por minha filha, foi minha opção ninguém pode decidir por mim o que é prioridade em minha vida!
Então com 38 semanas de gestação retornei ao mesmo hospital para dar a luz minha filha Nicole.
Ela nasceu aparentemente saudável, com 49,5 cm e 3,450kg bem gorduchinha e lindaa!!!!!!!!!
Até que na hora da visita da pediatra ao nosso quarto ela começou a achar um monte de coisa na minha filhinha, como ela nasceu gordinha tinha que controlar a glicose para ñ baixar demais, ao nascer ela tirou a clavícula do lugar teve q imobilizar, estava um pouco amarela teve que fazer o exame para ver se estava com icterícia (amarelão) e o pior de tudo, a moleira dela era mto pequena e poderia estar fechada, o que poderia impedir o desenvolvimento do cérebro dela e tal.
Tudo isso eu ouvi sozinha com minha filhinha nos braços no quarto do hospital!
Vocês não tem noção do que senti........a maioria das coisas eram simples mas a moleira foi preocupante!
Então começamos a controlar a glicose, ela foi imobilizada devido a fratura na clavícula e realizou o exame de sangue para a suposta icterícia, a pediatra solicitou com urgência uma ecografia transfontanelar.
  • O que é uma Ecografia Transfontanelar?
A Ecografia Transfontanelar ou Ecografia Cerebral é um exame que desempenha um papel importante no diagnóstico e na caracterização de lesões cerebrais do recém-nascido (p. ex. hemorragia, dilatação ventricular, leucomalácia, malformações, entre outras) e na previsão de alterações do desenvolvimento neurológico a longo prazo, associadas a essas lesões.
Pela sua inocuidade e facilidade de execução e pela possibilidade de realização de exames seriados para avaliar a evolução das lesões cerebrais, a Ecografia Transfontanelar é considerada um método de eleição na avaliação do recém-nascido de risco, sendo mesmo, na maioria dos casos, o único método necessário.

A noite após o banho da Nicole me chamaram para dizer que o exame de sangue dela estava alterado e ela teria que ir para a Unidade Neonatal ficar na fototerapia (banho de luz).
Não sei explicar direito o que senti, a descrição mais parecida é a de que perdi o chão....Levaram minha filhinha após me explicarem que o exame estava mto alterado e tal que era mto importante ela ficar na incubadora tomando banho de luz e tdo mais.
Não preciso dizer q a noite foi terrível, eu não conseguia parar no quarto ia na NEO a cada meia hora e as enfermeiras me xingavam dizendo para mim ir descansar.....aff quem consegue descansar com seu bebê longe!

Ganhei um dia a mais no hospital para ficar cm ela e chegou a hora de ir embora, sair da maternidade de mãos vazias foi horrível!

Quando a Nicole tinha 5 dias finalmente conseguimos fazer a ECO aonde foi diagnosticado que apesar de bem pequena a moleira dela estava aberta, o que a principio descartava a necessidade da cirurgia. 

Quando há problemas

Um bebê que nasce com a fontanela fechada, tem o cérebro comprimido pela caixa craniana, problema conhecido como cranioestenose. Esse fechamento precoce pode causar-lhe deformidades na cabeça e até graves lesões neurológicas, devido ao encarceramento do cérebro. A doença é congênita. Adquirida ainda na fase embrionária, suas prováveis causas são hereditárias, intra-uterinas ou infecciosas, como a sífilis. Mais comum nos meninos (três para cada menina), deve ser tratada antes do 8º mês, mas é importante que o diagnóstico seja firmado até o 2º, para permitir um acompanhamento neurológico mais aprofundado. Isso pode acontecer por meio de cirurgia, na qual são criados espaços ou suturas no crânio, geralmente com resultados satisfatórios.

Então após 8 dias na NEO a Nicole finalmente foi para casa, achamos que os sustos haviam passado e começamos a nossa vidinha tranquila, claro que ela teve um acompanhamento rigoroso relacionado ao desenvolvimento de seu cérebro e tal, mas estava tudo bem.....
Até que um dia  quando a Nicole já estava com uns 8 meses observamos que ela tremia muito enquanto dormia, muito mesmo e ate gemia.
Uma conhecida me indicou uma nova pediatra e lá fomos nós....
A pediatra solicitou um eletroencefalograma realizado enquanto ela dormia, levamos o resultado para a Drª e ela disse que a Nicole PODERIA estar tendo convulsões enquanto dormia, que teríamos que tratar com medicamentos fortíssimos controlados e tudo, disse q iria acompanhar o caso dela pois talvez  tivesse CHANCES de ser epilepsia.

Bom meu esposo e eu fomos para casa com a recita do medicamento e nos sentindo mto mal sabe.
Poxa nossa filhinha parecia tão bem e derrepente este diagnóstico. Resolvemos pesquisar sobre o assunto e descobrimos que os bebês tem pequenas convulsões durante o sono devido o rápido desenvolvimento do cérebro e tal...resumindo ignoramos o diagnóstiico da Drª  que disse q nossa filhinha poderia não ter um desenvolvimento normal e optamos por não fazer uso dos medicamentos receitados.
Nunca mais voltamos ao consultório da tal pediatra, jogamos os exames fora e decidimos viver o momento, entregamos nas mãos de Deus.

Após tdos os sustos e diagnósticos hoje a Nicole tem 5 anos e meio, esta na pré escola, super bem desenvolvida e nunca teve nenhum ataque epilético.



Dai vc me pergunta o que tem haver o caso da Nicole com os diagnósticos de anencefalia?

É simples ambos diagnósticos nos são dados pelos homens, baseados em exames e supostas teorias, mas no fundo no fundo somente Deus sabe o que esta reservado para cada um.
Somente ELE tem o poder de dar a vida, somente ele sabe quem merece nascer!
E se Deus decidiu quem somos nós para dizer ao contrário, é de um ser que estamos falando, não de um objeto que compramos q quando vem com defeito voltamos a loja para trocar!

Sou completamente CONTRA o aborto de anencéfalos.
Visitem este blog e conheça a história desta menina cujo nome é VITÓRIA DE CRISTO!



Somente após conhecer a história da Vitória e de outras crianças que são citadas no Blog decida se vc é a favor ou contra o aborto de bebês diagnosticados com anencefalia durante a gestação. 





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O bebê




A maior parte do lanugo já desapareceu e o bebê se prepara para nascer em poucos dias. O crânio ainda não é totalmente sólido, apresentando-se mais amolecido nas 5 fontanelas, que ainda estão separadas e podem ser apertadas umas contra as outras. O parto pode alongar e moldar a cabeça fetal, uma precaução de segurança para reduzir o diâmetro do crânio, permitindo uma expulsão mais fácil da cabeça, durante a passagem do feto pelo canal de parto, sem provocar danos ao cérebro. Após o parto, a cabeça do bebê retorna a sua forma arredondada. Os olhos ainda não possuem os ductos lacrimais, que aparecem poucas semanas após o nascimento. O tórax é mais proeminente. Os pulmões estão maduros e a produção de surfactante está aumentada para manter os alvéolos abertos. O abdome fetal é grande e arredondado, especialmente, devido ao fígado que ainda produz glóbulos vermelhos. A pele torna-se mais espessada e mais pálida (branca ou rosa azulada) e a cada dia o feto ganha cerca de 15 gramas de gordura. Agora ele não pode se mover muito devido à falta de espaço. Pesa em torno de 3200-3500 gramas e mede 50 cm. Ao nascimento, o cordão umbilical pode medir cerca de 50 a 70 cm de comprimento. O que restou do vérnix, em geral, desaparece, embora possa permanecer até o nascimento.






A futura Mamãe




Você está se sentindo pesada e desajeitada? À medida que o bebê desce para a pelve (descida ou o encaixar), seu centro de gravidade se desvia, o que pode fazer você perder o equilíbrio. A boa nova é que o útero já não pressiona tanto o diafragma e fica mais fácil para respirar. A notícia ruim é que seu útero está pressionando sua bexiga e você precisa correr ao banheiro a todo instante. O útero está cerca de 20 cm acima do umbigo.






O futuro Papai




Parabéns!


Você já é quase pai e sobreviveu a todos os inconvenientes da gravidez. Você deve estar apreensivo com o que está por vir, mas é assim mesmo. Em poucos dias você não vai nem se lembrar o que comeu no café da manhã, ou mesmo se tomou café da manhã. Deixe essa ansiedade pra lá. Aproveite esses últimos momentos com a mamãe, como um casal ou família de 3 (ou 4, o que seja) e fique na retaguarda para ser um grande pai.










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O Bebê




O bebê está ganhando cerca de 30 gramas por dia agora. Seus intestinos estão acumulando grande quantidade de mecônio (as primeiras excretas do bebê). A circunferência da cabeça e a do abdome têm agora o mesmo tamanho. O peso está acima dos 3 quilos e o tamanho próximo de 50 cm.






A futura Mamãe




As falsas contrações de parto são muito irregulares mas podem ser muito dolorosas. Essas dores podem ser sentidas em várias partes do seu corpo (costas, baixo ventre e bacia).
As verdadeiras contrações de parto começam no fundo do útero e se espalham para baixo por todo o útero, região lombar e pelve. O verdadeiro trabalho de parto torna-se mais forte e doloroso à medida que progride e não é aliviado por mudanças de posição.




O futuro Papai




Você olhou de relance para a mamãe e notou seu perfil, aquela grande barriga...e se sentiu momentaneamente culpado. Ela está cansada, excêntrica, com tonturas, não pode dormir porque tem de ir ao banheiro a cada 30 minutos, com azia crônica e indigestão e seu mau humor é um reflexo dos desconfortos tardios da gravidez. Você se sente responsável por tudo? Vamos refletir um pouco. A mãe não pode conceber sem o pai ou vice-versa. A gravidez é uma atuação de equipe. É claro que você não passou por todos aqueles desconfortos físicos mas você fez a sua parte se preocupando em manter o bem estar dela. Esteja lá com ela. É tudo o que ela quer. Mostre que seu amor não diminuiu por causa dessas alterações. Você pode ajudar a mamãe a aliviar essa carga final, simplesmente estando a seu lado. Não se sinta culpado; ao contrário sinta-se um COMPARSA dessa trama.






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Diz uma lenda que o dia em que o bom Deus criou as mães, um mensageiro se acercou Dele e Lhe perguntou o porquê de tanto zelo com aquela criação.


Em quê, afinal de contas, ela era tão especial?


O bondoso e paciente Pai de todos nós lhe explicou que aquela mulher teria o papel de mãe, pelo que merecia especial cuidado.


Ela deveria ter um beijo que tivesse o dom de curar qualquer coisa, desde leves machucados até namoro terminado.


Deveria ser dotada de mãos hábeis e ligeiras que agissem depressa preparando o lanche do filho, enquanto mexesse nas panelas para que o almoço não queimasse.


Que tivesse noções básicas de enfermagem e fosse catedrática em medicina da alma. Que aplicasse curativos nos ferimentos do corpo e colocasse bálsamo nas chagas da alma ferida e magoada.


Mãos que soubessem acarinhar, mas que fossem firmes para transmitir segurança ao filho de passos vacilantes. Mãos que soubessem transformar um pedaço de tecido, quase insignificante, numa roupa especial para a festinha da escola.


Por ser mãe deveria ser dotada de muitos pares de olhos. Um par para ver através de portas fechadas, para aqueles momentos em que se perguntasse o que é que as crianças estão tramando no quarto fechado.


Outro par para ver o que não deveria, mas precisa saber e, naturalmente, olhos normais para fitar com doçura uma criança em apuros e lhe dizer: Eu te compreendo. Não tenhas medo. Eu te amo, mesmo sem dizer nenhuma palavra.


O modelo de mãe deveria ser dotado ainda da capacidade de convencer uma criança de nove anos a tomar banho, uma de cinco a escovar os dentes e dormir, quando está na hora.


Um modelo delicado, com certeza, mas resistente, capaz de resistir ao vendaval da adversidade e proteger os filhos.


De superar a própria enfermidade em benefício dos seus amados e de alimentar uma família com o pão do amor.


Uma mulher com capacidade de pensar e fazer acordos com as mais diversas faixas de idade.


Uma mulher com capacidade de derramar lágrimas de saudade e de dor mas, ainda assim, insistir para que o filho parta em busca do que lhe constitua a felicidade ou signifique seu progresso maior.


Uma mulher com lágrimas especiais para os dias da alegria e os da tristeza, para as horas de desapontamento e de solidão.


Uma mulher de lábios ternos, que soubesse cantar canções de ninar para os bebês e tivesse sempre as palavras certas para o filho arrependido pelas tolices feitas.


Lábios que soubessem falar de Deus, do Universo e do amor. Que cantassem poemas de exaltação à beleza da paisagem e aos encantos da vida.


Uma mulher...

Uma mãe...



******************************//*************************************


Ser mãe é missão de graves responsabilidades e de subida honra. É gozar do privilégio de receber nos braços Espíritos do Senhor e conduzi-los ao bem.



Enquanto haja mães na Terra, Deus estará abençoando o homem com a oportunidade de alcançar a meta da perfeição que lhe cabe, porque a mãe é a mão que conduz, o anjo que vela, a mulher que ora, na esperança de que os seus filhos alcancem felicidade e paz.



Autor: Redação do Momento Espírita. Disponível no CD Momento Espírita, v. 5, ed. Fep. Em 09.03.2009.


OBS: Este texto foi colocado no forum e-family pela amiga Selmy, achei ele tão parecido com minha realidade que resolvi postar aqui no meu cantinho...




O lado nada Glamour da Gestação......


Pode ser que alguém se identifique com o que acontece nesse nosso corpinnho que não nos pertence... nesta fase sublime e angelical, não fosse isso tudo !

Escrevi isso porque uma amiga me disse que os homens talvez sintam inveja da gente.

Eu disse : se algum deles te disser que tem inveja da gravidez, conte isso e observe a reação.

Se ele ainda tiver inveja, conte como rola um parto (qualquer um).

Duvido que ele sinta inveja depois !


Lado NADA GLAMOUR da gestação, fisicamente falando :


* vc tem um sono incontrolável, como se estivesse chapada


* vc fica com a xexeca engordecida - sim, porque até a bendita engorda ! Fica parecendo as bochechas do Fofão !


* vc sente dores por tudo - costas, pés, pernas, enfim... lá também, na 'perse' pois eles pesam bem no ossinho, no períneo, são espaçosos...


* vc não enxerga mais a 'perse' depois de um certo tempo, vc sabe que ela não saiu de lá pois continua fazendo xixi e sente que ela tá lá, mas não a vê, e agora no final, mal consegue posicionar o espelho prá reconhecer a bicha


* vc adquire um figurino xuper xéxy - meias de compressão, cintas, sutiãs de sustentação, suporte pançal... a tiazinha que se cuide !


* vc se torna a pessoa mais gasosa do universo, daria prá encher um balão inteiro e sobrevoar o Château de Chambord - o bb comprime todinho seu sistema digestivo, vc fica com azia, dor de estômago, refluxo e muuuitos gases, o médico te dá remédios que funcionam como uma espécie de rotorooter, ou seja, à noite, quando vc se vira, os gases sobem ou descem tooodos (e não são mais nem discretos nem inodoros !!!)


* além desses gases serem um estraga-prazeres das horas H, tem também aquela coisa do maridão chegar por trás todo quentinho, vc se virar prá ele e dizer : ai, amor, aproveita que vc tá aí e me faz uma massaginha na lombar ??? (variantes : nos pés, nas pernas, onde doer !)


* vc vaza líquido pela xexeca o tempo todo, a ponto de achar que mijou nas calçolas - mas não mijou não !!!! E tem mais, vc vaza ainda mais depois do oitavo mês, uma coisa linda de viver, como diria a Hebe !


* vc não sai da privada, faz xixi a toda hora - e quando pensa que acabou, sai mais. E quando volta a dormir no meio da madrugada, senta na beira da cama e sente que mais um pingo desceu (no dia seguinte ou na mijada seguinte, vc vê se foi de xixi ou de umidade da 'perse' mesmo)


* por conta desse xixi todo, se seu marido passa com o carro numa rua esburacada, há perigo de vazamento ! * vc tem que abrir bem as pernas prá se limpar - e tem vezes que os lábios grudam e o xixi vai na dobra da perna (que delícia...)


* vc sente falta de ar como se tivesse corrido a marathona, enquanto que só colocou as meias de compressão (lembrando : xuper xéxy !)


* vc tem dificuldades em se depilar sozinha - lembrando que se torna extremamente perigoso tentar depilar a 'perse' e a virilha a certa altura do championnat ! Aliás, vc tem que confiar cegamente numa depiladora, afinal, vc não enxerga nada do que ela tá fazendo !


* vc não deita mais na cama, você rola - vc se torna um tatu-bola gigante e obeso que precisa rolar porque não tem mais leveza alguma prá sobreelevar esse corpinho que já foi de violão algum dia e agora tá mais prá bumbo. Detalhe : teu marido fica com medo de ser massacrado numa dessas roladas, caso seu sistema de freio (travesseiro) não funcione !


* vc adquire quatro outros amantes além do marido : quatro travesseiros, dois na cabeça, um no meio das pernas, um embaixo da barriga. Mas nem que vc quisesse, conseguiria se esfregar nesse travesseiro no meio das pernas, como tua cachorrinha : ou vc tá cansada demais prá isso, ou vc não consegue erguer as pernas uma vez bem apoiadinhas !


* vc de repente pode sentir o maior calorão em pleno inverno e isso não quer dizer que a gestação venha acompanhada de menopausa ! Um médico me deu uma explicação altamente dispensável : é que sua ADIPOSIDADE está consideravelmente aumentada... (tá, alguém perguntou ???)


* vc se torna a prima do Garfield ao caminhar e, como ele, diz : puxa vida, não vejo mais meus pés ! * por conta disso, vc não alcança mais seus pés, sequer prá cortar as unhas !


* vc adquire um andar gracioso de pata, e fica pensando 'puxa vida, será que um dia vou conseguir fechar as pernas novamente ? '


* tua cachorra volta te procurar na escada porque acha que vc não subiu, quando - de fato - vc sobe dois degraus e descansa três (ela deve te achar uma lesa)


* vc bebe água como uma refugiada do Saara e sente fome como se tivesse chegado da Etiópia, principalmente daquilo que é proibido comer


* vc pode inchar, como se tivesse botado o dedo naqueles enchedores de bexiga, ainda que nem coma tanto sal assim - e nisso, vc deixar de usar aliança, alguns sapatos, etc.


* sua pele e seus cabelos podem melhorar enormemente, assim como podem ficar detonados como uma recém-chegada da guerra (e dificilmente tem coisa que dê jeito)


* vc fica com medo de pintar a juba e ela vai ficando descolorida e sem graça, ou vc passa um treco que nunca passou, só de medo de prejudicar a gestação, e fica um droga !


* apesar de todos os cuidados de hidratação, vc se enche de estrias como se fosse uma pista de cross * vc pode ficar com manchas no rosto e com a incerteza de que as danadas realmente sumam com o fim da gestação


* vc fica com mais medo ainda de cárie nos dentes e com duas vezes mais chance de tê-las


* vc é chamada de cão farejador toda vez que sentir um odor desagradável a 5 km de distância, quando antes, sua rinite te impedia


* ao contrário, vc nunca teve nada ou tinha e piorou : suas vias respiratórias vivem entupidas e vc respira mal, a boca seca, vc toma água de madrugada, isso significa mais xixi... ou às vezes, vc passa a roncar nos ouvidos do amado ! Tudo bem que prá algumas isso possa soar como uma doce vingança, mas nem sempre...


* vc olha pro seu guarda-roupas com ar desolado e se pergunta se algum dia vai voltar a usar calças que não sejam de palhaço ou do Papai Noel ... ... ...


Eu poderia continuar, mas isso é apenas prá te dar um avant-goût da coisa.


Tem o lado nada glamour do parto, dos comentários imbecis dos outros também, mas eu deixo prá outro dia prá não tirar tua coragem !



OBS: Claro que uma gravidez não é feita apenas de momentos ruins, existem muitas coisas boas na gravidez, mas é que realmente a amiga se puxou e duvido que as futuras mamães não se identifiquem com este texto....pois esta é a nossa mais dura realidade no final da gestação, ainda bem que depois de tudo isto vem a nossa recompensa...





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O Bebê


A partir de 37 semanas o bebe estará pronto para nascer. Ele pesa cerca de 3 quilos e mede em torno de 47 cm agora. O corpo está mais arredondado e rechonchudo devido a novos depósitos de gordura, mantendo a temperatura cerca de 1ºC acima da temperatura materna. Os intestinos acumulam uma considerável quantidade de mecônio que é usualmente eliminado logo após o parto. Se o nascimento é prolongado, esse material fecal aparecerá no líquido amniótico. Ele já pratica os movimentos respiratórios e está se preparando para a vida fora do útero. Ele já é capaz de agarrar forte e se virar em direção à luz. A limitação de espaço continua a restringir a movimentação fetal. Os membros estão dobrados e acolados ao corpo fetal. Os ossos são flexíveis e a ossificação e endurecimento progridem. Ao nascimento, a tíbia (um osso longo da perna) está, em geral, completamente ossificada.


Múltiplos:


Os gêmeos são considerados "a termo" com 37 semanas, e o lanugo começa a desaparecer. De acordo com algumas estatísticas, 82% dos gêmeos pesam menos do que 3000 gramas ao nascer.


A futura Mamãe...


O corrimento vaginal pode estar mais forte agora e parece mais mucoso enquanto o bebê se prepara para nascer. Em que posição ele se encontra? Seja qual for a posição é assim que ele deve permanecer até o final da gravidez. Se seu bebê estiver de bumbum, você poderá necessitar uma cesariana ou seu médico poderá recomendar uma "versão externa", na qual o abdome é manipulado de tal forma a colocar o bebê de cabeça para baixo. Nessa fase o bebê pode vir a qualquer momento. Sua mala da maternidade está pronta?


Múltiplos:


Você está de "termo", ou seja chegou ao final da gestação, se estiver esperando gêmeos!



O futuro Papai...


Esteja preparado. Coisas inesperadas podem acontecer durante o parto; assim tente planejar o máximo possível os eventos de nascimento e seja flexível se algo não acontecer como planejou. Tente ter todos os pequenos detalhes à mão: registro no hospital; rota a seguir e alternativas no caso de congestionamentos; conheça as entradas e estacionamentos do hospital; listas e telefones de quem será avisado; leve uma bateria extra para seu celular; a mala da mamãe e a sua para as necessidades no hospital; assento para crianças dentro do carro; máquina fotográfica; videocâmera, etc.


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Antes de ser mãe...


Eu fazia e comia os alimentos ainda quentes.



Eu não tinha roupas manchadas.



Eu tinha calmas conversas ao telefone.



Antes de ser mãe...



Eu dormia o quanto eu queria e nunca me preocupava com a hora de ir para a cama.



Eu não me esquecia de escovar os cabelos e os dentes.



Antes de ser mãe...



Eu limpava minha casa todo dia.



Eu não tropeçava em brinquedos nem pensava em canções de ninar.



Antes de ser mãe...



Eu não me preocupava se minhas plantas eram venenosas ou não.



Imunizações e vacinas eram coisas em que eu não pensava.



Antes de ser mãe...



Ninguém vomitou nem fez xixi em mim,



nem me beliscou sem nenhum cuidado, com dedinhos de unhas finas.



Antes de ser mãe...



Eu tinha controle sobre a minha mente,



meus pensamentos, meu corpo e meus sentimentos...



Eu dormia a noite toda ...



Antes de ser mãe...



Eu nunca tive que segurar uma criança chorando para que médicos pudessem fazer testes ou aplicar injeções.



Eu nunca chorei olhando pequeninos olhos que choravam.



Eu nunca fiquei gloriosamente feliz com uma simples risadinha.



Eu nunca fiquei sentada horas e horas olhando um bebê dormindo.



Antes de ser mãe...



Eu nunca segurei uma criança só por não querer afastar meu corpo do dela.



Eu nunca senti meu coração se despedaçar quando não pude estancar uma dor.



Eu nunca imaginei que uma coisinha tão pequenina pudesse mudar tanto a minha vida.



Eu nunca imaginei que pudesse amar alguém tanto assim.



Eu não sabia que eu adoraria ser mãe.



Antes de ser mãe...



Eu não conhecia a sensação de ter meu coração fora do meu próprio corpo.



Eu não conhecia a felicidade de alimentar um bebê faminto.



Eu não conhecia esse laço que existe entre a Mãe e a sua criança.



Eu não imaginava que algo tão pequenino pudesse fazer-me sentir tão importante.



Antes de ser mãe...



Eu nunca me levantei à noite a cada 10 minutos para me certificar de que tudo estava bem.



Nunca pude imaginar o calor, a alegria, o amor,



a dor e a satisfação de ser uma mãe.



Eu não sabia que era capaz de ter sentimentos tão fortes.




Por tudo e, apesar de tudo, obrigada, Deus , por eu ser agora um alguém tão frágil e tão forte ao mesmo tempo.



Obrigada Deus por permitir-me ser Mãe!








OBS: Recebi mensagem através de um e-mail enviado por minha irmã Elis, ela assim como eu esta grávida, como estamos neste momento tão sublime e a mei a mensagem resolvi portá-la aqui no blog, obrigada Elis pela linda mensagem e espero que todos gostem...



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Período pré-parto


Quando a gravidez está prestes a chegar ao fim, o corpo da futura mãe passa por algumas alterações que evidenciam o aproximar do parto. O feto, que se encontra a flutuar no líquido amniótico, vai-se aproximando da via de saída para o exterior, a parte inferior do útero, e costuma rodar no interior da cavidade uterina, de modo a que a sua cabeça fique a apontar para o colo do útero e o seu corpo desça até colocar a cabeça no meio dos ossos da pélvis materna. A mãe costuma detectar este processo, denominado "encaixe", pois nota que a parte mais alta do seu abdómen desce, o que lhe permite respirar melhor, embora costume ter, como contrapartida, uma mais frequente necessidade de urinar devido à compressão da bexiga. A diminuição dos movimentos do feto, após o encaixe, costuma proporcionar o aparecimento de contracções uterinas frequentes, mesmo que ainda não correspondam às do parto, pois são irregulares, a sua intensidade não vai aumentando e desaparecem ao fim de um certo período de tempo ou com o repouso. As verdadeiras contracções do parto apenas se manifestam ao fim de várias horas ou até alguns dias. Para além disso, a vagina costuma, ao longo deste período, expulsar uma espécie de "rolhão mucoso" que ocupou, durante a gravidez, o canal que sulca o colo do útero, de modo a isolar o feto e a protegê-lo de contaminações externas. O desprendimento deste rolhão mucoso costuma manifestar-se pela saída de uma massa gelatinosa de cor escura através da vagina, sendo popularmente designado como "sinal", porque anuncia o parto. Todavia, deve-se referir que nem todas as mulheres se apercebem da expulsão do rolhão mucoso e, para além disso, mesmo que seja detectada pela mulher grávida, não indica claramente o começo imediato do parto, pois podem faltar várias horas ou dias.


Contracções uterinas


Na evolução do parto, o feto deve abandonar o útero e percorrer cerca de 10 a 12 cm até alcançar a vulva materna, atravessando o denominado "canal de parto", para finalmente sair para o exterior. Esta situação é proporcionada pelo desencadeamento de fortes contracções da musculatura uterina, que provocam a dilatação do orifício do útero e a posterior expulsão do feto para o exterior por um estreito canal que deve ser ampliado ao longo da sua passagem.


Origem das contracções.

Embora os mecanismos envolvidos no desencadeamento deste processo não sejam conhecidos com precisão, pensa-se que podem ser influenciados por vários factores. Por um lado, o crescimento do feto provoca um evidente aumento do tamanho do útero, o que consequentemente origina a distensão das suas fibras musculares, que ficam mais excitáveis e reagem perante estímulos com contracções cada vez mais potentes. Por outro lado, as alterações hormonais produzidas no organismo materno, ao longo da última parte da gravidez, e a produção de determinadas hormonas por parte das glândulas supra-renais do próprio feto, quando este já se encontra suficientemente amadurecido, aumentam a excitabilidade das fibras musculares uterinas, que chegado a um certo ponto começam a contrair-se com uma maior intensidade. Estas primeiras contracções são detectadas pelos receptores nervosos do útero, que geram, por sua vez, estímulos que chegam até ao cérebro, onde são registados pelo hipotálamo. Como resposta, o hipotálamo produz oxitocina, uma hormona libertada no lobo posterior da hipófise, que chega ao útero através do sangue, provocando as contracções que propiciam o parto.


Ruptura da bolsa de águas

A ruptura da bolsa de águas, ou seja, do saco que alberga o líquido no qual o feto se encontra submergido, é o evento que costuma anteceder o início do parto, mesmo que apenas se evidencie, por vezes, quando a mãe já se encontra na maternidade. A ruptura da bolsa das águas provoca a saída, através da vagina, do líquido amniótico que banha o feto, por vezes em grande quantidade, mas noutras em pequenas perdas que podem ser confundidas com uma incontinência urinária. Este processo é designado "romper das águas", um acontecimento que obriga a grávida a dirigir-se à maternidade mesmo que as contracções ainda não se tenham evidenciado, já que implica uma comunicação directa com o exterior, sendo necessário tomar precauções para evitar infecções, por vezes provocando o parto.


Alterações uterinas.


Embora, de início, as contracções uterinas sejam breves e irregulares, vão progressivamente se prolongando por mais tempo e evidenciando-se com maior regularidade, cada vez com maior frequência. A mulher detecta cada contracção como uma pressão dolorosa na parte inferior do abdómen do corpo do útero que se irradia à púbis e às costas, intensificando-se durante alguns segundos para, após alcançar um pico máximo, diminuir até desaparecer. Estas contracções provocam uma progressiva alteração do colo do útero: em condições normais, é muito diferente do corpo do útero, pois é bastante duro e forma uma proeminência no fundo da vagina; ao longo do período que antecede o início do parto, torna-se cada vez mais mole e plano, acabando por provocar o desaparecimento do canal interno e a dilatação do orifício central. Este processo, conhecido como "amadurecimento e desaparecimento", origina a redução do colo do útero até que este se una homogeneamente ao corpo do útero e, em seguida, começa a dilatar-se, um requisito básico para a saída do feto. Todavia, este processo é relativamente longo, pois dura no mínimo algumas horas, já que desde o início das contracções regulares até à verdadeira fase de dilatação do parto passam, em média, cerca de 6 a 12 h nas mulheres primíparas e entre 4 a 6 h nas mulheres multíparas. Apenas se pode considerar que a mulher grávida já se encontra em trabalho de parto após o fim do dito processo, altura em que o orifício do útero alcançou uma dilatação de 3 cm e as contracções uterinas se sucedem de cinco em cinco minutos, durando cada uma delas entre 30 a 40 segundos, o que dá tempo suficiente para a grávida se dirigir tranquilamente para a maternidade.